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Saúde

Navio é barrado no Porto de Santos por trazer varíola dos macacos

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Saúde

Trata-se de um navio cargueiro, vindo do Chipre. Anteriormente, esteve na Argentina
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Trata-se de um navio cargueiro, vindo do Chipre. Anteriormente, esteve na Argentina

Um navio que vinha do Chipre foi barrado no Porto de Santos (SP) por suspeita de que tripulantes estão com a varíola dos macacos. Trata-se de um navio cargueiro, com nome de registro “MV Captain John P”. A situação foi constatada antes da autorização para atracar.

“A embarcação encontra-se na área de fundeio, não estando, neste momento, autorizada a atracar ou operar por parte da Anvisa ( Agência Nacional de Vigilância Sanitária )”, disse a SPA (Santos Port Authority), empresa responsável pela infraestrutura do Porto de Santos , em nota.

Daqui para frente, a equipe do porto que está encarregada de cuidar do caso disse que irá seguir as orientações da Anvisa, para, assim, proceder com as medidas cabíveis. Antes de chegar à costa brasileira, o navio estava atracado no porto de San Lorenzo, na Argentina.

Resta saber se já traziam a doença antes da “escala” no país vizinho, ou se a tripulação contraiu lá mesmo. Os órgãos de saúde do Brasil (e do mundo) estão cautelosos com a disseminação da doença. Até o momento, uma morte pela varíola dos macacos foi confirmada no Brasil, em MG.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 7.198 casos e 57 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou 7.198 casos positivos e 57 mortes por covid-19 em 24 horas, segundo o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde neste domingo (7). Desde o início da pandemia, foram registrados 34.018.371 casos e 679.996 óbitos pela doença.

No boletim, os dados de casos e mortes de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Distrito Federal, do Mato Grosso, do Maranhão, de Tocantins e de Roraima não foram atualizados. O número de óbitos do Mato Grosso do Sul também não.

Entre os que contraíram a doença, 96,2% se recuperaram, o que corresponde a 32.731.706 pessoas. Há ainda 606.669 casos em acompanhamento.

Estados

São Paulo é o estado com maior número da casos e de mortes, com 5,95 milhões e 173.338, respectivamente. Em relação aos casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,83 milhões) e Paraná (2,70 milhões). 

O menor número de casos foram registrados no Acre (145.488), Roraima (173.401) e Amapá (177.285). Os três estados também registram os menores números de mortes pela doença: Acre (2.021), Amapá (2.153) e Roraima (2.158).

Boletim epidemiológico covid-19 Boletim epidemiológico covid-19

Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Vacinação

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 496,51 milhões de doses de vacina contra a covid-19 no Brasil, sendo 178,58 milhões de primeira dose, 159,63 milhões de segunda dose e 4,98 milhões de dose única. 

A primeira dose de reforço foi aplicada em 103,56 milhões de pessoas, a segunda dose de reforço em 17,99 milhões e a dose adicional em 4,75 milhões.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Varíola dos macacos: entidades criticam estigma a homossexuais

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Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais
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Transmissão da varíola dos macacos tem sido muito associada aos homossexuais

A contaminação pela varíola dos macacos vem se espalhando pelo mundo e trazendo um problema já observado historicamente, quando surgiram os primeiros casos de HIV. Chamada na década de 80 por diversos nomes pejorativos relacionados a homossexualidade, a Aids carregou por anos essa estigmatização.

No último dia 1º, um editorial publicado na Revista Brasileira de Enfermagem alerta para a repetição desse risco, pois o olhar discriminatório ao paciente contaminado com a varíola dos macacos pode prejudicar o tratamento, protelando o seu diagnóstico e até mesmo a procura por cuidados com a saúde.

“O fato de relacionar a orientação sexual com o vírus Monkeypox não faz qualquer sentido, já que existem opções de comunicação que se podem mostrar igualmente efetivas, como, por exemplo, focar na prática de relações sexuais entre indivíduos infectados, sem categorizar sexualidades ou práticas em específicos, assumindo uma posição globalizada das ações sanitárias e de controle epidemiológico”, diz o texto.

A própria agência das Nações Unidas para a Aids mostrou preocupação com o fato de a mídia ter reforçado estereótipos homofóbicos e racistas na divulgação de informações em torno da varíola dos macacos .

A monkeypox , como é conhecida internacionalmente, não é uma infecção sexualmente transmissível, embora possa se espalhar pelo contato íntimo durante as relações sexuais, quando existe erupção cutânea ativa.

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida
Reprodução/Twitter

Veja, abaixo, mais detalhes de como a varíola dos macacos pode ser transmitida

A infecção é transmitida a partir das feridas, fluidos corporais e gotículas de uma pessoa doente. Isso pode ocorrer mediante contato próximo e prolongado sem proteção respiratória, contato com objetos contaminados ou contato com a pele.

Foi o que ocorreu com o professor de inglês Peter Branch, de 48 anos. Ele e seu companheiro moram na capital paulista e foram infectados pela doença. O britânico, que vive no Brasil há mais de 9 anos, queixa-se do preconceito envolvendo a enfermidade.

“Fomos infectados indo a um bar heterossexual. Acho que o mais grave é que homens e mulheres heterossexuais não estão prestando atenção aos sintomas e, portanto, infectando os outros também”, disse. “O que incomoda é que as pessoas pensam que isso é só na comunidade gay ”, completou.

Ele conta que apresentou febre, dor de cabeça, cansaço, e que as lesões surgiram depois. Ele recebeu atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “As manchas doeram um pouco, o chato foi o isolamento, não poder brincar com meus cachorros”. Peter já se sente bem e acompanha a recuperação de seu companheiro.

Fonte: IG SAÚDE

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