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Economia

Alexandre Ywata é o novo secretário especial de Produtividade

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O novo secretário especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia será Alexandre Ywata. A nomeação pelo ministro Paulo Guedes foi publicada hoje (6) no Diário Oficial da União.

Ywata substituirá Daniella Marques Consentino, que assumiu a presidência da Caixa Econômica Federal. Ex-subsecretário de Direito Econômico na Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, ele era secretário de Desenvolvimento da Infraestrutura, cargo que integra a estrutura da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade, desde fevereiro deste ano.

Mestre em estatística pela Universidade de Brasília (UnB) e PhD em estatística pela Northwestern University, nos Estados Unidos, Ywata é servidor de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), onde foi presidente substituto e diretor de Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais. Ele também tem passagem pela Caixa Econômica Federal, onde foi presidente da Caixa Participações e ocupou as vice-presidências de Riscos e Controles Internos e de Fundos de Investimentos.

A Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade é responsável por programas de qualificação profissional e pela elaboração de políticas que melhorem a produtividade da economia. Nos próximos meses, o órgão pretende lançar um painel de acompanhamento de investimentos privados, gerados por concessões e privatizações.

Além de publicar estudos com os efeitos das políticas e das reformas promovidas pelo governo, a Secretaria de Política Econômica elabora as previsões oficiais do Ministério da Economia para variáveis econômicas como Produto Interno Bruto (PIB) e inflação. Essas estimativas são usadas na elaboração do Orçamento e são revisadas a cada dois meses, uma semana antes de o governo anunciar o contingenciamento (bloqueio) ou a liberação de verbas.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Economia

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Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

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Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida
José Cruz/Agência Brasil

Valores a Receber: 2ª fase de consultas ainda segue sem data definida

Prevista para começar no dia 2 de maio, a segunda fase de consultas ao “dinheiro esquecido” nos bancos — o Sistema de Valores a Receber, do Banco Central — segue sem data definida. A retomada foi adiada com a greve dos servidores da entidade monetária.

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“As consultas ao Sistema de Valores a Receber (SVR) estão temporariamente suspensas para aprimoramento”, informa o Banco Central no site do SVR.

A paralisação dos servidores, porém, terminou há 40 dias, e o BC ainda não divulgou uma data para a retomada das consultas.

Questionado, o BC afirmou que “o cronograma e as informações sobre a nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”.

O Banco Central estima que há cerca de R$ 8 milhões em valores “esquecidos” nos bancos. Na primeira fase de consultas, cerca de R$ 4 milhões foram liberados.

A primeira fase de consultas se encerrou no dia 16 de abril, com a respecagem de valores esquecidos por brasileiros que haviam perdido o prazo para resgate. Na ocasião, eles puderam reagendar uma nova data para recuperar o dinheiro.

Para a segunda fase, o Banco Central anunciou algumas mudanças:

  • Não haverá mais necessidade de agendamento. O cidadão poderá pedir o resgate dos recursos no momento da primeira consulta;
  • O SVR contará com informações novas repassadas pelas instituições financeiras. Ou seja, mesmo quem já resgatou seus recursos e quem não tinha valores a receber na primeira etapa deve consultar novamente o SVR, pois os dados serão atualizados e pode haver recurso novo.

Nessa etapa, os cidadãos poderão consultar se possuem dinheiro esquecido nos bancos oriundo de:

  • Contas-correntes ou de poupança encerradas, com saldo disponível;
  • Tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
  • Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • Recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.


Fonte: IG ECONOMIA

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‘Basta aprovar reforma tributária’, diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600

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'Basta aprovar reforma tributária', diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600
Lorena Amaro

‘Basta aprovar reforma tributária’, diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (17) que, para manter o valor do Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023, “basta aprovar reforma tributária um dia após a eleição”. A declaração foi feita durante fórum da Tag Investimentos.

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Ele também afirmou que uma possibilidade seria corrigir a tabela do Imposto de Renda e tributar lucros e dividendos.

O ministro argumentou que, até então, as despesas extras, incluindo as relativas ao auxílio emergencial, foram cobertas por receitas extraordinárias.

Também disse que os pacotes aprovados pelo governo nos últimos meses para auxiliar os mais pobres, como a “PEC Eleitoral”, estão “inteiramente pagos”, com uma estimativa de encerrar o ano com superávit primário.

Guedes afirma que seguirá no governo caso Bolsonaro seja reeleito

Durante o evento, Paulo Guedes também indicou que seguirá no governo caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) vença as eleições em outubro. “Eu sou incansável quando acredito no que precisa ser feito”, afirmou ele.

Segundo ele, a aliança entre liberais e conservadores também deve continuar em um segundo mandato. “Vamos seguindo, estamos juntos.”

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Guedes disse que as previsões que apontam para uma desaceleração da economia consideram um modelo antigo do país e não levam em conta as reformas realizadas nos últimos anos, com redução do papel do Estado. “Trocamos o eixo da economia brasileira”, declarou ele. 

Sobre a estimativa para o PIB de 2022, o ministro questionou a projeção feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que prevê alta de 2,5%. “Acho que vai ser maior, mas não falo nada”, pontuou.


Fonte: IG ECONOMIA

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