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Mercedes confirma chegada da versão sedã do EQS ao Brasil

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Modelo será o primeiro AMG elétrico disponível no Brasil, com 580 km de autonomia, conforme a fabricante
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Modelo será o primeiro AMG elétrico disponível no Brasil, com 580 km de autonomia, conforme a fabricante

A Mercedes-Benz confirma a chegada de seu segundo modelo elétrico ao Brasil, o AMG EQS 53 4MATIC+. O modelo que é o topo da linha elétrica da fabricante será ofertado na versão mais esportiva disponível, que conta com 658 cv de potência.

O modelo elétrico estará à venda no Brasil a partir da primeira semana de julho, e conta com altos níveis de desempenho graças à bateria de 107.8 kWh, que permite o EQS alcançar até 580 km de autonomia no ciclo WLTP.

Para o Brasil, o modelo será disponibilizado em versão exclusiva: o Mercedes-AMG EQS 53 4MATIC+ , que conta com dois motores elétricos, que entregam 658 cv de potência e brutais 97 kgfm de torque. Essa potência é entregue às rodas por meio do sistema de tração integral 4MATIC+.

Um dos destaques do EQS , que é a versão elétrica da Classe S, é o luxo embarcado, e no interior o painel possui o “Mercedes-Benz Hyperscreen”, são três telas digitais integradas que formam todo o painel do carro, com 141 cm de comprimento.

O sistema é sensível ao toque e conta com a nova geração do MBUX (Mercedes-Benz User Experience), um serviço de auxílio ao motorista comandado por voz para ativar funções do veículo e da multimídia.

Outra novidade é que o EQS 53 ainda traz a exclusividade do eixo traseiro direcional, que é capaz de girar em até 9° as rodas traseiras, melhorando a dirigibilidade do veículo e auxiliando em manobras de estacionamento.

O Mercedes EQS 53 AMG ainda é equipado com radares, câmeras e sensores para condução semiautônoma (SAE nível 2), faróis de LED Digital Light e navegação em realidade aumentada.

Fonte: IG CARROS

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Conheça detalhes da história da série DB dos Aston Martin

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Aston Martin DB1: modelo idealizado por David Brown e cuja marca foi eternizada pelos filmes de James Bond
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Aston Martin DB1: modelo idealizado por David Brown e cuja marca foi eternizada pelos filmes de James Bond

Diversas fabricantes levam o título de mitos como Porsche, Mercedes, Ferrari que conhecemos hoje, só ganharam fama e prestígio logo após o término da II Guerra Mundial abrindo assim mais espaço para a sua expansão; e com a britânica Aston Martin – fundada por Lionel Martin e Robert Bamford em 1914 nos arredores de Londres, na Inglaterra – não foi diferente.

Logo após sofrer com ações e títulos em queda em razão da consequência da paralisação da produção nas indústrias, o então jovem e promissor proprietário da fábrica de automóveis, a Lagonda e fabricante de tratores e componentes de transmissão, David Brown assumiria em 1947 a Aston Martin , cuja razão social mudava-se para Aston Martin Lagonda Ltd.

Onde tudo começou

Aston Martin DB1 vem com motor 90 cv, potência para atingir 155 km/h de velocidade máxima
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Aston Martin DB1 vem com motor 90 cv, potência para atingir 155 km/h de velocidade máxima

Com uma vasta experiência em marketing empresarial, Brown sempre acreditava que a melhor forma de promover seus automóveis era através da competições e foi assim que o seu primeiro ‘filho’ foi concebido, o DB1 Drop Head Coupé de 1948, levando já a sua autoria nas iniciais.

O DB1 possuía linhas curvas que agradavam ao primeiro contato e possuía um motor dianteiro de quatro cilindros em linha de 1970 cm³, com válvulas laterais e alimentado por dois carburadores SU. Com uma potência de 90 cv já a partir das 4.750 rpm, o DB1 alcançava a velocidade máxima de 155 km/h.

Logo após o lançamento do primeiro modelo, não demorou muito para que fosse lançado um carro mais forte com seis cilindros em linha, denominado agora como DB2 , que serviria mais tarde de base para o lançamento do DB3 de competição.

