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ALGODÃO/CEPEA: Média sobe pelo 3º mês seguido e renova recorde

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Cepea, 1°/6/2022 – O preço do algodão em pluma esteve predominantemente em alta ao longo de maio, chegando a renovar o recorde nominal da série histórica em diversos momentos, sendo o último no dia 18, quando o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, atingiu R$ 8,1834/lp. Assim, no acumulado do mês, o Indicador subiu 10,2% – maio foi o terceiro mês consecutivo de avanço. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação veio sobretudo da posição firme de vendedores, que detêm pouco volume da safra 2020/21 para negociação no spot, especialmente de pluma de qualidade. Do lado comprador, algumas indústrias se mantêm fora do mercado, trabalhando com o produto em estoque e/ou de contratos a termo. Diante da liquidez enfraquecida ao longo da cadeia têxtil, empresas também reduziram a produção. Ainda assim, ao longo de maio, parte dos compradores buscou garantir a matéria-prima, principalmente da próxima safra, para recebimento ao longo do segundo semestre deste ano. A média mensal do Indicador em maio, de R$ 7,9647/lp, continua sendo a maior da série do Cepea, em termos nominais. Em termos reais (atualizados pelo IGP-DI de abril/22), a média de maio/22 é a mais alta desde abril de 2011 (R$ 9,0096/lp). Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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IPPA/CEPEA: IPPA se mantém estável em julho

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Cepea, 18/08/2022 – Em julho, o IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários), em termos nominais, se manteve praticamente estável frente ao de junho (-0,1%). O resultado esteve atrelado ao contrabalanceamento das variações dos Índices de grupos de alimentos. Por um lado, o IPPA-Grãos e o IPPA-Cana-Café recuaram, respectivamente, 4,1% e 0,5%; por outro, verificaram-se avanços no IPPA-Pecuária e IPPA-Hortifrutícolas, de 4,6% e 19,3%, respectivamente. O resultado observado para o IPPA-Pecuária se deveu à alta dos preços nominais do leite, do suíno vivo e do boi gordo. No caso do leite, que acumula valorizações consecutivas desde o início deste ano, o resultado se atribui à menor oferta no campo. Para os suínos, o baixo poder de compra da população impulsionou a demanda por animais vivos pelos frigoríficos. No caso do boi gordo, apesar da elevação dos preços da arroba em relação a junho, pesquisadores do Cepea apontam que, na comparação anual parcial (de janeiro a julho), os valores estão inferiores aos de 2021, devido à baixa procura pela carne pela população brasileira. Quanto aos hortifrutícolas, o resultado para o grupo se deve às elevações nos preços nominais da banana e da uva. Em ambos os casos, estão atreladas às baixas ofertas das frutas. Em relação ao IPPA-Grãos, o resultado advém das quedas observadas para o algodão em pluma, milho em grão, soja e trigo. Em relação ao IPPA-Cana-Café, verificaram-se quedas nos preços de ambos os produtos que compõem este grupo. Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, registrou queda de 0,52% – logo, de junho para julho, os preços agropecuários subiram frente aos industriais da economia. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Competitividade da carne suína frente às substitutas diminui em agosto

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Cepea, 18/8/2022 – Enquanto a média de preços da carne suína registra forte elevação nesta parcial de agosto, as carnes bovina e de frango se desvalorizaram. Esse movimento, por sua vez, tem resultado em perda de competitividade da proteína suinícola frente às concorrentes. Segundo pesquisadores do Cepea, os preços da carne suína negociada no atacado da Grande São Paulo iniciaram agosto em forte alta, devido às demandas interna e externa aquecidas. No caso da carne de frango, o menor consumo interno, em razão do alto patamar dos preços, e a maior oferta – devido à retração das exportações em julho, em especial das vendas à China – pressionaram as cotações. Para a proteína bovina, a combinação do baixo poder de compra da população e dos preços elevados da carne segue limitando as vendas no mercado interno, enfraquecendo as cotações. Dessa forma, a carcaça especial suína está 2,52 Reais/kg mais cara que o frango inteiro neste mês (até o dia 16), expressivo aumento de 18,8% frente à diferença registrada em julho. Com relação à carcaça casada bovina, a diferença está em 9,98 Reais/kg, recuo de 7,4% frente à observada no mês anterior. Assim, com o preço médio da carne suína se distanciando do valor do frango e se aproximando do da carne bovina, sua competitividade frente a essas concorrentes diminui. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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