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ELEIÇÃO

PoderData: Lula tem 52% das intenções de voto no segundo turno

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Lula e Bolsonaro estão a 17 pontos de distância na pesquisa PoderData
Reprodução/Montagem iG – 10/05/2022

Lula e Bolsonaro estão a 17 pontos de distância na pesquisa PoderData

Pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (22) e realizada de 19 a 21 de junho de 2022 aponta um crescimento na vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de 2º turno: o petista tem 52% das intenções de voto, enquanto o atual presidente tem 35%. A distância é de 17 pontos percentuais.

Segundo o levantamento, esta é a 1ª vez em 4 meses de pesquisa que a diferença de Lula para Bolsonaro teve uma ampliação fora da margem de erro de 2 pontos. Na rodada de 13 a 15 de fevereiro, o ex-presidente tinha 50% das intenções e Bolsonaro, 35%. A partir daí, a distância vinha sendo encurtada –chegou ao mínimo de 9 p.p. nas rodadas de 10 a 12 de abril e 24 a 26 de abril.

Na última pesquisa divulgada pelo PoderData, Lula (50%) e Bolsonaro (40%) estavam a 10 pontos de distância. O atual presidente caiu 5 pontos percentuais nas últimas duas semanas. A maior diferença registrada entre os 2 pré-candidatos foi a da rodada realizada no final de agosto ao início de setembro de 2021, quando estava em 25 p.p.

Primeiro turno

O cenário para o 1º turno mostrou-se estável, registrando oscilações na margem de erro de 2 pontos percentuais. Na pesquisa divulgada nesta quarta (22), Lula tem 44% das intenções, seguido de Bolsonaro, que pontua 34%. Em relação à rodada de 5 a 7 de junho, o petista variou 1 ponto para cima, enquanto o chefe do Executivo oscilou 1 p.p para baixo.

Ciro Gomes (PDT) manteve 6% dos votos. André Janones (Avante) marcou 2%. Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil) e José Maria Eymael (DC) tiveram 1% cada.

Luiz Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP) e Vera Lúcia (PSTU) não somaram menções suficientes para pontuar. Brancos e nulos são 5%, e 4% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 19 a 21 de junho de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 302 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07003/2022.

Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

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Polícia Civil realiza operação bomba fantasma em Rondonópolis e Goiás

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (06), a operação Bomba Fantasma, para desarticular uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal.

Estão sendo cumpridas diversas ordens judiciais em três cidades de Mato Grosso e Goiás, entre elas 13 mandados de buscas, bloqueios de contas bancárias e de 12 veículos de investigados, sequestro de imóveis, além de outras medidas cautelares.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda, identificou que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba.

Investigação

Com a auditoria, realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz, foi demonstrado que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado na cidade de Alto Garças, no sul do estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas.

Além do grupo formado pelos postos de combustíveis, a investigação apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, o delegado Rafael Scatolon representou pela expedição de 13 mandados de busca e apreensão, bloqueio das contas bancárias no valor correspondente ao crédito tributário (R$ 42 milhões), suspensão do escritório de contabilidade e do contador, sequestro de quatro imóveis, além do bloqueio de 12 veículos, cujos mandados, após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, foram deferidos pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Rondonópolis e Pedra Preta, no sul do estado e em Goiânia (GO).

A operação Bomba Fantasma conta com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais (DRE), Deccor e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

 

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Caixa: nova presidente vai afastar 26 consultores ligados a Guimarães

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Nova presidente da Caixa decide afastar 26 consultores ligados a Pedro Guimarães
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Nova presidente da Caixa decide afastar 26 consultores ligados a Pedro Guimarães

A nova presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques , afirmou, após a cerimônia de sua posse na tarde de hoje, que vai afastar ao todo 26 consultores estratégicos, ligados diretamente ao antecessor, Pedro Guimarães. Já foram desligados seis funcionários, além de dois vice-presidentes, que renunciaram aos seus cargos. Guimarães se demitiu depois de virem à tona denúncias de assédio sexual no banco.

Daniella afirmou que a troca das vice-presidências obedecerá às regras de governança do banco, que exige realização de processo seletivo de executivos por empresa especializada no mercado. Em entrevista coletiva, ela disse ainda que vai reestruturar o canal de denúncias do banco estatal, ligado à vice-presidência de Risco e a Corregedoria, que responde diretamente à Presidência.

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Essa estrutura favoreceu o encobertamento das denúncias de assédio sexual por Guimarães, conforme relatos de testemunhas investigados pelo Ministério Público Federal.

Daniella Marques mencionou que foi bem recebida na Caixa e que abriu um canal de diálogo direto com as 35 mil funcionárias do banco, com objetivo de acolhimento.

Convite diretamente de Bolsonaro

Ao ser indagada sobre o silêncio do presidente Jair Bolsonaro em relação às denúncias de assédio de Guimarães e a falta de solidariedade em relação às vítimas, respondeu que ele afastou os envolvidos:

“O presidente Jair Bolsonaro tomou a atitude necessária para proteger a imagem da Caixa, afastar os envolvidos. A gente tem que garantir um ambiente seguro para quem está levando (as denúncias), mas tem que garantir independência nas apurações.”

Bolsonaro discursou na cerimônia de posse, mas evitou citar Guimarães ou as acusações de assédio. No entanto, frisou que “não começa nova era” na Caixa, mas uma gestão de continuidade. Ele elogiou a competência de Daniella emendando que “não precisa colocar cota para mulher”.

Na coletiva, Daniella contou que recebeu na terça-feira (5) da semana passada uma ligação de Bolsonaro com convite para ocupar o lugar de Guimarães. Ele entregou a carta pedindo o afastamento do cargo na quarta-feira (6) à tarde, um dia após a divulgação dos relatos de assédio sexual contra mulheres no banco, publicadas pelo site Metrópoles.

Marques disse que pretende rever a política de entrada na Caixa no agronegócio do antecessor. Ela também descartou a privatização do banco digital Caixa Tem, criado pela Caixa para pagamento de benefícios sociais durante a pandemia.

Fonte: IG ECONOMIA

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