Um mito chamado DB4

Aston Martin DB4 1958 é um cupê esportivo com linhas arrojadas para o final dos anos 50
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Aston Martin DB4 1958 é um cupê esportivo com linhas arrojadas para o final dos anos 50

Mas talvez o mais célebre dos carros de David Brown foi o DB4 de 1958 que foi considerado um fenômeno de vendas. O DB4 era um GT de linhas incrivelmente esportivas, uma obra assinada por Harold Beach. Concorria com Jaguar XK 140, Mercedes-Benz 300 SL, Ferrari 250 GT, Ford Thunderbird e Chevrolet Corvette. O DB4 , apesar de origem inglesa, tinha carroceria feita por estúdio italiano, a carrozzeria Touring de Milão.

O trabalho de estamparia, assim como o resto da confecção do couro Connolly e a madeira de lei eram feitos artesanalmente, daí a explicação da sua produção ser reduzida.

Por isso, os Aston Martin são carros de exclusividade a qualquer prova e extremamente caros; nos tempos atuais, os mais antigos e as séries especiais são os mais cobiçados por colecionadores e entusiastas milionários que tenham uma polpuda conta bancária para adquirir um DB4 GT Coupé  nos dias de hoje.

Aston Martin DB4 na linha de produção no Reino Unido com itens feitos de maneira artesanal
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Aston Martin DB4 na linha de produção no Reino Unido com itens feitos de maneira artesanal

A tradição dos esportivos da casa londrina falava mais alto pelo seu extremo refinamento nos materiais empregados e na identidade que cada um dos Aston possuía. Quem comprava um carro destes, sem dúvida, eram pessoas de bom gosto que privilegiavam a nobreza e a tradição do que a exuberância de uma Ferrari, por exemplo.

O motor dos DB4 era nada mais do que um potente seis cilindros em linha, projetado por Tadek Marek de 3.670 cm³ alimentado por dois carburadores SU cuja potência era de 240 cv já a partir das 5.700 rpm. A velocidade deste superesportivo ultrapassava facilmente a casa dos 200 km/h.

Para segurar esta fera, os engenheiros britânicos dispuseram de suspensões na frente independente a frente e atrás foram selecionadas as do tipo eixo rígido, justamente para dar uma perfeita distribuição de peso ao resto do conjunto motor e habitáculo. Outra das características do Aston Martin DB4 era as belas rodas raiadas que calçavam pneus 6,00-16.

O Aston de 007

Aston Martin DB5 ficou bem conhecido por ter sido o carro do agente segredo 007 nas telas do cinema
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Aston Martin DB5 ficou bem conhecido por ter sido o carro do agente segredo 007 nas telas do cinema

Em 1963, viria ao mercado uma das mais famosas e célebres séries dos Aston Martin, o DB5 , carro este que foi estreado no filme do agente secreto James Bond ‘007 contra Goldfinger’. Esta série foi as que mais lembram o mais recente Aston Martin, o DB9 , seguindo o mesmo sucesso com as outras séries do DB.

O DB5 foi outro dos nomes mais lembrados quando o assunto é Aston Martin e lógico, além do lançamento no filme, talvez em parte de seu sucesso se deve ao belíssimo motor que foi abundantemente aperfeiçoado e mais potente em relação ao seu antecessor. Agora contava com uma cilindrada maior, de 3.995cm³ de bons 285 cv a 5.500 rpm a partir dos 39,7 kgfm de torque. A velocidade máxima era de 240 km/h.

Interior com acabamento caprichado, com vários instrumentos e volante com aro de madeira
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Interior com acabamento caprichado, com vários instrumentos e volante com aro de madeira

O requinte estava sempre presente em seu interior, porém de estilo mais atual na DB5 , mas sempre mantendo a tradição nos detalhes que já se tornou marca registrada dos automóveis Aston Martin.

Os freios eram da marca Girling de duplo circuito e com servo freio. Entre os opcionais do DB5 estavam a exclusiva transmissão automática de quatro marchas da Borg-Warner. De resto, todas as características dos DBs estavam presentes como a grade trapezoidal, as rodas raiadas, a carroceria de desenhos limpos e nostálgicos, entre outros itens.

Em 1964 a série DB4 deixava de ser produzida para dar lugar ao DB5, mas antes disso, a Aston Martin não deixaria de prestigiar seus fãs lançando a versão Vantage.

O DB4 Vantage era diferenciado apenas pelo mesmo motor, só que com alimentação por três carburadores de corpo duplo e comando de válvulas especial que garantiam bons 314 cv a 5.750 rpm. Esta versão cravava os 248 km/h de velocidade máxima alcançando os 100 km/h em apenas 6,5 segundos.

