conecte-se conosco


Direto de Brasília

Presidente do Senado e líderes decidirão sobre CPIs na próxima semana

Publicado

Direto de Brasília

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse hoje (29), durante uma entrevista coletiva, que deverá decidir sobre a leitura do pedido de instalação de novas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) após reunião de líderes no início da próxima semana. Pacheco também comentou sobre o assunto mais tarde em suas redes sociais. 

Além da CPI do Ministério da Educação (MEC), que teve o pedido de criação protocolado ontem (28) e é apoiada pela oposição, há mais três CPIs protocoladas há mais tempo, propostas por governistas e que aguardam serem instaladas: a de obras inacabadas; a das ONGs e a do crime organizado.

O presidente do Senado disse que a abertura de uma CPI no Senado depende do cumprimento dos “requisitos necessários estabelecidos na Constituição Federal e no Regimento Interno da Casa”. 

“Vamos ouvir a advocacia do Senado, a consultoria do Senado e tomar a melhor decisão, que acredito que deva ser no início da próxima semana. Esses são os critérios técnicos e regimentais que cabe à Presidência do Senado fazer”, disse Pacheco. “Logo na sequência, há uma discussão política que eu levarei ao colégio de líderes partidários. Com esses parâmetros definidos, vamos submeter aos líderes do Senado, em uma reunião que vou marcar para a próxima semana, a respeito desse assunto específico”.

Pacheco disse que os quatro pedidos serão analisados de forma igualitária e isonômica e que a advocacia e a consultoria do Senado vai avaliar os critérios técnicos da pertinência do tema de cada uma das CPIs propostas. “Com o relatório técnico definido, em uma reunião de líderes do Senado teremos uma definição sobre cada um dos pedidos. Como presidente do Senado, seguirei os requisitos estabelecidos pela legislação brasileira”, disse. 

O presidente do Senado disse não haver problema no funcionamento simultâneo de várias CPIs, embora ele acredite que o período eleitoral possa dificultar a operacionalidade das comissões.

“Os meses de agosto e setembro serão muito dedicados à questão eleitoral e devemos avaliar o envolvimento dos partidos políticos, dos senadores, num propósito desse de investigação em diversas CPIs. Então, esse critério político deverá ser considerado pelo Colégio de Líderes do Senado para termos a melhor decisão”, disse Pacheco.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política Nacional

Comentários Facebook
publicidade

Direto de Brasília

Esquerda queria desastre econômico, mas se deram mal, diz Bolsonaro

Publicado

Jair Bolsonaro criticou a esquerda em ato em São José dos Campos
Reprodução/YouTube – 18.08.2022

Jair Bolsonaro criticou a esquerda em ato em São José dos Campos

Nesta quinta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro voltou a fazer ataques contra a esquerda e afirmou que políticos opositores estavam torcendo por um “desastre econômico” para voltar ao poder no Brasil. A declaração foi feita em comício realizado no Parque Tecnológico de São José dos Campos, em São Paulo.

“Todo mundo esperava um desastre na economia para eleger a esquerda aqui no país. Se deram mal”, provocou o chefe do executivo federal. Ele participou do ato ao lado de Tarcísio de Freitas, candidato ao governo paulista.

“Nós vamos agora, no mês que vem, baixar para 8% a taxa de desemprego no Brasil. Recorde de carteiras assinadas. Os negócios no mundo todo. Se não fosse eu conversar com o Putin, teríamos desabastecimento no Brasil, estaria ameaçada a nossa segurança alimentar, bem como a segurança alimentar de um bilhão de pessoas ao redor do mundo”, acrescentou.

Bolsonaro afirmou que os resultados apresentados pelo seu governo ocorreram por conta das suas escolhas. “Eu sou técnico desse time de futebol, escalei esse time sem interferência política. Não teve troca troca partidário aqui. Olha os números da economia, os números não mentem”, concluiu o presidente.

Bolsonaro e o youtuber

Mais cedo, Bolsonaro perdeu a paciência com o youtuber Wilker Leão, na saída do Palácio da Alvorada , residência oficial da Presidência em Brasília. O chefe do executivo federal foi provocado e partiu para cima do influencer.

Nesta manhã, o mandatário estava ao lado de apoiadores e Leão começou a fazer perguntas provocativas, sendo empurrado por uma pessoa não identificada. Irritado, ele passou a xingar o presidente da República de “covarde”, “safado” e “tchutchuca do Centrão”.

O mandatário afirmou que queria conversar com Wilker e tentou pegar o celular dele, puxando o rapaz pelo braço e pela blusa. No entanto, o influenciador conseguiu escapar, sendo cercado pelos seguranças. Após o atrito, Bolsonaro e Leão conversaram por cinco minutos.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Fonte: IG Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Direto de Brasília

Projeto considera represas e barragens para irrigação bens de utilidade pública

Publicado

Marina Ramos/Câmara dos Deputados
Deputado Diego Andrade discursa no Plenário da Câmara
O autor da proposta, deputado Diego Andrade

O Projeto de Lei 1765/22 classifica como de utilidade pública as barragens para irrigação, represas e todos os sistemas de captação de água vinculados às atividades agrossilvipastoris (prática de combinar florestas com agricultura e pecuária). O texto tramita na Câmara dos Deputados.

A proposta também considera de interesse social as obras de construção de barragens, represas e sistemas de captação e distribuição de água para irrigação e atividades agrossilvipastoris.

“A escassez de água sempre foi o grande desafio para a sobrevivência humana e animal, sobretudo nas regiões mais secas do País, onde há áreas de estiagem prolongada. Nesses casos, a alternativa sempre foi a construção de barragens de irrigação”, explica o autor do projeto, deputado Diego Andrade (PSD-MG).

Segundo ele, classificar esses sistemas de captação de água vinculados às atividades agrossilvipastoris como de utilidade pública, é “permitir o melhor aproveitamento desses recursos hídricos, fortalecendo, assim, a agricultura brasileira”.

A proposta altera a Lei da Mata Atlântica, que trata da utilização e proteção do bioma, e a Lei 12.787/13, que instituiu a Política Nacional de Irrigação.

Tramitação
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Minas e Energia; Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados Federais

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso