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Funcionário de Monteiro diz que ex-assessor tentou incriminar vereador

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Vereador responde a um processo ético-disciplinar por quebra de decoro e é investigado por estupro, assédio e por forjar vídeos na internet
Reprodução / CNN Brasil – 07.04.2022

Vereador responde a um processo ético-disciplinar por quebra de decoro e é investigado por estupro, assédio e por forjar vídeos na internet

Os vereadores do Conselho de Ética da Câmara Municipal fizeram, nesta terça-feira (14), mais duas oitivas do caso Gabriel Monteiro (PL). O vereador responde a um processo ético-disciplinar por quebra de decoro e é investigado por estupro, assédio e por forjar vídeos na internet . O primeiro depoente foi Rafael Murmura Angelo, empresário e assessor de marketing do vereador, que disse ter recebido uma oferta de R$ 500 mil do ex-assessor Vinícius Hayden Witeze, morto em um acidente de carro na Região Serrana do Rio , para forjar provas contra Monteiro.

Ao chegar à Câmara dos Vereadores, Angelo disse que sua vida mudou após a exposição do caso e relatou uso de carro blindado e segurança pessoal.

“Me ofereceram um valor e eu fui à delegacia fiz o registro. Como deve ser feito por todo cidadão. Estou em defesa do meu caráter aqui e estou autonomeado como defesa do Gabriel Monteiro”, disse o empresário.

Questionado pela imprensa sobre a suposta oferta de dinheiro, Angelo também acusou Witeze de estar envolvido com o que chamou de máfia dos reboques. Antes de morrer, o ex-assessor fez denúncias de assédio moral e sexual contra o vereador.

“Foi uma coisa que, pasmem, seriam R$ 600 mil e o Vinícius ia embolsar R$ 100 mil. Isso é muito importante ser falado. Ele ia me dar R$ 500 mil, eu tenho aqui no WhatsApp e posso mostrar a vocês. Está na delegacia, para eu forjar provas contra o vereador, montar provas. Como eu sou uma pessoa de alta confiança dele (Monteiro), porque cuido do marketing dele, eu poderia forjar provas contra ele e eu não acho isso correto. Eu acho que ele (Monteiro) tem que pagar pelo o que tem que ser pago. A polícia vai fazer o papel dela, mas não cabe a mim forjar provas contra ninguém”, disse o empresário, momentos antes de prestar depoimento.

Segundo o depoimento de Witeze, ele trabalhava nos vídeos de Gabriel Monteiro, sendo uma espécie de produtor. O ex-assessor arrumava personagens em situação vulnerável para os vídeos que seriam forjados, além de monitorar inimigos políticos de Monteiro. Antes do acidente,  Witeze afirmava que estava sofrendo ameaças de morte.

Angelo acredita que seu depoimento pode contribuir a favor do parlamentar no processo ético-disciplinar que corre na Casa.

“Eu não tenho muito relacionamento com o Gabriel, diretamente, diferente dos assessores parlamentares que sempre estão com ele. Eu falo muito com ele todos os dias pelo WhatsApp sobre publicidade, propaganda e tudo. Acho que vou contribuir não só com a questão do valor que me ofereceram em dinheiro, mas também no vídeo do salão. Tem um vídeo que ele parece que toca o seio de uma menor de idade, e eu também estava lá. Inclusive, eu que consegui o salão para fazer o ato caridoso. Como eu participo de vários momentos, para ajudar as pessoas também, eu estava ali e tenho filmado aqui (no celular) coisas que dizem ao contrário”, comentou o empresário.

Angelo também informou que acredita em provas forjadas contra o ex-PM: “Eu acho que tem, sim, muita coisa forjando provas (sic). Não estou em defesa do Gabriel Monteiro, estou em defesa do correto”.

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Delegado da Polícia Federal pede apreensão do celular de Aras e Guedes

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Procurador-geral da República, Augusto Aras
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Procurador-geral da República, Augusto Aras

Responsável por inquéritos sensíveis ao governo de Jair Bolsonaro, o delegado de  Polícia Federal Bruno Calandrini solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) duas medidas que geraram mal-estar em integrantes da corporação. 

A primeira foi um pedido de busca e apreensão do telefone celular do procurador-geral da República Augusto Aras e do ministro da Economia Paulo Guedes, já negado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que não viu elementos para justicar tais ações. 

A segunda foram diligências contra a própria cúpula da PF, que está sob análise da ministra Carmen Lúcia.

O pedido de diligências contra a cúpula da PF foi revelado no sábado pelo portal “Metrópoles” e seria motivado por suspeitas de interferência de diretores da PF na investigação sobre o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Os alvos dessas diligências e o teor estão mantidos sob sigilo.

O caso deflagrou uma crise interna na atual gestão do diretor-geral Marcio Nunes de Oliveira. A avaliação entre integrantes do órgão é que foi uma tentativa do delegado Bruno Calandrini para se blindar da sindicância aberta após ele acusar que houve interferência na investigação do ex-ministro Milton Ribeiro.

Calandrini foi notificado para prestar depoimento sobre o caso, mas até agora não compareceu. Segundo interlocutores, há um receio do delegado que a sindicância seja usada para puni-lo pela atuação no caso.

O delegado Calandrini chegou a escrever, em mensagem a seus colegas, que houve interferência para impedir a transferência do ex-ministro para Brasília após sua prisão. Mas a direção da PF argumentou que não houve tempo nem disponibilidade de aeronave para realizar o deslocamento.

No pedido de busca e apreensão contra Aras e Guedes, Calandrini também havia pedido medidas contra o advogado do ministro, Ticiano Figueiredo.

O requerimento tinha como base a divulgação de um diálogo entre Aras e Ticiano no qual o advogado pedia que o procurador-geral intercedesse para suspender um depoimento de Guedes à PF em uma investigação sobre desvios no fundo de pensão dos Correios, o Postalis. Guedes havia sido citado em um depoimento. Barroso, entretanto, considerou que não havia elementos para autorizar a medida e arquivou o pedido.

Os pedidos provocaram descontentamento na PF. Os delegados que integram a atual gestão avaliam que havia poucos elementos para justificar as medidas. Calandrini não consultou seus superiores ao apresentar os pedidos e os protocolou diretamente no STF.

Procurada, a PF não comentou. A assessoria de Aras afirmou que não iria se manifestar porque o caso já havia sido arquivado.

O advogado Ticiano Figueiredo, que defende o ministro Paulo Guedes, afirmou em nota: “Se isso for verdade mesmo, esse é um ato que se revela autoritário, odioso e destoa do trabalho relevante dos delegados da Polícia Federal. Causa perplexidade, já que exercer, de forma plena, o direito de defesa dos clientes, é um dos pilares do Estado Democrático de Direito e não pode, jamais, ser criminalizado por quem quer que seja”.

Também procurado, Calandrini não respondeu aos contatos da reportagem.

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Fonte: IG Nacional

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro
Reprodução/Twitter

Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro

Um avião caiu na tarde de hoje no bairro da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As primeiras informações apontam que duas pessoas estavam dentro da aeronave e teriam sido levadas ao hospital. Não há informações sobre mortos. 

Não há informações sobre a causa do acidente até o momento.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um homem recebe atendimento médico ao lado da aeronave, perto de uma piscina. 

*Mais informações em instantes.

Fonte: IG Nacional

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