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Economia

Dia do chocolate: veja como brasileiros consomem e a marca preferida

Publicado

Economia

*Por Betway

Lacta é a marca preferida do país e todas as regiões comem o doce como sobremesa

As pessoas costumam ter fortes opiniões sobre o chocolate: as marcas favoritas, os tipos preferidos, o melhor momento para consumir o doce. Há quem seja muito fã do chocolate branco, outros que detestam. Ou quem nem conte o chocolate amargo como uma opção, já que ele não possui um gosto tão açucarado quanto os outros. Porém, independentemente da característica, é fácil afirmar que o chocolate em si é um queridinho mundial, que já inspirou músicas, livros e filmes. Até por isso, ele recebeu um dia para chamar de seu: 7 de julho é considerado o Dia Mundial do Chocolate.

Tim Maia cantou “eu só quero chocolate” a pleno pulmões, em um jingle para a  Associação Brasileira dos Produtores de Cacau em 1971. A música comercial quebrou barreiras e embalou muitas lembranças dos brasileiros. Já Roald Dahl imaginou um mundo lúdico dentro de uma fábrica de produção do doce em “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, escrito em 1964. A história não ganhou uma, mas duas adaptações ao cinema e fez parte da infância de diversas gerações. Inclusive, o chocolate é uma das poucas comidas que tem um nome específico para a sua compulsão. Aqueles que são “viciados” – porque ainda há discussões se comida vicia ou não – são conhecidos como chocólatras.

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Com uma importância social e cultural tão grande, o chocolate também tem a sua parcela na economia do Brasil, já que está na lista de mercado de 82,6% da população. No gráfico abaixo, a equipe de jogos de roleta online da  Betway mostra a visão sobre a produção do doce no país. Entenda!

Com as mudanças na rotina do mundo todo nos últimos dois anos, o consumo de chocolate também mudou. Segundo pesquisa do Instituto Kantar, encomendada pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas, no passado o consumo de chocolate era mais representativo fora de casa, mas entre janeiro e setembro de 2021, o consumo dentro do lar disparou e hoje representa 58% do valor. Foi um crescimento de 27% em comparação com o mesmo período em 2020, por exemplo.

“Com a penetração do consumo de chocolate chegando à marca dos 58%, observamos que nosso mercado é resiliente e atende continuamente às demandas dos diversos perfis de consumidor, com inovação constante por parte das indústrias”, diz Ubiracy Fonseca, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), com exclusividade à Betway.

A empresária Alessandra de Lucca também sentiu essa mudança. Proprietária da Top Doces, loja localizada na zona oeste de São Paulo, ela comenta que, nos últimos dois anos, os clientes passaram a comprar mais caixas fechadas, em atacado – mesmo que para consumo próprio. “Antes, os consumidores passavam após o almoço em busca da sobremesa, mas ultimamente têm escolhido levar caixas. Conversando com os representantes das marcas, também me informaram que a demanda subiu bastante, chegando a bater recorde de faturamento”, divide.

Com todo esse panorama, a pergunta paira em nossa mente: como o brasileiro consome chocolate? Em uma pesquisa online feita com 350 pessoas de todas as regiões brasileiras, a Betway traçou algumas similaridades e diferenças entre a forma que os brasileiros gostam de aproveitar o doce.

De acordo com a pesquisa, o Bis foi o campeão entre os favoritos, com 27% de preferência do público. Porém, no negócio da empresária, o mais vendido não chegou nem a aparecer. O Suflair, da Nestlé, é a escolha da sua clientela. “Como é uma marca conhecida, mas a um preço baixo, ele se torna um ótimo custo benefício – principalmente para a revenda”, explica. Mas ela afirma que o Bis também não falta em seu estoque.

Entre as marcas de chocolate, a pesquisa aponta que Lacta é a principal escolha dos brasileiros, com 37%, e Alessandra confirma que essa é também a preferência dos seus consumidores, dando destaque às barras mesmo, em comparação a bombons ou similares. “Mas a Nestlé também é uma marca bem forte, o páreo é duro entre as duas”, a empresária divide.

