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Economia

Bilionários perdem quase US$ 1,4 trilhão no primeiro semestre do ano

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Economia

Queda na fortuna de bilionários demonstra mudança no cenário econômico mundial
Flavia Tavares

Queda na fortuna de bilionários demonstra mudança no cenário econômico mundial

Nos últimos seis meses, as 500 pessoas mais ricas do mundo perderam cerca de US$ 1,4 trilhão. Diferente do crescimento contínuo da fortuna de bilionários nos últimos dois anos, o cenário econômico atual mostra que os mais ricos estão perdendo seu valor por conta das altas taxas de juros por todo o globo.

Empresários como Elon Musk e Jeff Bezos já relataram perdas sem precedentes nos últimos meses: Elon perdeu cerca de 61 bilhões de dólares e o presidente da Amazon 62,7 bilhões. 

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Hoje, uma das compras mais importantes para o mercado financeiro ainda não foi finalizada. A compra do Twitter por Musk ainda está travada em negociações depois de embates entre o bilionário e o atual CEO da empresa Parag Agrawal, além de desistências de outros acionistas durante o processo. A aquisição  chegou a um acordo de US$ 44 bilhões para a compra da rede social. 

Empresários mais estabelecidos no mercado também sofreram as consequências ecônomicas do mundo pós-pandemia: Bill Gates registrou perdas de US$ 23,4 bilhões no primeiro semestre de 2022.

Embora a queda nas fortunas dos mais ricos possa ser o início do caminho para a igualdade social, a dispariedade entre a classe dos bilionários com a população média é grande e não significa melhora automática para os países em crise.  

Outros dois homens que fazem parte da classe mais rica do mundo enfrentaram dificuldades entre crises mundiais em diversos setores, Changpeng Zhao e Sam Bankman-Fried, passaram por quedas bruscas no mercado de criptomoeda após instabilidade nos investimentos digitais e o homem mais rico da Rússia passa por sanções de diversos países em meio da guerra na Ucrânia.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

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Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Guedes diz que governo ‘perdeu prazo’, mas defende reforma tributária

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Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo
Lorena Amaro

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, embora o governo tenha perdido o ‘prazo’, a reforma tributária ainda está em pauta do governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (18) em um evento promovido pelo BTG Pactual.

Em tom eleitoral, Guedes afirmou que a redução de tributos com o aumento na arrecadação é uma medida que contribui para a simplificação tributária. Para o ministro, a tramitação da reforma em tributos não pode perder a “janela de oportunidade”.

“Os passos não são retráteis, você não vai andar para trás”, afirmou.

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Guedes ainda voltou a defender a tributação de lucros e dividendos, medida que causou mal-estar com o mercado financeiro. Segundo do chefe da pasta econômica, a iniciativa é necessária para aumentar a margem de isenção do Imposto de Renda (IR).

Paulo Guedes aproveitou para defender o aumento da tributação para mais ricos. O ministro propôs a junção de políticas sociais, gestão de capital público e investimento privado para simplificar a impostos.

“A base de arrecadação aumenta e essa massa de arrecadação maior paga a transferência de renda”, declarou.


Fonte: IG ECONOMIA

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