conecte-se conosco


Economia

Banco Central deve elevar Selic a 13,25% ao ano, aponta ANEFAC

Publicado

Economia

source
Banco Central deve elevar Selic a 13,25% ao ano, aponta ANEFAC
Redação 1Bilhão

Banco Central deve elevar Selic a 13,25% ao ano, aponta ANEFAC

Nos dias 14 e 15 junho, a diretoria do Banco Central estará reunida para definir a nova taxa de juros básica (SELIC). Na avaliação de Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor-executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da ANEFAC, o BC vai elevar a SELIC em 50 pontos percentuais para 13,25% ao ano.

Com a Taxa Básica de Juros (SELIC) em 13,25% ao ano as aplicações em Renda Fixa, como os Fundos de Investimento, ganham mais atratividade e ganham da Poupança na maioria das situações.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Entretanto mesmo com esta elevação da taxa básica de juros (SELIC) as Cadernetas de Poupança vão continuar interessantes frente aos fundos de renda fixa, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 2,50% ao ano.

Tal fato ocorre uma vez que a caderneta de poupança tem seu ganho garantido por lei (TR + 6,17% ao ano) e não sofre qualquer tributação diferentemente dos fundos de renda fixa que possuem tributação do imposto de renda sobre seus rendimentos, sendo maior esta tributação quanto menor for o prazo de seu resgate além de ter a cobrança da taxa de administração cobrada pelos bancos.

Tendo em vista a Taxa Básica de Juros (SELIC) ter ultrapassado o percentual de 8,50% ao ano o rendimento da poupança antiga e da poupança nova passaram a ter a partir de agosto/2014 o mesmo rendimento de TR + 6,17% ao ano. Assim sendo a nova regra da poupança de ter um rendimento de 70% da Taxa Básica de Juros (SELIC) mais a variação da TR não mais se aplica.

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Guedes critica pagamento de bônus  aos servidores do BNDES

Publicado

Paulo Guedes, ministro da Economia
Washington Costa/ASCOM ME

Paulo Guedes, ministro da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou o BNDES durante uma palestra nesta quinta-feira (18) ao falar sobre o uso de recursos públicos para melhorar o país. Guedes disse que o banco deveria reduzir o bônus distribuído a seus servidores e pagar o que deve à União.

Dados do Ministério da Economia mostram que o BNDES pagou em média, em 2021, cerca de R$ 108 mil aos empregados. Foi o maior valor declarado entre as empresas públicas com Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Por outro lado, o banco tem uma dívida em torno de R$ 100 bilhões com o Tesouro Nacional. Segundo o ministro, a instituição convenceu o Tribunal de Contas da União (TCU) a postergar o pagamento.

“O BNDES convenceu o TCU que era um risco devolver mais dinheiro para a União e que ela melhor pagar lá na frente. Se o BNDES deu um bônus maior, tem que pagar a União”, afirmou o ministro da Economia.

Guedes disse que o Brasil está melhor do que outros países e tem todas as condições de atrair investimentos de empresas estrangeiras em áreas como petróleo e gás, alimentos e energia. Ele afirmou que, somando o resultado do leilão de aeroportos desta quinta-feira, o Brasil deverá receber em torno de R$ 900 bilhões nos próximos anos.

“As democracias liberais não confiam mais nos regimes totalitários. A Alemanha não quer mais depender da Rússia. Alemanha e França têm planos de investir no Nordeste brasileiro. Nos próximos quatro anos, vamos dobrar de 10% para 20% a oferta de energia eólica e de 5% para 10% a energia solar.”

Fonte: IG ECONOMIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Guedes diz que governo ‘perdeu prazo’, mas defende reforma tributária

Publicado

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo
Lorena Amaro

Guedes defendeu maior tributação para mais ricos e garantiu reforma tributária na pauta do governo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que, embora o governo tenha perdido o ‘prazo’, a reforma tributária ainda está em pauta do governo. A declaração foi dada nesta quinta-feira (18) em um evento promovido pelo BTG Pactual.

Em tom eleitoral, Guedes afirmou que a redução de tributos com o aumento na arrecadação é uma medida que contribui para a simplificação tributária. Para o ministro, a tramitação da reforma em tributos não pode perder a “janela de oportunidade”.

“Os passos não são retráteis, você não vai andar para trás”, afirmou.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  perfil geral do Portal iG

Guedes ainda voltou a defender a tributação de lucros e dividendos, medida que causou mal-estar com o mercado financeiro. Segundo do chefe da pasta econômica, a iniciativa é necessária para aumentar a margem de isenção do Imposto de Renda (IR).

Paulo Guedes aproveitou para defender o aumento da tributação para mais ricos. O ministro propôs a junção de políticas sociais, gestão de capital público e investimento privado para simplificar a impostos.

“A base de arrecadação aumenta e essa massa de arrecadação maior paga a transferência de renda”, declarou.


Fonte: IG ECONOMIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso