Motivo da investigação repete prática de gestões anteriores. População questiona qual é o verdadeiro objetivo da CPI — e teme a volta de um passado que atrasou o município.
A abertura da CPI contra a prefeita Flávia Moretti, aprovada por 17 vereadores, acendeu um alerta grave na população de Várzea Grande. O motivo alegado — o uso de slogan institucional em uniformes escolares — é exatamente o mesmo adotado por todas as administrações anteriores. E aí surge a pergunta que ecoa nas ruas: por que agora é caso para CPI, se antes nunca foi?


As comparações são claras e incontestáveis:
• Kalil Baracat estampava “Mais por você, mais por Várzea Grande” nos uniformes.
• Lucimar Campos usava o lema “Amar, cuidar e acreditar”.
• Flávia Moretti segue o padrão de comunicação institucional, como sempre foi feito.
Nenhuma CPI foi aberta antes. Nenhuma investigação. Nenhuma indignação política.
Agora, de repente, virou crime?
É impossível ignorar o incômodo que cresce entre os moradores:
👉 Qual é o verdadeiro objetivo desta CPI?
Porque Várzea Grande já não suporta mais disputas por poder disfarçadas de “investigação”.
Enquanto vereadores travam batalhas internas, quem paga a conta é o povo — o mesmo povo que votou esperando melhorias, obras, segurança, saúde e estabilidade. Em vez disso, assiste novamente à velha receita: brigas, ataques e um clima de guerra política.
E o comentário que mais tem se espalhado nas conversas nas redes, nas feiras, nos bairros, é um só:
“Será que querem o afastamento da prefeita?”
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A população guarda na memória o episódio traumático do passado, quando, na gestão de Murilo Domingos, disputas internas e manobras políticas mergulharam Várzea Grande em um caos administrativo que atrasou profundamente o desenvolvimento da cidade.
Será que a história está prestes a se repetir?
O momento exige responsabilidade.
Exige verdade.
Exige coerência.
Várzea Grande não pode — e não quer — reviver um capítulo de instabilidade que só serviu para prejudicar o cidadão e enfraquecer o município.
Agora, mais do que nunca, fica a pergunta que a população faz em voz alta:
Estamos diante de uma investigação técnica ou de um movimento político para derrubar uma gestão eleita democraticamente?
