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PRISÃO

Duas armas são apreendidas na BR 070 em Mato Grosso

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A primeira situação ocorreu pela manhã de ontem (03), na BR 070, município de Barra do Garças, quando a Polícia Rodoviária Federal abordou uma carreta.

Durante a fiscalização, localizou-se na cabine do caminhão uma pistola 9mm, dois carregadores e 19 munições e algumas caixas com produtos que não correspondiam com a carga transportada.

Na ocasião, verificou-se que a referida arma de fogo possuía registro, porém o homem não tinha porte de arma. Indagado sobre os produtos encontrados na cabine do caminhão, o condutor declarou que pegou essa carga após o acidente de trânsito ocorrido próximo ao município de General Carneiro/MT.

Diante das informações obtidas, o homem foi detido, a princípio, pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e furto/saque de carga, sendo encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Barra do Garças/MT para realização de procedimentos cabíveis.

A segunda ocorrência aconteceu na parte da tarde ontem, no km 070 da BR 070, no município de Primavera do Leste, quando a Polícia Rodoviária Federal abordou um veículo que circulava pela região.

Durante a fiscalização, o condutor do veículo informou possuir uma arma de fogo, ao solicitar a documentação da arma, verificou-se que ela estava devidamente registrada. Contudo, foi verificado que motorista do veículo não possuía porte de arma, o que caracterizava o crime.

Foi apreendido uma pistola, 03 carregadores e 27 munições, todos de calibre 9mm.

Diante dos fatos, o homem foi detido, a princípio, pelo crime de porte ilegal de arama de fogo de uso permitido e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Primavera do Leste.

Fonte: PRF MT

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Falta de Coronavac impede início de vacinação contra Covid de crianças de 3 e 4 anos em Cuiabá

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Em 13 de julho a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças de 3 e 4 anos de todo o território brasileiro. Cerca de uma semana depois, o Ministério da Saúde divulgou uma Nota Técnica com as orientações sobre a vacinação deste grupo e os municípios que ainda possuíam estoques de Coronavac deram início à imunização das crianças.

Em Cuiabá não foi possível começar a imunização desta faixa etária, visto que a capital não tem mais doses do imunizante. “A última remessa de Coronavac que Cuiabá recebeu foi em 12 de julho, num total de apenas 500 doses. Elas foram usadas para completar o esquema vacinal das crianças acima de 5 anos que já tinham tomado a primeira”, explicou Valéria de Oliveira, coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

Valéria revelou que a capital mato-grossense ainda possui estoque de Pfizer pediátrica, para crianças de 5 a 11 anos. “A vacinação das crianças começou em janeiro deste ano e ainda assim não conseguimos alcançar 50% grupo de 5 a 11 anos com a primeira dose. O grupo de 5 a 11 anos em Cuiabá é composto por 60.659 crianças e foram vacinadas 47,5% com a primeira dose e 28% com a segunda”, comentou.

A coordenadora disse que, tão logo Cuiabá receba as doses de Coronavac, a vacinação das crianças de 3 e 4 anos terá início. “Atualmente temos 13 locais de vacinação infantil, espalhados por todas as regionais da cidade, inclusive na regional rural. Assim que recebermos a Coronavac, começaremos imediatamente a imunização deste grupo. Aproveito para pedir que os pais que não levaram ainda suas crianças a partir dos 5 anos para receber a dose da vacina, que o façam o quanto antes. As vacinas são seguras e graças a elas estamos vencendo a pandemia”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Supostos organizadores do Dia do Fogo são alvos de operação em Colniza

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Sete mandados de buscas e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário em Colniza, município distante 1.042 km de Cuiabá, estão sendo cumpridos neste sábado (13), na Operação Jomeri. Os alvos são pessoas físicas e jurídicas responsáveis, em tese, pela organização da ação criminosa conhecida como “Dia do Fogo”.

A Operação é um desdobramento da ação fiscalizatória realizada no dia 05 de agosto. A iniciativa é desenvolvida de forma conjunta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco Ambiental), Promotoria de Justiça de Colniza, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Delegacia Regional de Juína, Delegacia Municipal de Colniza, Grupo de Operações Especiais (GOE), Batalhão de Proteção Ambiental da Polícia Militar e Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

De acordo com as investigações, um grupo de indivíduos estaria se organizando para provocar, de forma coordenada, queimadas em áreas de floresta nativa em vários pontos da região de Colniza. O modo de agir seria o mesmo utilizado há três anos, no Estado do Pará, quando a fumaça gerada por queimadas criminosas percorreu milhares de quilômetros pelo território brasileiro.

A área total das propriedades investigadas ultrapassa 300 mil hectares, dos quais já se constatou um desmatamento de 50 mil hectares. Os envolvidos na ação poderão responder pelos crimes de associação criminosa, desmatamento e queima Ilegal, crime contra a administração ambiental, dentre outros. A investigação teve início no ano de 2021.

Além das medidas de busca e apreensão, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso instaurou dezenas de procedimentos de natureza cível, buscando a reparação socioambiental pela degradação já ocorrida. O valor total das indenizações é de R$ 421.731.922,05.

Desde a notícia de que ocupantes de uma das fazendas da região promoveriam incêndio criminoso na área, a Sema, por meio da Superintendência de Fiscalização e o Núcleo de Inteligência, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental e Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar, posicionaram suas equipes na área de forma ostensiva a prevenir e impedir a ação dos infratores, bem como identificar as pessoas ligadas à incitação lesiva ao meio ambiente. Já foram lavrados 18 autos de infração pela prática de desmate ilegal, que correspondem a 50% do desmate para o município de Colniza.

De 08 a 12 de agosto, o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental aplicou em quatro pontos da região multas de R$ 200 mil por quebra de embargo e de R$ 450 mil desmate ilegal, totalizando R$ 650 mil. Ao todo, foram fiscalizados oito alertas.

Em Mato Grosso, o uso do fogo está proibido desde o dia 1º de julho e a vedação segue até o dia 30 de outubro.

SIGNIFICADO – A denominação da operação faz referência ao nome do antigo psicólogo que estudou sobre o problema da piromania (caracterizada por atear fogo de forma intencional e compulsivamente) e deu origem a todos os recentes estudos e tratamentos sobre citada síndrome.

Fonte: MP MT

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