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Dia da Mobilidade Elétrica: Queremos seu fim

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Durante o evento, foi apresentado o Id.3, da Volkswagen
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Durante o evento, foi apresentado o Id.3, da Volkswagen

Fala galera, Beleza? Mais uma vez começo meu texto agradecendo todo apoio e carinho recebido por aqueles que estão acompanhando a coluna no Portal iG . Tem sido uma experiência enriquecedora explorar novas formas de trazer minhas experiências e opiniões sobre a Mobilidade Elétrica.

Caso você não tenha lido ainda os outros textos, segue o link para darem uma conferida .

O título parece meio controverso ou mesmo polêmico com intuito de apenas chamar a atenção, mas não. A ideia é o fim do Dia da Mobilidade Elétrica. Primeiro vou esclarecer o motivo de termos o Dia da Mobilidade Elétrica e logo entenderão a chamada.

A Lei Municipal 17.376, de 19 de julho de 2020, inseriu ao calendário de eventos de São Paulo o Dia da Mobilidade Elétrica em 25 de maio. O objetivo é promover discussões sobre mobilidade e sustentabilidade por meio de palestras, eventos e seminários.

Considerando o objetivo, em 28 de maio, foi realizado o evento de 2022. A concentração aconteceu na Avenida 13 de Maio, onde pude reencontrar grandes amigos e parceiros. Pessoas de todos os cantos vieram prestigiar o evento, inclusive meus grandes parceiros Rogério Markiewicz e Rodrigo de Almeida (presidente e vice-presidente da ABRAVEi) vieram de Brasília com seus carros elétricos.

Após a solenidade de abertura, com participação de representantes de várias empresas, associações e instituições públicas, iniciou-se a carreata pela Avenida Paulista em direção à Praça Charles Muller. Veículos elétricos de todos os tamanhos, desde monociclos até ônibus e caminhões. Preciso registrar, meu favorito foi o carro forte elétrico da empresa Protege.

Chegamos ao local da feira em frente ao estádio do Pacaembu com uma recepção digna de um evento feito para o usuário. Foi montado um pequeno circuito de test drive que garantiu grandes emoções com alguns dos principais veículos elétricos do mercado brasileiro. Os modelos da JAC eJS1, eJS4 e eJ7 (esse provocou algumas acelerações mais apimentadas); Renault Zoe e Kwid e-Tech; Peugeot e208 GT e e-Expert. Por último, mas não menos importante, tivemos a primeira apresentação para o público com direito a test drive dos modelos VW ID3 e ID4.

Emoções sobre uma e duas rodas também foram oferecidas. Além da pista dos veículos grandes, também foi montada uma área para test drives de patinetes, monociclos e motos elétricas. Aliás, alguns modelos de motos e patinetes proporcionam emoções que poucos se atrevem a experimentar.

Agora vamos para a feira. Já na entrada as pessoas são recebidas pelo stand da Tupinambá Energia e seus lindos totens (que orgulho eu tenho), em seguida tínhamos em exposição da VW, Mercedes, Eletra, Renault, Ituranmob, Enel X Way, Riba, Santander, GreenV, Electricmobility Brasil, Aima Brasil, Peugeot Toriba, Audi, Eletricz, Muuv, FlipOn e JAC. Cada uma com seu produto e serviço para divulgação.

Mas, na minha opinião, o mais bacana era trocar uma ideia sem pretensão alguma a não ser promover a Mobilidade Elétrica no Brasil. Inclusive tive a oportunidade de encontrar alguns seguidores das minhas redes sociais no evento. Foi muito gratificante.

Parece forçado pregar uma mudança tão grande em um país que não consegue fornecer o básico para boa parcela da população. O fato é que a mobilidade elétrica é uma ferramenta para a democratização do transporte e redução do impacto na qualidade de vida que o simples ato de ir trabalhar pode trazer às pessoas ao redor.

Acham que estou exagerando quando falo em democratização do transporte? Então pensem comigo. A região com o menor IDH no Brasil é a região com maior incidência de raios solares. Com placas de energia fotovoltaica, você consegue produzir eletricidade para geladeira, televisão, bomba d’água, irrigadores e, pasmem, carregamento da bateria de uma moto elétrica. Não existe nada mais plural que o uso da energia elétrica, principalmente em um país como o Brasil, dono de umas das matrizes de energia elétrica mais limpa do mundo e com grande potencial para ampliação produção de energia renovável.

