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Periféricos do PS3 podem funcionar no PS5 via emulação, mostra patente

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Acessórios do PS3 podem funcionar no PS5
Divulgação/Sony

Acessórios do PS3 podem funcionar no PS5

É possível que acessórios antigos do PlayStation se tornem compatíveis com o PS5, graças a uma nova patente da Sony. A empresa registrou, nos EUA, um sistema que permite ao console da atual geração emular os softwares dos periféricos de edições anteriores, como os PlayStation Eye e Move. Essa tecnologia indica um possível interesse da companhia em preservar seus produtos.

Chamada “Sistemas e Métodos para Conversão de Código Legado em Código Atualizado”, a patente é bastante complexa e cheia de termos técnicos. Em resumo, a tecnologia emula os sistemas necessários para o funcionamento dos periféricos antigos. Em outras palavras, os acessórios podem ser utilizados no sistema do PS5 de forma nativa.

Pelo que parece, a ideia da Sony é permitir que jogadores possam conectar ao PS5 periféricos da época do PS3, como os PlayStation Eye, Move e Mouse, o PSP Go, controles DualShock e até o controle de mídia. Se essa patente se tornar um sistema real, será possível rodar no console da atual geração jogos antigos que exigem algum desses acessórios específicos.

Periféricos do PS3 podem funcionar em jogos do PS Plus

Vale lembrar que a Sony passou a oferecer jogos clássicos de PS3 nos catálogos dos planos Deluxe e Premium do novo PlayStation Plus. Porém, ainda não há títulos que precisam de periféricos para funcionar. Com a tecnologia da patente, a empresa pode incluir ainda mais games na assinatura.

Além disso, a patente é interessante porque ajuda a preservar não só acessórios, como também jogos antigos. Por mais que o sistema ainda não tenha sido lançado de forma definitiva, dá para dizer que a Sony tem interesse em dar mais suporte aos lançamentos do PS3.

É importante mencionar que o PS3 é um dos consoles mais difíceis de emular, por conta do seu sistema complexo. A maior parte dos jogos do console disponível nos catálogos do PS Plus só funciona via streaming, pois a Sony ainda não consegue fazê-los rodar de forma nativa, como acontece com os clássicos de PS1, PS2 e PSP.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Google Meet terá compartilhamento de Spotify e YouTube durante chamada

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Google Meet ganhará novos recursos
Tecnoblog

Google Meet ganhará novos recursos

O Google Meet ganhou muito destaque nos últimos anos, e vai receber alguns recursos extras para deixar suas reuniões mais legais. Com um novo recurso de compartilhamento ao vivo, dá para ouvir músicas no Spotify, ver vídeos no YouTube ou jogar com outros participantes da chamada. É bem parecido com o SharePlay, da Apple.

O recurso faz parte da fusão do Meet com o Duo, o app de videochamadas do Google (que não tem a mesma fama do irmão profissional).

Esse é um processo bem confuso, aliás: o app do Duo vai virar Meet e ganhar os recursos dele, enquanto o Meet vai ser renomeado para Meet Original e posteriormente descontinuado.

Jogos e streaming no Google Meet

Bagunça à parte, alguns novos recursos foram acrescentados. Um deles é este recurso de compartilhamento ao vivo. Ele ainda está em fase beta.

Durante uma chamada, basta tocar nos três pontos, escolher “Atividades” e selecionar uma das opções. Dá para iniciar uma sessão em grupo no Spotify, por exemplo, jogar Uno! Mobile ou Kahoot!, entre outras possibilidades.

SharePlay da Apple funciona com produtos diferentes

Compartilhar conteúdo de streaming em uma chamada não é inédito. É isso que o SharePlay da Apple faz.

Ele permite usar o FaceTime para compartilhar conteúdos de apps de streaming. Dentre as opções, estão a Apple TV+, o Disney+ e o HBO Max.

Spotify e YouTube não estão nessa lista, o que conta como um diferencial para o serviço do Google Meet.

O compartilhamento ao vivo teria sido bem interessante durante a fase mais crítica da pandemia de Covid-19, quando regras restritas de circulação estavam em vigor.

Mesmo assim, pode ser útil para empresas que adotaram o trabalho remoto ou para quem tem amigos espalhados pelo país ou pelo mundo.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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WhatsApp: é golpe mensagem que oferece Pix de R$ 50 no Dia dos Pais

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Golpe circula no WhatsApp
Unsplash/Mourizal Zativa

Golpe circula no WhatsApp

Circula no WhatsApp um golpe que promete dar os usuários um Pix de R$ 50 em comemoração ao Dia dos Pais. Se a vítima for até o fim da fraude, dinheiro nenhum é pago e dados pessoais são roubados.

O golpe foi descoberto pela empresa de cibersegurança Kaspersky, que alerta para o seu funcionamento. A mensagem que circula no WhatsApp afirma que um banco pagará R$ 50 para celebrar o Dia dos Pais.

Se o usuário clica no link recebido, ele se depara com a seguinte mensagem: “Parabéns, você ganhou!”. No site falso, a vítima é incentivada a compartilhar sua chave Pix para receber o pagamento, além de ser obrigada a compartilhar o link com outras pessoas no WhatsApp.

De acordo com a Kaspersky, o objetivo dos golpistas é justamente roubar a chave Pix dos usuários, que geralmente é o número de celular ou o CPF. Com essas informações, é possível aplicar outros golpes, como o da clonagem do WhatsApp.

“Temos visto cada vez mais esquemas de  phishing [quando uma mensagem falsa induz o usuário a alguma ação, como clicar em um link] se utilizarem de datas especiais para enganar pessoas”, afirma Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

“Adicionar o compartilhamento em uma das etapas torna a fraude ainda mais perigosa, pois eles fazem com que a vítima envie o golpe para amigos e parentes, transmitindo credibilidade ao link fraudulento. O ideal é que o usuário fique atento ao que receber qualquer conteúdo nos aplicativos de mensagens e não compartilhe promoções sem antes verificar nos sites oficiais”, orienta o especialista.

Como não cair em golpes no WhatsApp

As dicas para não cair nessa fraude são as mesmas para evitar cair em outros golpes que circulam no mensageiro e em outras plataformas. Confira:

  • Suspeite sempre de links recebidos por e-mails, SMS ou mensagens de WhatsApp;

  • Sempre verifique o endereço do site para onde foi redirecionado, endereço do link e o e-mail do remetente para garantir que são genuínos antes de clicar, além de verificar se o nome do link na mensagem não aponta para outro hyperlink;

  • Verifique se a notícia é verdadeira acessando o site oficial da empresa ou organização ou os perfis nas redes sociais;

  • Se não tiver certeza de que o site é real e seguro, não insira informações pessoais;

  • Mantenha um antivírus instalado e atualizado – veja aqui opções grátis para Android .


Fonte: IG TECNOLOGIA

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