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Novo medicamento dá perspectiva a pacientes de insuficiência cardíaca

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Pacientes com insuficiência cardíaca tem nova opção de tratamento
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Pacientes com insuficiência cardíaca tem nova opção de tratamento

Pacientes com a chamada insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP) tem, a partir de agora, uma nova perspectiva de qualidade de vida, tudo por conta de um novo medicamento, a empagliflozina, aprovada nesta semana pela Anvisa.

Até então, no país, o tratamento para esse tipo de insuficiência era focado nos sintomas, como a falta de ar, cansaço e inchaço das pernas. Agora será possível tratar o mal em si, assim como é feito com o tipo mais comum de insuficiência, com fração de ejeção reduzida.

“Não existia tratamento específico que mostrasse melhora nos desfechos principais, que são a hospitalização e a mortalidade”, explica a médica especialista Thais Melo, diretora da Boehringer Ingelheim no Brasil.

“Agora, após a publicação do estudo e com a aprovação da Anvisa, associada a terapia padrão acima mencionada, a empaglioflozina levou a uma redução de 21% no risco relativo de morte cardiovascular ou de hospitalização por insuficiência cardíaca. É uma diferença significativa, então, na prática, a gente pode esperar redução de hospitalização, que é uma questão muito crítica, e reduçaõ de mortalidade”, aponta. A contra-indicação é apenas para pacientes com insuficiência renal grave.

A substância já é utilizada no Brasil para tratamento de diabetes, e faz parte de diversos estudos em pacientes cardiovasculares.

No Brasil, a insuficiência cardíaca é a primeira causa de internação hospitalar em pessoas com mais de 60 anos, e metade dos paciente diagnósticos morrem cinco anos após o diagnóstico, em média, o que aponta a urgência no desenvolvimento de novos tratamentos. Fadiga, falta de ar são sintomas comuns, que afetam a qualidade de vida dos pacientes.

Estudo

O medicamento foi testado para os dois tipos de insuficiência cardíaca. Dos quase 6 mil participantes, 700 eram brasileiros.

“Esses dados estabelecem a empagliflozina como o primeiro tratamento aprovado capaz de melhorar significativamente a saúde de pacientes com ambos os tipos de insuficiência cardíaca”, afirma a médica.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid: capital paulista quer 4ª dose para maiores de 35 anos

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A Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS) enviou um ofício ao Ministério da Saúde solicitando que a população acima de 35 anos de idade seja incluída no calendário de vacinação com a segunda dose adicional (DA2) contra a covid-19. A estimativa populacional desse contingente é de cerca de 1 milhão de pessoas.

Segundo as informações da secretaria, pelo menos 627 mil pessoas não receberam a segunda dose de reforço contra a covid na capital paulista e 2,5 milhões de pessoas aptas para a primeira dose adicional da vacina ainda não procuraram os postos. “Por meio das unidades básicas de Saúde (UBS), a SMS realiza rotineiramente busca ativa dessa população e disponibiliza, de segunda a domingo, inclusive em feriados, a vacinação em diversos postos por toda a cidade”.

“A dose de reforço é essencial para continuar protegendo a população de quadros mais graves da covid-19. São Paulo é a capital mundial da vacina e essa grande adesão da população à vacinação mostrou sua eficiência e importância para evitar que casos de covid-19 se agravem e levem a internações. Pedimos à população que procure a UBS mais próxima de sua casa ou trabalho e não deixe de se vacinar”, recomenda o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

De acordo com a SMS, a cidade já aplicou mais de 33 milhões de doses. Até o dia 4, 2.260.434 doses foram aplicadas como segunda dose adicional, cobrindo 56,8% do público elegível. Outras 7.742.644 doses foram aplicadas como primeira dose de reforço, equivalente a 81,3% de cobertura vacinal.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que até o momento recomenda a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 para as pessoas a partir de 40 anos de idade. Disse ainda que a Câmara Técnica Assessora em Imunizações mantém as discussões referentes as alterações e ampliações do esquema vacinal para novos grupos.

“Após aprovação o conteúdo é publicado por meio de Notas Técnicas, de acordo com as evidências científicas a respeito do tema e o cenário epidemiológico, que são acompanhados diariamente pelo Ministério da Saúde”, disse o ministério.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: vacinação com a quarta dose no Rio não chega a 40%

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A vacinação contra a covid-19 na cidade do Rio de Janeiro segue a passos lentos. Mesmo com o aumento no número de casos da doença verificado nas últimas semanas, a população não tem procurado os postos para tomar o reforço da imunização.

Apesar do sucesso inicial da campanha no ano passado, que alcançou 99,9% da população adulta com uma dose e 99,8% com as duas doses ou dose única do esquema básico, o reforço foi aplicado em 71,4% da população com 18 anos de idade ou mais e apenas 39,8% dos aptos a receber a quarta dose, ou seja, pessoas com 40 anos ou mais, retornaram aos postos. Essa faixa etária começou a receber a quarta dose no dia 21 de junho.

Ainda há 20% das crianças de 5 a 11 anos de idade sem iniciar a imunização. Ao todo, 111,2 mil crianças do município nessa faixa não foram levadas aos postos para se vacinar contra a covid-19, 138,5 mil já receberam a primeira dose e 310,4 mil estão com o esquema de duas doses completo.

Casos

Os painéis da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) indicam aumento no número de casos graves e internações por covid-19 na cidade desde o fim de maio. Em junho, foram internadas na rede pública 829 pessoas com covid-19. No momento, são 159 internados pela doença.

Os dados do MonitoraCovid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmam o retorno da doença. Em médias móveis de sete dias, o município do Rio de Janeiro registrou um mínimo de 231 novos casos em 27 de abril e chegou a zerar o número de óbitos, marca do dia 7 de junho. No dia 24 de junho, os casos passaram a 3,8 mil e os óbitos subiram para dois esta semana.

A SMS informou estar atenda ao cenário epidemiológico e disponibiliza pontos extras para a vacinação.

“A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) está sempre atenta e intensificando as ações desenvolvidas pelas coordenações das diversas áreas da cidade, responsáveis pela gestão das unidades de Atenção Primária. Postos extras de vacinação são colocados em vários pontos da cidade para facilitar o acesso à vacina”.

Doses

A SMS lembra que a vacinação é recomendada para todas as pessoas a partir dos 5 anos de idade. Até os 11 anos de idade, devem ser ministradas as duas doses do calendário básico. Entre os 12 e 39 anos, é recomendado uma dose de reforço. Para todos os que têm 40 anos ou mais, é necessário tomar a quarta dose para garantir a continuidade da imunização contra as formas graves da doença.

Os reforços são aplicados com intervalo de quatro meses. Com a recomendação de uma dose adicional para quem tomou inicialmente a vacina de dose única da Janssem, o número de doses também chega a quatro para completar o ciclo, de acordo com a idade.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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