que era para ser o momento mais esperado da noite de Réveillon se transformou em polêmica nacional. A Mega da Virada, principal sorteio das loterias brasileiras, foi adiada de forma inesperada, pegando milhões de apostadores de surpresa e gerando revolta, críticas e desconfiança às vésperas da chegada de 2026.
A decisão de não realizar o sorteio no horário anunciado quebrou uma tradição consolidada e levantou questionamentos sobre organização, preparo dos sistemas e respeito ao apostador, que esperava encerrar o ano conhecendo o resultado do prêmio bilionário.
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O adiamento ocorreu em meio a um volume recorde de apostas, o que escancarou falhas operacionais justamente no concurso mais importante do calendário. Para muitos brasileiros, o episódio reforça uma sensação de desorganização em um evento que movimenta bilhões e alimenta o sonho de milhões de famílias.
Nas redes sociais, o clima foi de indignação. Apostadores cobraram explicações, falaram em falta de planejamento e criticaram o fato de um sorteio desse porte não ter sido realizado conforme o anunciado. O tema dominou a virada do ano e virou um dos assuntos mais comentados do país.
Mesmo com a garantia de que todas as apostas seguem válidas, o estrago já estava feito. A frustração tomou o lugar da comemoração, e a virada milionária acabou virando debate em vez de celebração.
Agora, o sorteio foi empurrado para o primeiro dia de 2026, transformando o início do ano em um marco histórico — não apenas pelo valor do prêmio, mas pelo episódio polêmico que entrou para a história da Mega da Virada.
A pergunta que fica é: como um dos maiores eventos de apostas do país não estava preparado para a própria demanda que ele mesmo cria?
