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Saúde

Brasil tem 21 casos confirmados de varíola dos macacos, diz Saúde

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Saúde

Brasil tem 21 casos confirmados de varíola dos macacos, informa Ministério da Saúde
Reprodução/Montagem iG 25.5.2022

Brasil tem 21 casos confirmados de varíola dos macacos, informa Ministério da Saúde

O número de casos da varíola dos macacos identificados no Brasil subiu para 21 nesta quarta-feira com a confirmação de um novo diagnóstico pela Secretaria Estadual de Saúde (SES – RJ).

Segundo a pasta, já são cinco pessoas infectadas no estado e outras 4 suspeitas estão em monitoramento. Os demais diagnósticos foram registrados em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que os casos confirmados estão em São Paulo (14 casos), Rio de Janeiro (5 casos) e Rio Grande do Sul (2 casos).

De acordo com o último informe da sala de situação criada pelo Ministério da Saúde para monitorar a doença no país, há ainda 20 possíveis casos sendo analisados no Rio de Janeiro; Rio Grande do Sul; Ceará; Acre; Rio Grande do Norte; Distrito Federal; Goiás; Mato Grosso do Sul; Espírito Santo; Paraná e Santa Catarina.

Entre os casos confirmados no Rio, a SES-RJ informou que três pacientes são residentes da capital, um da cidade de Maricá e outro de Londres, no Reino Unido, que veio ao Brasil recentemente. Até o momento, 17 suspeitas já foram descartadas.

Ao todo no Brasil, 90 notificações já foram realizadas desde que o Ministério da Saúde tornou o registro da suspeita obrigatório para a varíola dos macacos. Destes, 50 já foram descartados.

No mundo, de acordo com a atualização mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), publicada nesta segunda-feira, já são 3.413 diagnósticos em 50 países. Desde o informe anterior, do dia 17, foram 1.310 novos casos, e oito lugares registraram pessoas infectadas pela primeira vez.

No entanto, em reunião na última semana, a OMS decidiu que o surto ainda não representa uma emergência de saúde internacional, como é o caso da Covid-19. Ainda assim, a organização reconheceu uma preocupação com o avanço da doença.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

São Paulo inicia vacinação contra a Covid em crianças de 3 e 4 anos

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Capital inicia vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Dia D de multivacinação*
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Capital inicia vacinação contra a Covid-19 em crianças de 3 e 4 anos no Dia D de multivacinação*

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) dá mais um importante passo no combate à Covid-19 e inicia neste sábado (20) a vacinação de crianças de 3 e 4 anos de idade contra a doença.

No mesmo dia será realizado na capital do Dia D de multivacinação, voltado à atualização da situação vacinal da população de 0 a 15 anos.

“É muito gratificante ver a cidade de São Paulo, que é a capital mundial da vacina, avançando cada vez mais na imunização contra a Covid-19. Pedimos aos pais e responsáveis que levem seus filhos para serem vacinados”, celebra o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Desde 20 de julho, estão sendo imunizadas crianças de 3 e 4 anos com comorbidades e deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), além de indígenas. Até esta quinta-feira (18), 9.008 crianças dessa faixa etária foram vacinadas contra a Covid-19, incluindo aquelas que receberam doses remanescentes, na chamada xepa. Esse público está sendo imunizado com Coronavac.

Toda a rede estará aberta neste sábado para o início da vacinação das crianças de 3 e 4 anos e para o Dia D de multivacinação. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) funcionarão das 8h às 17h e as Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas das 7h às 19h.

No domingo (21), o serviço estará disponível nos parques Buenos Aires, Severo Gomes, do Carmo e da Juventude, das 8h às 17h. Na avenida Paulista, a vacinação ocorrerá em uma tenda, localizada no número 52, e em uma farmácia parceira no número 995, das 8h às 16h.

A população pode consultar a disponibilidade de vacinas por fabricante, bem como a situação das filas de vacinação nos postos em tempo real por meio da plataforma De Olho na Fila, disponível no link: https://deolhonafila.prefeitura.sp.gov.br/ .

Dia D de multivacinação

O Dia D de multivacinação tem o objetivo de incentivar a atualização da caderneta de crianças e adolescentes, de 0 a 15 anos de idade, a fim de aumentar as coberturas vacinais contra doenças imunopreveníveis, como poliomielite, difteria, coqueluche, sarampo, caxumba, meningite meningocócica, entre outras.

As vacinas contempladas na campanha de multivacinação são: tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), BCG, pentavalente, vacina inativada poliomielite (VIP), vacina oral poliomielite (VOP), pneumo 10, rotavírus, meningo C, meningo ACWY, varicela, hepatites A e B, febre amarela, DTP (difteria, tétano e coqueluche), dupla adulto, HPV e pneumo 23 e todas as demais vacinas do calendário nacional de vacinas.

Pais ou responsáveis por crianças e adolescentes na faixa etária de até 15 anos podem procurar uma das 470 UBSs, das 7h às 19h, para que eles recebam ou atualizem os imunizantes.

As equipes de saúde das unidades também realizarão busca ativa dos munícipes que estão com os imunizantes do calendário vacinal em atraso.

A busca ativa será feita por meio de visita domiciliar ou por telefone, de acordo com as estratégias adotadas pelas unidades. Mais informações e a lista dos postos de vacinação podem ser encontradas no site Vacina Sampa.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Varíola: Anvisa deve liberar vacina e remédio sem registro no Brasil

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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos
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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve permitir a entrada e o uso de vacina e medicamento contra varíola dos macacos (ou monkeypox) sem registro no Brasil. Os diretores planejam definir os critérios para a importação em reunião extraordinária nesta sexta-feira.

Se confirmada, a medida tem por objetivo agilizar a oferta desses produtos no Brasil. Como O GLOBO mostrou, até agora, nenhum imunizante ou remédio contra a doença está aprovado para uso no país.

Um dos argumentos para a liberação está na chamada confiança regulatória, isto é, quando órgãos reguladores da mesma área de atuação da Anvisa em outros países — como o Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos — dão aval ao produto. Integrantes da agência analisaram o tema junto a EUA, Canadá, Japão e Inglaterra.

O Ministério da Saúde anunciou a compra de 50 mil doses de vacina para profissionais de saúde e pessoas que tiveram contato com infectados, além do antiviral tecovirimat, destinado a pesquisas clínicas, sobretudo com pacientes graves. Os primeiros imunizantes, porém, só deverão estar disponíveis no mês que vem.

O ministério tem previsão legal para a dispensa de registro, que deverá ser solicitada à Anvisa após a aprovação em reunião. Na reunião desta sexta, a agência deverá definir requisitos de procedência, controle e monitoramento para a entrada e o uso desses produtos em território nacional.

Em entrevista ao GLOBO, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, disse que a agência não foi atropelada nesse processo:

“Isso retrata o exercício de um poder que é do Ministério da Saúde. A pasta tem esse poder legítimo, de, em situações onde entenda haver necessidade, superar atribuições da Anvisa. Então, ao assim agir, não está fazendo absolutamente nada de errado, que não esteja previsto”, explicou o contra-almirante da reserva da Marinha.

Apesar dos anúncios oficiais, os contratos ainda não foram fechados. Cabe à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que representa a Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas, intermediar as compras da pasta junto aos fabricantes. A pasta justifica que ainda está “em tratativas” para a aquisição.

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Fonte: IG SAÚDE

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