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Período de seca em MT serve de alerta para produtores buscarem suplementação alimentar para os animais

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Com a chegada recente do período de seca neste ano, no estado de Mato Grosso, os produtores rurais da região devem ficar atentos à alimentação e nutrição de seu gado. Segundo os dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), uma redução significativa foi registrada no volume de chuvas desde o mês de abril, em comparação com a mesma época do último ano.

As regiões que mais foram atingidas pela seca precoce neste período foram a Sudeste e o Centro-Sul. Com isso, significante parte dos pecuaristas começaram a liberar seus animais por conta da baixa qualidade dos pastos. A tendência ainda é de que o clima seco perdure pelos próximos 30 dias.

Em boa parte do estado, o esperado é de que as chuvas acumulem entre 10 e 25 milímetros, sendo que a região nordeste registrará maior seca, com previsão de chuvas de apenas 5 milímetros. Perante a isso, os produtores que não buscarem por sistemas mais intensivos, poderão registrar perdas no processo de engorda dos animais.

“O produtor tem que estar sempre se preparando para esse período de seca, pois é justamente o momento em que o animal vai deixar de ganhar peso, pode surgir o efeito sanfona e isso prejudica a terminação desse animal”, explicou o gerente de relações institucionais da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Nilton Mesquita.

O gerente de relações ressalta que devido à falta de chuvas, a pastagem não possui condições adequadas para suprir a alimentação do gado. Com isso, o produtor rural precisa buscar outras alternativas de alimentar o animal, sendo, por meio de semiconfinamento ou um confinamento, que podem suprir a necessidade de pasto.

“O produtor tem que procurar na região dele quais seriam as soluções para ele criar uma ração ou uma complementação do pasto neste período de seca, que tem sido mais longo nos últimos anos. Ao mesmo tempo, os produtores devem ter um cuidado redobrado com os custos, para não ter um grande impacto econômico no seu negócio”, concluiu.

Fonte: AgroPlus

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MILHO/CEPEA: Preços têm comportamentos distintos dentre as praças

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Cepea, 15/08/2022 – As cotações do milho vêm apresentando comportamentos distintos dentre as praças acompanhadas pelo Cepea. Em algumas regiões do Sul do País e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal. Já em outras praças, a colheita da segunda safra na reta final pressiona as cotações. Quanto ao Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas/SP), caiu 0,44% de 5 a 12 de agosto, fechando a R$ 81,55/sc nessa sexta-feira, 12. No geral, compradores resistem em elevar os valores pagos no spot nacional, contexto que tem limitado a liquidez. EXPORTAÇÕES – Nos primeiros cinco dias úteis de agosto, o Brasil embarcou 1,7 milhão de toneladas de milho, segundo dados da Secex, com média diária de 338,4 mil toneladas. Caso esse ritmo se mantenha até o final do mês, as exportações podem somar 7,4 milhões de toneladas em agosto. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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SOJA/CEPEA: Demanda por grão e derivados dos EUA e do BR aumenta

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Cepea, 15/08/2022 – Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos e a expectativas de aumento na procura global pelos derivados norte-americanos e também do Brasil. Esse cenário, por sua vez, está relacionado a incertezas quanto ao volume de derivados de soja a ser ofertado pela Argentina (principal abastecedora global de farelo e de óleo de soja). Além disso, o baixo volume de chuvas em importantes regiões produtoras do Hemisfério Norte também impulsionou os valores externos, já que isso pode reduzir a produtividade da safra 2022/23. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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