DB6: novas mudanças na nova série

Aston Martin DB6 mantém a esportividade da marca inglesa com detalhes como a dupla saída de escape
Reprodução

Aston Martin DB6 mantém a esportividade da marca inglesa com detalhes como a dupla saída de escape

Em 1965, a Aston Martin lançava no Salão de Londres o DB6 , um novo carro direcionado mais para o uso familiar, levando em consideração o seu aumento de entre eixos resultando num aumento de até 10 cm no seu comprimento. A principal diferença nesta nova edição dos DBs era o exclusivo defletor traseiro ligada a traseira do veículo, um item indiscutivelmente engenhoso, em se tratando da segurança em altas velocidades.

Além disso, o DB6 receberia um novo para-brisa, um teto mais alongado e para-choques com novos desenhos, desta vez bipartidos. E além, é claro do espaço interno que realçava mais o lado familiar. Quatro adultos já não se queixavam mais do diminuto espaço comparando com as outras séries anteriores.

Quanto à motorização, estava presente um de 3.995 cm³ de 286 cv e um ano após o lançamento, os DB6 já recebiam o consagrado motor Vantage, inaugurado no DB5 de 1964. Agora, o DB6 Vantage contava com potência superior a do seu antecessor, apesar de manter a mesma cilindrada.

O raro Aston Martin DB6 MKII 1969 teve poucas unidades até o final da produção, em 1970
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O raro Aston Martin DB6 MKII 1969 teve poucas unidades até o final da produção, em 1970

Em 1969, chegava à versão MK II que além das linhas mais atuais, era ofertado a injeção de combustível como opcional dentre as principais mudanças. Fora isso, tanto a versão coupé quanto a cabriolet recebia um novo painel com grafismos, porém a nobreza da combinação da madeira e do couro empregado nos detalhes era prevalecida. A série teve a produção encerrada em 1970.

Fonte: IG CARROS

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Veja vídeo e detalhes da menor casa sobre rodas do mundo

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A ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que levou dois anos para fazer a pequena habitação
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A ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que levou dois anos para fazer a pequena habitação

A menor casa do mundo tem apenas 2,2 metros de comprimento, 1,1 metro de largura e 90 cm de altura e de tão pequena, pode ser acomodada no interior de uma van de tamanho médio.

Mas engana-se quem pensa que com toda essa economia, não há espaço suficiente para ‘o morador’ viver. A casa vem com todos os confortos básicos como um banheiro com gerenciamento de resíduos sólidos água encanada, reciclagem de águas cinzas, um chuveiro diferente de qualquer outro que você já viu, uma turbina eólica e todas as vantagens de se juntar ao movimento das casas pequenas.

A  ‘obra’ é criação do artista e escultor de Boston Jeff Smith, que se dedicou durante dois anos para criar uma minúscula habitaçã o levada ao extremo, cujo desafio era de criar diversos ambientes funcionais de uma espaço minúsculos.

Por mais engraçado e bizarro que possa parecer, a menor casa do mundo é de fato funcional. O piso do quarto de solteiro serve tanto de cama quanto de sala e há uma clarabóia que se abre para quando o morador quiser se levantar.

Além disso, há uma pequena pia que jorra água de uma vasilha e um forno de uma boca. A água da pia é redirecionada para os canteiros de flores do lado de fora da janela, onde há um cultivo de rúcula.

Há também um buraco no chão coberto por um Frisbee no lugar de um banheiro, com o ‘sistema de gerenciamento de resíduos’ sendo uma bandeja de aço cheia de areia para gatos. O chuveiro é um recipiente em forma de caixa feito de material termoplástico que borrifa finos jatos de água por todo o corpo e, segundo o próprio Smith, não deve em nada para um chuveiro convencional.

Smith conta que a sua casinha é feita inteiramente de materiais reciclados , desde as tábuas de madeira até as placas reaproveitadas usadas para as janelas de vigia, e a porta do celeiro reciclada para a entrada.

Pesando 226,8 kg, o único inconveniente é o esforço para ‘estacioná-la’ de um lugar para outro, conforme as próprias palavras do inventor e o mais curioso é que, um ano após sua introdução, em 2016, Smith listou a casa para alugar no Airbnb , pedindo US$ 55 por noite, ou R$ 288 em uma conversão simples.

Na época, Smith chegou a receber algumas reservas e foi questionado pela imprensa local sobre o motivo de inventar uma casa tão pequena, e o mesmo disse que há alguma fantasia em toda a ideia comentando aos jornalistas se realmente eles gostariam de morar em uma pequena casa?

Fonte: IG CARROS

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