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Mulheres assumem maior responsabilidade por cuidar de pets, diz estudo

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As mulheres acumulam mais tarefas em casa relacionadas ao manejo dos pets
RODNAE Productions/Pexels

As mulheres acumulam mais tarefas em casa relacionadas ao manejo dos pets

As mulheres estão assumindo cada vez mais responsabilidades dentro de casa, inclusive por cuidar dos animais de estimação, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP) com cerca de 1 mil homens e mulheres franceses que possuem um ou mais pets dentro de casa. A entrevista encomendada pela Vetocanis diz que, nos últimos anos, existe uma distribuição desigual das tarefas domésticas nas famílias. 

Essa sobrecarga de trabalho doméstico a respeito do manejo dos animais de estimação foi apontada por 81% das mulheres entrevistadas, que disseram fazer mais pelos bichos de caso do que seus parceiros, independentemente da tarefa a ser realizada. Já 64% dos homens acham que fazem mais do que elas, isso com relação a comprar a ração ou brinquedos para os animais.

Quando a pesquisa se aprofunda mais no tema, apenas 59% dos entrevistados garantem que marcam o veterinário e 55% planeja as férias e como serão os cuidados com os animais. 

A sensação de ser quem mais cuida dos animais em casa está na raiz das tensões que afetam particularmente os mais novos: entre os menores de 35 anos, quase uma em cada duas pessoas (46%) diz ter discutido com o parceiro por esta razão e mais de um em cada quatro (26%) dizem que acontece com frequência. Uma situação que os casais mais velhos vivenciam com muito menos frequência: se 23% dos maiores de 65 anos já discutiram por causa do cuidado desigual com os animais, apenas 3% dizem que isso acontece com frequência e 20% de vez em quando. 

Outro ponto destacado na avaliação é que as tensões geradas nos relacionamento referentes ao cuidado com os animais podem ser um fator decisivo para o fim do relacionamento afetivo na opinião de 10% das pessoas entrevistadas, e esse número pode ser ainda maior (21%) quando os casais são mais jovens, entre os 18 e 24 anos. 

Para garantir que o seu pet terá toda a ajuda sempre que precisar, iG Pet Saúde está com novos planos. Cães e gatos podem contar com consultas de rotina e de emergência, cirurgias, vacinas e muito mais.  Conheça todas a vantagens de se ter um plano de saúde pensado especialmente para você e para o seu pet!

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Guia de Raças: conheça o Cesky Terrier, o cachorro raro e com franja

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O Cesky Terrier é uma raça de cão conhecida por ter uma franja que nasce da testa
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O Cesky Terrier é uma raça de cão conhecida por ter uma franja que nasce da testa

A raça Cesky Terrier, também conhecida como Bohemian Terrier, é originária da República Tcheca e é o resultado de um cruzamento entre outras duas raças: um Sealyham Terrier macho e uma Scottish Terrier fêmea.

O objetivo do cruzamento , idealizado pelo geneticista tcheco Frantisek Horak, foi o de criar uma raça de Terrier de caça que tivesse peso leve, membros curtos, que fosse bem pigmentada, com orelhas caídas, além de ser fácil de tratar e de treinar.

A ideia de Horak era criar uma raça que conseguisse caçar verozmente como um verdadeiro terrier, mas também trabalhar em matilhas como cães de caça de porte maior  e, ao mesmo tempo, ser gentil e obediente em casa, como os retrievers .

Para atingir a pelugem específica , há alguns historiadores que afirmam que o geneticista utilizou também as raças  Dandie Dinmont Terrier e Dachshund de pelo duro.

A pelagem fina e sedosa vem em vários tons de cinza, incluindo uma platina deslumbrante. Pelos faciais ondulados dão a Ceskys um visual esportivo e continental, e o pescoço médio-longo dá uma pitada de elegância a esses terriers. Os machos costumam medir 29 cm e as fêmas 27 cm.

Os Ceskys foram reconhecidos oficialmente pela Federação Cinológica Internacional em 1963 e importados pela primeira vez para os Estados Unidos no final de 1980. A raça foi admitida no American Kennel Club (AKC) – um dos maiores clubes de registro genealógico de cães de raça pura do mundo – em 2011. 

A personalidade do Cesky Terrier

O Cesky Terrier é um companheiro inteligente que gosta de brincadeiras, além de ser aventureiro. É ótima companhia para as crianças e também de caminhada. Eles são tenazes, mas um pouco mais descontraídos e dóceis do que o terrier padrão.

Embora a raça seja determinada e guiada pelo instinto de caça às presas, ela tem um comportamento mais maduro do que um terrier típico.

São desconfiados com estranhos e protetores com os entes queridos, o que os tornam bons  cães de guarda , o que é facilitado com a capacidade ágil que eles têm de treinamento e a vontade natural de querer agradar.

O grande problema é que eles são uma uma raça escassa, que conta com cerca de 600 animais vivendo nos Estados Unidos, de acordo com o American Kennel Club. 

Cuidados básicos com a higiene

Aparar o pelo de um Cesky Terrier exige um tosador profissional de confiança pelo fato da raça ser escassa e muitos especialistas em tosa nem sequer terem visto um na vida.

A pelagem da raça não costuma soltar muita sujeira, então é preciso dar banhos regulares. Um ponto de atenção são os pelos nas orelhas, que costumam ser fartos e, por consequência, precisam ser aparados regularmente para evitar  infecção na região.

