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PF cumpre mandados contra uma das maiores associações de proteção veicular do Brasil

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Polícia Federal

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (15/6), três mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 4a. Vara Federal da SJMG, contra uma das maiores associações do Brasil de proteção veicular, que conta com mais de 30 mil associados.

A ação foi em razão do possível cometimento do crime de operar, sem a devida autorização, instituição financeira, que prevê pena de reclusão de até quatro anos e multa para quem fizer.

Durante as apurações, a PF identificou que a associação investigada não é autorizada a operar no mercado de seguros pela superintendência de seguros privados – SUSEP. Contudo, comercializava e desenvolvia operações de proteção veicular com recolhimentos prévios, caracterizados como se fossem prêmios de seguro, atividades exclusivas de sociedades seguradoras legalmente autorizadas.

Durante a ação de hoje foram apreendidos documentos diversos que comprovam que a associação estava sendo utilizada em benefício econômico de seu presidente.

Em agosto, setembro e dezembro de 2021 e em março de 2022, a PF também havia representado à Justiça por mandados de busca e apreensão e quebras de sigilo bancário e fiscal em desfavor de outras empresas constituídas como associações de proteção veicular, mas que, na verdade, atuavam como seguradoras de veículos.

Uma delas movimentava cerca de R$ 12 milhões anuais em mensalidades, contando com 12 mil clientes e 20 vendedores comissionados; além de ter aberto quatro filiais, três em Minas Gerais e uma no estado de São Paulo. Em desfavor dela, a PF cumpriu dois dos mandados de busca e apreensão. Foi cumprido um mandado em desfavor de outra empresa que tinha como presidente de fato um ex-presidiário por tráfico de drogas, que determinava ao presidente de fachada os rumos empresariais que deveriam ser tomados.

Todas as associações investigadas ofereciam, por meio de massivas campanhas publicitárias em rádios e outdoors, proteção automotiva a um grupo indiscriminado e indistinto de pessoas, captando recursos sem a competente autorização para tal, atividade que configura prática comercial abusiva.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

(31) 3330-5270

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PF reprime crime de extorsão mediante sequestro

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São Paulo/SP. A Polícia Federal deflagrou, nos dias 17 e 18/8, a Operação Albacora, visando à repressão dos crimes de extorsão mediante sequestro (“sequestro do PIX”) e associação criminosa.

Equipes policiais de São Paulo deram cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão e realizaram a prisão de cinco envolvidos nos delitos.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro e associação criminosa, cujas penas, respectivamente, são de reclusão de 8 a 15 anos e de 1 a 3 anos.

Comunicação Social da PF em São Paulo/SP

[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Operação Nova Aliança conclui mais uma etapa

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Ponta Porã/MS. Chega ao fim nesta sexta-feira, 19/8, mais uma fase da ação conjunta entre forças policiais do Brasil e do Paraguai, a quinta realizada no ano de 2022. A Nova Aliança tem como objetivo evitar que toneladas de maconha entrem no mercado do crime, erradicando plantações do entorpecente no país vizinho.

Nesta etapa, participaram mais de 100 homens, entre integrantes das Forças Armadas Paraguaias e policiais brasileiros. A Polícia Federal do Brasil participa com apoio logístico, enviado homens e aeronaves para realização dos trabalhos. A PF mandou dois helicópteros, que se somaram a um terceiro das autoridades paraguaias.

O emprego dessas aeronaves é de suma importância para o êxito na operação, pois elas transportam os agentes de segurança que vão a campo destruir as plantações de drogas. Muitos dos locais de cultivo são de difícil acesso, obstáculo que é vencido com o emprego das aeronaves.

Autoridades de segurança de Brasil e Paraguai entendem que, atacar o problema dessa forma, evita-se que toda uma cadeia criminosa entre em ação, uma vez que elimina na raiz boa parte da maconha produzida na América do Sul. Isso não permite que o ilícito entre em circulação, movimentando outros pontos de uma rede de tráfico de drogas.

Além de erradicar a maconha já plantada e sementes para seu cultivo, a Nova Aliança destrói acampamentos de traficantes e toneladas de equipamentos e insumos usados na ação criminosa.

Balanço das fases de 2022 em toneladas destruídas

XXIX – 851

XXX – 748

XXXI – 963

XXXII – 834

XXXIII – 609

Total: 4.005

Fonte: Polícia Federal

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