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O que o futuro reserva para o jogo de eSports

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A falta de regulamentação e verificação pode resultar em odds manipuladas e não é incomum que apostadores, às vezes os mais inexperientes, percam quantidades substanciais de dinheiro real apostando em eSports sem saber o que estão fazendo.

Em contraste, uma série de estados nos EUA já legalizaram as apostas em eSports e agora oferecem uma variedade de opções de apostas regulamentadas.  

Saiba mais sobre as apostas em eSports e o que o futuro reserva para as apostas em eSports – https://bookmakers.com.br/.

Inovações Futuras

Embora as opções de jogo de esportes oferecidas pelas apostas esportivas legais tenham sido mais ou menos limitadas aos mesmos tipos de oportunidades de apostas oferecidas para o jogo esportivo tradicional, o aumento do iGaming pode ajudar a acelerar a inovação nos mercados de apostas em esportes nos próximos anos.

Em um futuro próximo, as apostas esportivas podem ser capazes de alavancar de forma mais eficaz os dados do jogo para oferecer aos fãs de eSports uma experiência de jogo ainda mais rica, na qual os fãs não só estão constantemente fazendo apostas sobre o que está prestes a acontecer durante uma partida, mas também podem apostar em um número quase infinito de novas categorias de apostas.

Embora um evento esportivo típico já permita apostas de proposição e apostas no jogo (por exemplo, quem ganhará o próximo ponto em uma partida de tênis), as competições de eSports oferecem aos operadores, editores, patrocinadores e outras partes interessadas a oportunidade de aproveitar uma imensa quantidade de dados de uso e desempenho em tempo real que podem ser explorados para criar uma variedade ainda maior de oportunidades de apostas no jogo. 

Em adição a disso, a chegada das tecnologias como oMetaverso e a realidade virtual poderia oferecer aos fãs de eSports a oportunidade de praticamente sentar na frente do computador ou celular e apostar na ação, vendo uma competição de dentro da gameplay da partida enquanto interagem com outros fãs.  Embora alguns eventos esportivos tradicionais incorporem essa tecnologia em uma escala limitada, o uso dessas tecnologias em esports pode fornecer aos fãs e jogadores uma experiência mais conectada e envolvente, juntamente com ferramentas que facilitam a construção da comunidade essencial para a cultura de jogos e esports.

Além disso, os casinos e casas de apostas de eSports online continuam a explorar o potencial de tecnologias e plataformas baseadas em blockchain nos mercados de apostas, muitas vezes permitindo que os apostadores joguem e ganhem criptomoedas ou ativos digitais, como NFTs. As equipes e organizações de eSports continuam a experimentar o uso de NFTs para vender itens colecionáveis digitais que representam associação a um clube social ou para fornecer acesso a outras vantagens. Os fãs de eSports tendem a estar mais acostumados e a aceitar tecnologias emergentes, então a indústria está suscetível a adotar essas tendências.

Finalmente, embora a grande maioria das apostas em eSports ocorra online, continuaremos a ver mais integração de eSports em cassinos físicos e, por uma boa razão: as gerações futuras de clientes de cassinos preferem entretenimento interativo e jogos baseados em habilidades em vez de slots.

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Polícia Civil realiza operação bomba fantasma em Rondonópolis e Goiás

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (06), a operação Bomba Fantasma, para desarticular uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal.

Estão sendo cumpridas diversas ordens judiciais em três cidades de Mato Grosso e Goiás, entre elas 13 mandados de buscas, bloqueios de contas bancárias e de 12 veículos de investigados, sequestro de imóveis, além de outras medidas cautelares.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda, identificou que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba.

Investigação

Com a auditoria, realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz, foi demonstrado que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado na cidade de Alto Garças, no sul do estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas.

Além do grupo formado pelos postos de combustíveis, a investigação apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, o delegado Rafael Scatolon representou pela expedição de 13 mandados de busca e apreensão, bloqueio das contas bancárias no valor correspondente ao crédito tributário (R$ 42 milhões), suspensão do escritório de contabilidade e do contador, sequestro de quatro imóveis, além do bloqueio de 12 veículos, cujos mandados, após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, foram deferidos pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Rondonópolis e Pedra Preta, no sul do estado e em Goiânia (GO).

A operação Bomba Fantasma conta com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais (DRE), Deccor e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

 

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Caixa: nova presidente vai afastar 26 consultores ligados a Guimarães

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Nova presidente da Caixa decide afastar 26 consultores ligados a Pedro Guimarães
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Nova presidente da Caixa decide afastar 26 consultores ligados a Pedro Guimarães

A nova presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques , afirmou, após a cerimônia de sua posse na tarde de hoje, que vai afastar ao todo 26 consultores estratégicos, ligados diretamente ao antecessor, Pedro Guimarães. Já foram desligados seis funcionários, além de dois vice-presidentes, que renunciaram aos seus cargos. Guimarães se demitiu depois de virem à tona denúncias de assédio sexual no banco.

Daniella afirmou que a troca das vice-presidências obedecerá às regras de governança do banco, que exige realização de processo seletivo de executivos por empresa especializada no mercado. Em entrevista coletiva, ela disse ainda que vai reestruturar o canal de denúncias do banco estatal, ligado à vice-presidência de Risco e a Corregedoria, que responde diretamente à Presidência.

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Essa estrutura favoreceu o encobertamento das denúncias de assédio sexual por Guimarães, conforme relatos de testemunhas investigados pelo Ministério Público Federal.

Daniella Marques mencionou que foi bem recebida na Caixa e que abriu um canal de diálogo direto com as 35 mil funcionárias do banco, com objetivo de acolhimento.

Convite diretamente de Bolsonaro

Ao ser indagada sobre o silêncio do presidente Jair Bolsonaro em relação às denúncias de assédio de Guimarães e a falta de solidariedade em relação às vítimas, respondeu que ele afastou os envolvidos:

“O presidente Jair Bolsonaro tomou a atitude necessária para proteger a imagem da Caixa, afastar os envolvidos. A gente tem que garantir um ambiente seguro para quem está levando (as denúncias), mas tem que garantir independência nas apurações.”

Bolsonaro discursou na cerimônia de posse, mas evitou citar Guimarães ou as acusações de assédio. No entanto, frisou que “não começa nova era” na Caixa, mas uma gestão de continuidade. Ele elogiou a competência de Daniella emendando que “não precisa colocar cota para mulher”.

Na coletiva, Daniella contou que recebeu na terça-feira (5) da semana passada uma ligação de Bolsonaro com convite para ocupar o lugar de Guimarães. Ele entregou a carta pedindo o afastamento do cargo na quarta-feira (6) à tarde, um dia após a divulgação dos relatos de assédio sexual contra mulheres no banco, publicadas pelo site Metrópoles.

Marques disse que pretende rever a política de entrada na Caixa no agronegócio do antecessor. Ela também descartou a privatização do banco digital Caixa Tem, criado pela Caixa para pagamento de benefícios sociais durante a pandemia.

Fonte: IG ECONOMIA

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