Inclusive, o assunto marcas de preferência chegou a entrar no trending topics do Twitter em junho. O motivo? Um tweet viral que comparava cada bombom das caixas especiais da Lacta, Nestlé e Garoto. Com o simples texto “Qual é a melhor?”, o internauta garantiu mais de 30 mil comentários de pessoas exaltando as suas preferências. Entre as respostas mais curtidas, muitos exaltavam ainda chocolates que já saíram de linha, mas fazem saudades na rotina do brasileiro, como o Chokito Branco, o Nestlé Magic e a caixa de bombons Personalidades, da Garoto. 

Quando o assunto é periodicidade, o chocolate não aparece na vida dos moradores do país diariamente, apenas 21,3% das pessoas procuram sempre o doce uma vez ao dia. Mais da metade dos entrevistados (52%) afirmam que o mais comum é consumir chocolate em algum momento da semana.

Agora, o que é preferência assumida é o momento de comer chocolate: após uma grande refeição, como almoço ou jantar. Outras ocasiões bastante citadas foram os dias de TPM e/ou picos de ansiedade. O que faz muito sentido, se formos analisar. Afinal, olhando pelo lado químico da reação do chocolate no organismo, ele é capaz de produzir serotonina, hormônio com efeito estimulante e antidepressivo. 

Mas e de forma regionalizada? Como cada região brasileira consome o chocolate? Confira no infográfico abaixo.

Poucos comportamentos permeiam todo o Brasil, principalmente por ser um país tão extenso. Por isso, o chocolate como unanimidade após as refeições mostra a força que esse doce tem em nosso território. Junto com o cafezinho, o chocolate é uma mania nacional.

Porém, as diferenças são ainda mais curiosas quando observadas de perto. O Bis é o chocolate mais consumido em todas as regiões, exceto no Centro-Oeste, que prefere o Sonho de Valsa, e no Sul, que a escolha é o Ouro Branco. Quanto à marca, somente o Nordeste prefere a Nestlé (37%) e não a Lacta, que é preferência nacional.

Outro fato interessante apontado pela pesquisa é a preferência de paladar meio amargo nas regiões Centro-Oeste e Norte do país. Este tipo de chocolate também está muito ligado a opções mais saudáveis, já que possui menos açúcar e gordura do que os outros sabores. Inclusive, relacionado ou não, a região Norte é detentora da maior produção de cacau do Brasil – mais especificamente o estado do Pará, responsável por 144,2 mil toneladas da fruta por ano. Em segundo lugar vem a Bahia, com 106 mil toneladas. O Brasil, como um todo, é o 7º maior produtor de cacau no mundo.

Ou seja, não à toa o chocolate é uma das características brasileiras: tanto em produção, como em consumo. E o dia 07 de julho marca isso. A data, que marca o dia em que tal iguaria chegou à Europa vindo de civilizações originárias da América, é cada vez mais celebrada. Afinal, chocolate é assunto sério no país inteiro.

Fonte: IG ECONOMIA

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Eletrobras reduz lucro em 45% após investimento em Furnas

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Eletrobras
Agência Brasil

Eletrobras

A Eletrobras obteve lucro líquido de R$ 1,401 bilhão no segundo trimestre do ano , queda de 45% na comparação com o mesmo período de 2021. No acumulado do ano até junho, o lucro da companhia caiu 1%, para R$ 4,117 bilhões.

Segundo a estatal, o resultado foi impactado negativamente pela provisão para perdas em investimentos no montante de R$ 890 milhões, em função, principalmente, do  aporte de capital realizado por Furnas na SPE Santo Antônio Energia.

No trimestre também pesou o registro de R$ 694 milhões em Provisão para Crédito de Liquidações Duvidosas (PCLD) relativo à inadimplência da distribuidora Amazonas Energia.

A receita operacional líquida atingiu R$ 8,856 bilhões no período, 19,1% superior à observada no mesmo período do ano passado, influenciada pela melhor performance nos contratos bilaterais e pelo reajuste anual das receitas de transmissão cuja base de ativos foi ampliada no ciclo 2021/2022 pelo reperfilamento da Rede Básica Sistema Existente (RBSE).

De janeiro a junho, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado somou R$ 4,861 bilhões, alta de 6% em comparação com igual intervalo do ano anterior. Considerando os seis primeiros meses de 2022, o Ebitda ajustado aumentou 5% para R$ 9,791 bilhões. A margem Ebitda ajustada do período alcançou 55%, queda de 7,08 pontos percentuais (p.p.) na base anual.

