Homem que matou a própria irmã é flagrado rondando estúdio em Cuiabá e assusta profissional

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Foto da câmera de monitoramento
FOTO DA CÂMERA DE MONITORAMENTO

Câmeras registraram “Marquinhos” circulando e observando o interior do local; delegada aponta comportamento típico de criminoso sexual em série.

Um homem identificado como Marcos Pereira Soares, de 32 anos, conhecido como “Marquinhos”, suspeito de assassinar a própria irmã, Estefany Pereira Soares, foi flagrado por câmeras de segurança rondando um estúdio de designer em Cuiabá, na quarta-feira (11).

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Ele acabou sendo preso posteriormente pela polícia. O detalhe que chama atenção é que o suspeito havia saído da prisão poucos dias antes do crime.

As imagens de monitoramento mostram o momento em que Marcos circula nas proximidades do estabelecimento. A profissional que trabalha no estúdio relatou nas redes sociais que passou por momentos de grande tensão ao perceber a presença do homem do lado de fora.

Segundo o relato dela, o suspeito chegou a tentar se esconder atrás de uma árvore, aparentemente para não ser notado. Ao perceber a movimentação estranha, a designer decidiu fechar a cortina do local. Mesmo assim, o homem teria se aproximado ainda mais da porta e permanecido observando o interior do estúdio.

Com medo da situação, a mulher acionou familiares e amigos para ajudá-la a sair do local em segurança.

A delegada Jéssica Assis, responsável pelas investigações, confirmou que a polícia teve acesso às imagens. De acordo com ela, o comportamento apresentado pelo suspeito levanta fortes indícios de um possível padrão criminoso.

“Recebemos as filmagens e tudo indica que o comportamento dele pode ser característico de um criminoso sexual em série. É uma linha de investigação que estamos analisando”, explicou.

A delegada informou ainda que a proprietária do estúdio será chamada para prestar depoimento, a fim de esclarecer se houve algum tipo de perseguição ou até tentativa de crime contra a dignidade sexual.

Para a investigadora, o histórico e as atitudes do suspeito indicam que ele representa risco à sociedade.

“É uma pessoa que precisa ser contida. Não demonstra condições de conviver em sociedade e representa perigo para mulheres, meninas e até crianças”, concluiu a delegada.