Agora, para encerrar este texto, volto para o título: desejo que o Dia da Mobilidade Elétrica chegue ao seu fim. Mas isso só acontecerá no dia em que a Mobilidade Elétrica se tornar algo tão simples no nosso dia a dia que não fará mais sentido ter uma data específica para discutir o assunto (palavras roubadas do Rogério Markiewicz na concentração).

Então é isso, meu caro leitor, gostaria de compartilhar um pouco da minha emoção por participar de mais um Dia da Mobilidade Elétrica.

Até o próximo texto.

Fonte: IG CARROS

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Mini traz 15 unidades da série Pat Moss Edition do John Cooper Works

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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em  uma prova de rali
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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em uma prova de rali

A Mini anuncia que vai trazer ao mercado brasileiro a série especial do John Cooper Works batizada de Pat Moss, em homenagem à piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em um rali internacional, há 60 anos.

De acordo com a fabricante inglesa, o modelo tem apenas 800 unidades espalhadas em todo o mundo, sendo que apenas 15 serão destinadas para pré-venda no Brasil ao preço de R$ 318.390 , com as primeiras entregas programadas para setembro. 

Disponibilizada na cor Preto Midnight para a carroceria e teto multitone de três cores (Preto Jet, Cinza Melting e Vermelho Chili), o hatch agrega faixa branca no capô além da assinatura da Pat Moss no para-choque dianteiro. 

Por dentro, além da assinatura da piloto, há também sistema de som da renomada Harman/Kardon , head up display , painel digital, central multimidia touchscreen de 8,8 polegadas e sistema de navegação integrado.

O motor é biturbo de 2,0 litros de quatro cilindros de 231 cv e torque de 32,63 kgfm e a transmissão de 8 velocidades. Segundo a fabricante, de 0 a 100 km/h são feitos em 6,1 segundos e a velocidade máxima é de 246 km/h.

Pat Moss e a navegadora, Ann Wisdom venceram no Rally de Monte Carlo em 1964, 1965 e 1967 e décadas depois, a vitória geral no Paris-Dakar quatro vezes seguidas (2012 e 2015), além de mais duas gerais (2020 e 2021).

Fonte: IG CARROS

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Kawasaki terá motos elétricas baseadas nos modelos Z125 e Ninja 125

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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos
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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos

A era da eletrificação aos poucos está abocanhando o segmento das motos e nem mesmo os modelos de apelo emocional estão escapando da tecnologia que veio para ficar.

Uma prova desta teoria está no anúncio feito no final de 2021 pelo CEO da Kawasaki, Hiroshi Ito, confirmando que 2022 seria o ano em que a empresa entraria no mercado de motos elétricas .

A Kawasaki é uma das marcas mais tradicionais e que agora vem investindo cada vez mais em projetos voltados para a eletromobilidade. Documentos publicados no site da National Highway Traffic Safety Administration nos EUA reforçam que a empresa japonesa vem trabalhando em duas motos elétricas para 2023 de codinome ‘NX011AP’ e ‘NR011AP’.

A designação segue o padrão usual da Kawasaki, com ‘X’ no segundo lugar usado para denotar uma moto esportiva e ‘R’ para um roadster nake (sem carenagem), mas o ‘N’ inicial é novo e significa ‘Elétrico’ no protocolo de nomenclatura da Kawasaki.

De acordo com o documento no site da NHTSA cada um deles produzirá 11kW (15cv) , e pelas imagens, serão máquinas mecanicamente idênticas, diferenciando-se apenas por uma ser carenada e outra sem carenagens (naked), nos moldes da Z125 e da Ninja 125 , mas com energia elétrica.

Os nomes dos modelos de showroom ainda não são conhecidos, mas a Kawasaki já registrou os títulos Ninja E2 e Ninja E2-R. Tudo será revelado na íntegra ainda este ano, provavelmente na feira EICMA de novembro em Milão , onde o protótipo elétrico apareceu pela primeira vez três anos atrás.

Fonte: IG CARROS

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