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Saúde

Pfizer pedirá à Anvisa para vacinar bebês acima de 6 meses no Brasil

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Reprodução: BBC News Brasil

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A farmacêutica Pfizer afirmou ao GLOBO que prepara a documentação para solicitar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vacinar bebês a partir de 6 meses até crianças de 5 anos com a vacina contra Covid-19. A estratégia está ligada à mesma abrangência de imunização praticada nos Estados Unidos. Por lá, a reguladora Food and Drug Administration (FDA), aprovou as aplicações para esse público na semana passada.

No documento, a farmacêutica diz que o esquema proposto conta com três doses, tendo em vista que o estudo foi realizado em um momento de predominância da variante Ômicron.

Para os estudos que basearam o pedido foram recrutadas 1.678 crianças com idade inferior a 5 anos e com no mínimo 6 meses de idade. De acordo com a farmacêutica, trata-se de uma vacina segura para bebês e crianças — além de funcionar na proteção contra a infecção pelo coronavírus.

Por enquanto não há previsão para que o pedido seja realizado — embora a empresa esteja trabalhando na documentação. Também não há previsão para a chegada das doses específicas para esse público no país.

A título de comparação, contudo, o tempo que decorreu entre a autorização do FDA para o uso de terceira dose contra Covid-19 para crianças acima de 6 anos, por exemplo, ocorreu cerca de um mês antes da farmacêutica efetivamente realizar a mesma solicitação à Anvisa no Brasil.

Meses atrás, a farmacêutica Zodiac — em preparação para iniciar a operação da vacina da Moderna no Brasil — também afirmou ao GLOBO que pedirá autorização para operacionalizar a vacina para bebês acima de 6 anos até os adultos do país.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Algumas curiosidades sobre os dentes do siso

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Homem com dor de dente
Freepik.com/Cookie_studio

Homem com dor de dente

Eles são conhecidos como dentes do  juízo (siso, em latim) porque aparecem até os 21 anos. Os terceiros molares eram responsáveis por ajudar na mastigação, mas ao longo dos anos eles perderam sua função e agora ficam escondidos no fundo da nossa boca. Eles só são lembrados quando começam a nascer e causar incômodo. Dizem que no futuro as pessoas irão nascer sem eles

Eles podem nunca nascer em algumas pessoas. Em outros casos, podem ficar escondidos sob a gengiva ou até pelo osso que são chamados de inclusos ou até em algumas pessoas surgirem os quartos molares ou segundo dente do siso.

Existem  pessoas com espaço o suficiente na boca para acomodar os quatro dentes sem causar problemas para a arcada dentária. Neste caso, a remoção não é necessária. Quem vai orientar se o procedimento deve ser feito, ou não, é o seu dentista. 

A falta de espaço causando um apinhamento dos dentes anteriores e a dificuldade de higienização são os principais motivos para retirar os sisos. Mas tem  também a indicação ortodôntica e reabsorção das raízes dos dentes vizinhos como outros motivos para indicarmos a extração. 

Os profissionais recomendam os dentes do siso sejam extraídos antes dos 30 anos. Depois dessa idade, a raiz se calcifica e o procedimento fica mais difícil, podendo gerar complicações. 

O que sabemos é que quanto mais jovem, menos calcificado está o osso, gerando menor trauma cirúrgico e um melhor pós-operatório. 

Durante o procedimento, a anestesia impede que o paciente sinta dor. Para prevenir ou amenizar o incômodo após a cirurgia, são receitados medicamentos pré e pós cirúrgicos. O pós-operatório depende da maneira como o dente foi retirado. Dependendo da posição e localização desse dente que irá definir a dificuldade e desconforto do paciente, já que na região do dente do siso se encontra próximo o nervo alveolar inferior, que causa maior dor dependendo da proximidade do dente com o nervo.

Quando em contato com esse nervo, podemos ter como resultado uma parestesia que é a perda de sensibilidade temporária da região

Os sisos podem ser extraídos até mesmo antes de nascer para evitar desalinhamento dos dentes vizinhos e até cárie nos dentes ao lado.

Existem técnicas e manobras cirúrgicas adequadas para remoção de cada tipo e localização desse dente ,por isso importante procurar um especialista como o Cirurgião Buco Maxilo Facial para a extração.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 122 mortes e 45,5 mil casos em 24 horas

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O Brasil registrou, desde o início da pandemia de covid-19, 672.033 mortes pela doença, informa o boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença está em 32.535.923.

Em 24 horas, foram registrados 45.501 casos. No mesmo período, foram confirmadas 122 mortes de vítimas do vírus.

Ainda segundo o boletim, 30.967.114 pessoas se recuperaram da doença e 896.776 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de Mato Grosso do Sul.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados pot causa da redução de equipes que alimentam os dados sobre a doença. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 04/07/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Estados

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,74 milhões, seguido por Minas Gerais (3,65 milhões) e Paraná (2,63 milhões).

O menor número de casos é registrado no Acre (127,1 mil). Em seguida, aparecem Amapá (161,8 mil) e Roraima (161,9 mil).

O estado de São Paulo é o que apresenta o maior número de mortes pela doença (171.072), seguido pelo Rio de Janeiro (74.183) e por Minas Gerais (62.197).

O Acre é o que registra o menor número de mortes (2.005), seguido por Amapá (2.141) e Roraima (2.153).

Vacinação

Até hoje, foram aplicadas 450,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 177,4 milhões com a primeira dose e 157,7 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas e 95 milhões já receberam a dose de reforço.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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