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iPhone 14 Pro pode ganhar always-on display como em celulares Android

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iPhone 14 Pro pode ganhar always-on display como em celulares Android
Bruno Gall De Blasi

iPhone 14 Pro pode ganhar always-on display como em celulares Android

Apple  deve levar um recurso muito aguardado à próxima geração dos seus celulares. Espera-se que os futuros  iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max  sejam anunciados ao público com o always-on display, uma ferramenta que já é encontrada em celulares Android há anos. É o que conta Mark Gurman, da  Bloomberg , neste domingo (29).

A revelação deu as caras na newsletter  Power On . Segundo Gurman, o iOS 16 pode trazer melhorias em notificações e outras novidades. Mas uma das funções que mais devem chamar a atenção dos usuários seria destinada aos sucessores do iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max, que tendem a ser anunciados em setembro.

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A dupla deve chegar às lojas com o suporte ao always-on display. Caso não esteja a par, trata-se de uma função para mostrar algumas informações necessárias, como hora e notificações, enquanto a tela está desligada. Neste caso, o painel OLED aciona somente os pixels necessários para fazer a exibição sem gastar muita energia.

O recurso, vale lembrar, não é bem novidade no universo da Apple. Desde o Apple Watch Series 5, os relógios da marca permitem que a tela permaneça ligada continuamente para exibir a hora e afins. E é justamente essa experiência que deverá ser levada para os futuros smartphones da companhia.

Espera-se que o sistema funcione de maneira similar aos relógios. Caso a aposta se torne realidade, os celulares possivelmente vão reduzir a taxa de atualização para evitar que o painel seja atualizado muitas vezes por segundo. Assim, o consumo da bateria será menor, apesar de o painel permanecer ativo continuamente.

Vale lembrar que o iPhone 13 quase ganhou o recurso em 2021.

Always-on display em um Galaxy A7; celular foi lançado em 2017 (Imagem: Tecnoblog)
Always-on display em um Galaxy A7; celular foi lançado em 2017 (Imagem: Tecnoblog)

Com atraso, iPhone 14 Pro pode ter always-on display

O always-on display é um recurso incrível. Através dele, os usuários podem escolher algumas informações importantes para serem exibidas no painel sem precisar acioná-lo completamente. Em outras palavras: você não precisa apertar no botão de bloqueio e desbloqueio na lateral só para ver a hora – basta olhar para o display.

Este recurso é bem antigo, e eu sinceramente não entendo como a Apple não implementou isso antes. Claro, é bem melhor usá-lo em telas OLED do que em painéis LCD. Mas algumas fabricantes, como a Motorola, já usavam o recurso em celulares de entrada. É o caso do Moto G8 Play, que foi lançado em 2019 por R$ 1.099.

A Samsung também oferece esse recurso há tempos. E eu me lembro muito bem de 2018, quando deixei meu antigo iPhone 5S de lado após comprar um Galaxy A8 e me surpreendi com a função. Afinal, eu não precisava acionar a tela toda vez que eu queria saber as horas, ver se recebi uma mensagem nova e afins. 

Claro, isto não invalida o incremento; a atualização é muito bem-vinda e importante. Todavia, a Apple deveria liberar o recurso em todos em celulares antigos através de uma atualização de software. Pelo menos nos modelos com tela OLED, incluindo as edições convencionais e Mini do iPhone 12 e 13. 

Com informações:  Power On (Bloomberg)  e  The Verge

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Mark Zuckerberg posta selfie no metaverso e vira piada na internet

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Mark Zuckerberg posta foto no metaverso
Reprodução/Facebook

Mark Zuckerberg posta foto no metaverso

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, virou motivo de piada nas redes sociais nesta semana depois de publicar uma selfie no metaverso. O ambiente digital foi criticado por ter design muito simples e nada imersivo.

A imagem foi postada por Zuckerberg na terça-feira (16) para anunciar a chegara da plataforma de metaverso da empresa, a Horizon Worlds, na França e na Espanha.

Na foto, Zuckerberg aparece na frente da Torre Eiffel, em Paris, e do Templo da Sagrada Família, em Barcelona. Nas redes sociais, a falta de recursos da imagem foi criticada.

“Não parece um produto real. Não há nada de ‘imersivo’ nisso. Quando seu produto principal se parece com as paredes pintadas de uma creche abandonada, você deve se perguntar”, escreveu um internauta. “Parece ótimo”, brincou outro.

“O que eles estão fazendo com todo esse dinheiro?”, questionou outro usuário, em referência aos US$ 10 bilhões que a Meta está investindo na criação de seu metaverso.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Após denúncia de ONG, Meta proíbe anúncios que questionem as eleições

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Meta atualiza regras eleitorais no Brasil
Unsplash/Dima Solomin

Meta atualiza regras eleitorais no Brasil

A Meta afirmou nesta semana que vai proibir anúncios questionando a legitimidade das eleições deste ano em suas plataformas. A atualização apareceu em uma publicação da empresa a respeito das medidas que está tomando durante o período eleitoral brasileiro.

A decisão veio a público depois que a  ONG internacional Global Witness acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios deste tipo no Brasil. Na segunda-feira (15), a organização divulgou um relatório mostrando 10 peças publicitárias que passaram pelos critérios da dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Enquanto alguns anúncios tinham datas e locais de votação errados, o que poderia impedir cidadãos brasileiros de votarem, outros criticavam as urnas eletrônicas, questionando a legitimidade do pleito.

Na terça-feira (16), a Meta atualizou sua publicação confirmando a novidade. “Como parte do nosso trabalho para proteger a eleição no Brasil em 2022, vamos proibir anúncios questionando a legitimidade desta eleição”, afirmou a companhia.

A atualização aconteceu em um texto publicado na última semana que relata os esforços da Meta em relação às eleições deste ano. Entre as medidas, estão a parceria com checadores de fatos e a “remoção de conteúdos que violam as políticas voltadas para supressão de votos, ou seja, para conteúdos que desestimulam o voto ou interferem na votação”.

Esses conteúdos, que já são proibidos, também foram aprovados nos anúncios que a Global Witness publicou, o que mostra um baixo cumprimento das próprias regras da Meta. “O Facebook sabe muito bem que sua plataforma é usada para espalhar desinformação eleitoral e minar a democracia em todo o mundo”, disse Jon Lloyd, consultor sênior da ONG.

“Apesar dos autoproclamados esforços do Facebook para combater a desinformação, particularmente em eleições de alto risco, ficamos chocados ao ver que eles aceitaram todos os anúncios de desinformação eleitoral que enviamos no Brasil”, completou.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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