E é claro, o charme está nos pelos que crescem na região próxima da testa e que dão um ar diferenciado para a raça com uma franja única. Contudo, é importante prestar atenção se esse pelo não vai atrapalhar a visão do animal ou incomodar os olhos.

Cuidados básicos com a saúde

Esta raça apresenta alguns problemas genéticos devido ao cruzamento que a deu origem, como joelhos escorregadios, problemas cardíacos, atrofia progressiva da retina e catarata.

Muitos sofrem também com um problema neurológico conhecido como Scotty Cramp, um distúrbio que faz com que o cão tenha espasmos, afetando seu movimento, mas que não representa risco de vida.

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Taurina reforça sistema imunológico e pode retardar envelhecimento

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Gatos têm mais necessidade de reposição de taurina do que outros animais.
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Gatos têm mais necessidade de reposição de taurina do que outros animais.

A taurina é um aminoácido que no organismo pode ser encontrada em diferentes tecidos e órgãos, auxiliando diretamente no fortalecimento do coração e dando suporte ao fluxo sanguíneo saudável, além de ter efeito antioxidante nas membranas celulares.

Um estudo recente apontou que o aminoácido é capaz de retardar o envelhecimento . A pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) envolveu 24 voluntárias, entre 55 e 70 anos de idade, que foram divididas de forma aleatória em dois grupos.

Metade das participantes consumiu três cápsulas diárias com 500 miligramas de taurina cada (1,5 grama por dia) durante 16 semanas. O outro grupo ingeriu apenas cápsulas contendo amido de milho (placebo). Nem as participantes ou os pesquisadores sabiam a que grupo cada uma pertencia.

Amostras de sangue coletadas antes e ao final da pesquisa apontaram um aumento de quase 20% na concentração da enzima superóxido dismutase (SOD) no grupo que recebeu taurina, enquanto que no outro essa enzima diminuiu 3,5%. A SOD protege a célula das reações danosas do radical superóxido, o que tem como um dos resultados o retardamento do envelhecimento.

O estudo ainda está em sua fase inicial e avalia a dosagem certa, além dos possíveis efeitos colaterais – que não foram observados em nenhuma das voluntárias. 

Aminoácido é importante principalmente para gatos 

Na natureza, a taurina está presente somente em alimentos de origem animal, como carne e aves, especialmente vísceras, como fígado, coração e rim, frutos do mar e ovos. No entanto, é difícil obter a quantidade diária recomendada apenas com a dieta.

Por se tratar de um nutriente essencial, principalmente para gatos, – quando tratamos de pets -, é possível repor a suplementação desse aminoácido de forma sintética. Para a médica veterinária Mayara Baller, a dieta mix feeding – que combina alimento caseiro com ração -, quando oferecida ao pet sem acompanhamento médico – pode acarretar na deficiência do aminoácido.

“Essas dietas geralmente são produzidas pelos tutores em casa e dificilmente acompanhadas por um médico veterinário ou zootecnista. Aí mora o grande perigo, pois sem acompanhamento o tutor não tem a certeza que a alimentação atende às necessidades nutricionais do animal”, afirma a médica veterinária.

A deficiência de taurina no organismo pode causar uma série de problemas, entre eles disfunção imunológica, perda de audição, degeneração da retina central até a completa cegueira e também Cardiomiopatia Dilatada (CMD) – doença degenerativa do músculo cardíaco.

Segundo a especialista, é importante que o tutor ofereça refeições completas, além de providenciar suplementação adequada de acordo com as exigências nutricionais relacionadas à idade e raça. 

“É importante sempre estar atento aos rótulos dos produtos oferecidos, certificando-se que ali estão os nutrientes necessários. Além de, claro, sempre consultar um profissional da área”, afirma. 

Além de problemas no coração, o alto déficit de taurina no organismos de gatos pode causar cegueira total, entre outros problemas
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Além de problemas no coração, o alto déficit de taurina no organismos de gatos pode causar cegueira total, entre outros problemas

A médica veterinária e gerente de produtos pets Marina Tiba explica que os organismos produzem a taurina de forma endógena quando há déficit, ou seja, o próprio organismo origina o aminoácido a partir de um tecido interno de um órgão. A questão é que os felinos fazem a produção sintética de forma insuficiente, o que traz a necessidade de reposição.

“Por isso a reposição é considerada essencial para gatos, mas não necessariamente para as demais espécies. Além disso, gatos são considerados animais carnívoros restritos e a dieta ancestral supria esta demanda de aminoácidos, o que não acontece mais com a alimentação de ração”, explica a veterinária.

A especialista conclui descrevendo os problemas específicos que a deficiência de taurina pode causar em gatos.

“Degeneração central de retina, anormalidades reprodutivas em fêmeas como alta incidência de reabsorção fetal, abortos, baixo peso ao nascer, baixa expectativa de vida nos filhotes, indução de cardiomiopatia miocárdica e comprometimento da função imunológica”, diz Marina, que acrescenta com alguns problemas que podem ocorrer em cães, caso haja a deficiência.

“Em cães, este déficit tem baixa frequência, porém em condições de baixos níveis do aminoácido pode os predispor à cardiomiopatia miocárdica em raças de porte grande”, finaliza.

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Fonte: IG PET

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