Ao final do trimestre, a dívida líquida recorrente da Eletrobras era de R$ 15,142 bilhões, 11% menor que no mesmo intervalo do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação dívida líquida por Ebitda LTM ajustado, alcançou 0,7 vez no trimestre, queda de 24% na base anual.

Os investimentos da Eletrobras no trimestre totalizaram R$ 2,548 bilhões, crescimento de 159% em base anual de comparação. No semestre os investimentos avançaram 103%, para R$ 3,050 bilhões.

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Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

MP que autoriza exploração de urânio por empresas privadas é aprovada

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Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares
Divulgação/Eletrobras

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira uma medida provisória (MP) que libera a mineração de urânio para empresas privadas, por meio de parcerias com o setor público. Atualmente, a mineração de urânio no país é feita apenas pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

A Constituição Federal diz que compete exclusivamente à União “explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados”.

Por isso, as atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados são exercidas exclusivamente pela INB. A empresa atua em toda cadeia produtiva: da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica para as usinas nucleares brasileiras.

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A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e empresas privadas para exploração de jazidas de minérios nucleares e também a produção, a conversão e o enriquecimento do material.

O texto publicado nesta sexta-feira permite que a INB firme contratos com companhias para a exploração de urânio em todos os níveis da cadeia e remunere essas empresas com o percentual do valor arrecadado na comercialização do produto da lavra; com o direito de comercialização do minério associado; com o direito de compra do produto da lavra com exportação previamente autorizada; ou outros arranjos definidos em contrato.

“Com a atualização da legislação, espera-se que a INB, em parceria com o setor privado, aumente investimentos em pesquisa e lavra e a capacidade de produção nacional de urânio”, informou em nota o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, quando o titular de autorização para pesquisa ou de concessão de lavra encontra elementos nucleares associados a uma substância mineral, ele é obrigado a comunicar à Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à INB. Caso os elementos nucleares tenham valor econômico superior a outra substância mineral, toda a jazida é incluída no monopólio estatal e o titular perde a autorização de pesquisa ou concessão de lavra. Com a edição da MP, independentemente do valor econômico dos elementos nucleares presentes numa jazida mineral, será possível parcerias entre o minerador e a INB, para o aproveitamento de todos os recursos minerais presentes na jazida.

A MP autoriza ainda que a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBpar) passe a ser controladora da INB. A ENBpar foi criada para controlar as usinas nucleares de Angra e a hidrelétrica de Itaipu, antes pertencentes a Eletrobras e que não podem ser privatizadas.

“Com responsabilidade socioambiental, a MP busca atrair capital privado e desonerar o contribuinte, gerando emprego e renda para a população e consolidando o Brasil como um porto seguro para investimentos”, afirma o MME.

O Brasil é dono da sétima maior reserva de urânio no mundo, segundo a INB. São 309.000 toneladas do minério distribuídas entre os estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais. Porém, o governo estima que as reservas brasileiras sejam ainda maiores, já que menos de um terço do território nacional foi alvo de pesquisas em busca do minério.

Embora estando entre as dez maiores reservas de urânio do mundo, Brasil vem importando tudo o que consome de países como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Reino Unido. Outros países com grandes reservas são Austrália, Canadá e Rússia.

No Brasil, a exploração desse mineral ocorria na mina de Caetité, na Bahia, a mais de 600 quilômetros de Salvador. A produção nacional parou em 2015 e voltou em 2020. Agora, a INB tenta buscar recursos para voltar a explorar o minério em novas minas na região e em outras áreas.

O urânio é matéria-prima, principalmente, para a geração da energia nuclear. Ele passa por um processo químico, gerando um pó amarelo (chamado de yellow cake), que posteriormente é enriquecido para permitir a geração de energia elétrica nas usinas nucleares. No Brasil, há duas usinas desse tipo em operação: Angra 1 e 2. O governo também tenta concluir Angra 3, em construção há décadas. A Constituição também determina que a energia do urânio só pode ser usada no país para fins pacíficos. Além da produção de eletricidade, a energia nuclear vem sendo utilizada em outras áreas: na medicina, no meio ambiente, na engenharia, na produção de radiofármacos e na agricultura.

Fonte: IG ECONOMIA

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