“GRAMPOS” NA PREFEITURA? Polícia descobre que aparelho em gabinete de prefeita era apenas campainha sem fio

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“GRAMPOS” NA PREFEITURA? Polícia descobre que aparelho em gabinete de prefeita era apenas campainha sem fio
Reprodução

Caso que levantou suspeita de espionagem em gabinete de Flávia Moretti, em Várzea Grande, teve reviravolta após perícia da Politec descartar qualquer escuta clandestina


O suposto esquema de espionagem dentro da Prefeitura de Várzea Grande acabou tendo um desfecho inesperado. A Polícia Civil concluiu que os aparelhos encontrados no gabinete da prefeita Flávia Moretti não passavam de campainhas sem fio comuns, sem qualquer capacidade de gravação ou interceptação de conversas.


A investigação começou após uma varredura eletrônica identificar sinais considerados suspeitos no gabinete da chefe do Executivo municipal.

A descoberta gerou preocupação e movimentou os bastidores políticos da cidade, levantando suspeitas sobre a existência de “grampos” clandestinos no local.


Diante da repercussão, a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) abriu procedimento para apurar o caso e encaminhou os dispositivos para análise da Politec.

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Após a perícia técnica, os especialistas apontaram que os equipamentos eram utilizados apenas como campainhas eletrônicas residenciais e não possuíam tecnologia de espionagem.


Com a conclusão do laudo, a hipótese de monitoramento ilegal foi descartada oficialmente pela Polícia Civil. Mesmo assim, o episódio aumentou ainda mais o clima de tensão política dentro da administração municipal e gerou forte repercussão em Várzea Grande.


Nos bastidores, o caso segue sendo comentado por aliados e opositores da prefeita, principalmente pelo alarde causado após a suspeita inicial de escuta clandestina dentro do gabinete.