conecte-se conosco


Tecnologia

Google Drive finalmente ganha atalhos para copiar e colar arquivos

Publicado

Tecnologia

source
Google Drive ganha atalhos no teclado
Tecnoblog

Google Drive ganha atalhos no teclado

O Google Drive é um dos melhores serviços de armazenamento na nuvem do mercado. A plataforma, porém, tinha um problema bem incômodo: não oferecia atalhos de teclado para copiar e colar arquivos na versão web. Felizmente, após anos de espera, o Google implementou a função nesta quinta-feira (26) – mas há uma restrição.

A mudança não é algo de outro mundo. Contudo, faz diferença no dia a dia: trata-se da possibilidade de usar os clássicos comandos Ctrl + C, Ctrl + X e Ctrl + V para copiar, recortar e colar arquivos na versão web. E, claro, usuários de Mac também podem usar os atalhos ⌘ + C, ⌘ + X e ⌘ + V no dia a dia.

“Isso economiza seu tempo ao permitir que você copie um ou mais arquivos e mova-os para novos locais no Drive e em várias guias com menos cliques”, anunciaram. Além disso, o Google afirmou que um link para o arquivo e seu título também será capturado ao fazer uma cópia. Isto permite que os arquivos sejam colados facilmente em um documento ou e-mail.

Google Drive ganha atalhos de teclado

Outros atalhos também estarão disponíveis aos usuários. É o caso da sequência Ctrl ou ⌘ + C e Ctrl ou ⌘ + Shift + V para criar atalhos. O Google Drive também vai permitir a abertura de arquivos ou pastas em uma nova guia usando Ctrl ou ⌘ + Enter. Mas os atalhos da versão web estão disponíveis apenas no Google Chrome.

Segundo o Google, a novidade estará disponível para assinantes do Google Workspace e de contas gratuitas. Para domínios que participam do ciclo de lançamentos rápidos, a liberação da atualização começou nesta quinta-feira. Já para o grupo de lançamentos agendados, o recurso chegará a partir de 1º de junho.

Comentários Facebook
publicidade

Tecnologia

Golpes no WhatsApp: conheça os 8 tipos mais comuns e saiba se proteger

Publicado

Veja os golpes mais comuns no WhatsApp
Unsplash/Mourizal Zativa

Veja os golpes mais comuns no WhatsApp

Os golpes no WhatsApp já se tornaram bastante frequentes, e a cada dia que passa cibercriminosos criam novas formas de enganar os usuários. No Brasil, 43% dos usuários do mensageiro afirmam já ter sofrido tentativa de fraude no aplicativo, de acordo com levantamento do Mobile Time e Opinion Box.

De acordo com a empresa de cibersegurança ESET, a maioria dos golpes que circulam no WhatsApp usam a chamada engenharia social. A técnica é usada para manipular a vítima, fazendo ela acreditar no que o golpista fala.

A seguir, confira as oito fraudes mais comuns no WhatsApp, de acordo com a ESET:

  1. Falso aniversário de uma marca: começa com uma mensagem enviada dizendo que uma marca está celebrando seu aniversário e está oferecendo algum presente ou benefício com um link para que a vítima possa acessar seu prêmio. Mas antes de obtê-lo, deve responder um questionário e, para continuar, é preciso compartilhar a mensagem com uma determinada quantidade de contatos. No entanto, o prêmio nunca se materializa e o usuário é redirecionado para sites que exibem publicidades invasivas. Em alguns casos, as campanhas maliciosas pedem para a vítima baixar aplicativos suspeitos, que geralmente terminam na instalação de algum tipo de adware, um tipo de software maligno que exibe publicidade invasiva e coleta informações da vítima.
  2. Falso auxílio econômico: os golpistas se aproveitam das necessidades econômicas dos cidadãos para enganá-los e roubar seus dados pessoais como nome, data de nascimento, número de documento, nacionalidade, entre outros, utilizando imagem e nome de órgãos governamentais. Além de comercializados em fóruns, esses dados são utilizados por criminosos para a realização de outras fraudes. Esse golpe geralmente começa por uma mensagem sobre um programa de ajuda solidária para determinados setores da população e convidam aqueles que cumprem os requisitos a se inscrever e receber a ajuda. Os usuários devem preencher um formulário, mas estas informações são coletadas por quem está por trás da fraude.
  3. Golpes aleatórios para obter dados pessoais: começa com uma mensagem de um número desconhecido, se passando por uma pessoa que a vítima conhece e que está em outro país com o objetivo de pedir ajuda para um pequeno acidente. Em seguida, o suposto conhecido diz que está voltando para o país e está com problemas com o passaporte e não pôde embarcar no avião, mas que as malas saíram. Então, pergunta se ele poderia recebê-los e, caso a vítima aceite, o golpista pede fotos de seu documento de ambos os lados para fazer o procedimento necessário para que a vítima possa receber as malas inexistentes.
  4. Ferramentas para espionar o WhatsApp: nas tendências de pesquisa do Google, o termo “spy whatsapp” é muito pesquisado, o que mostra um interesse de usuários que procuram uma maneira de espionar as conversas de terceiros. Os golpistas sabem disso e muitos sites de reputação duvidosa prometem soluções de espionagem com o objetivo de coletar informações daqueles que decidem experimentar esses aplicativos, extensões ou serviços online.
  5. Roubo da conta do WhatsApp: a vítima recebe em seu telefone uma mensagem de texto ou via WhatsApp perguntando se ela pode encaminhar o código de seis dígitos que foi enviado por engano para seu telefone. A mensagem pode ser de um contato que perdeu acesso à sua conta ou a partir de um número desconhecido. Se a vítima desprevenida acessar e encaminhar o código que chegou inesperadamente, é provável que perca o controle de sua conta do WhatsApp, se não tiver autenticação de dois fatores habilitada. Outra forma muito frequente que os cibercriminosos usam para roubar contas do WhatsApp é o SIM Swapping, que vai além do WhatsApp e permite o sequestro de outras contas, incluindo credenciais bancárias. Isto ocorre quando os criminosos conseguem enganar a empresa telefônica e obter um chip com o número da vítima, se passando pela pessoa. Dessa forma, eles assumem o controle da linha telefônica e o SMS com o código de verificação chega para o criminoso.
  6. Golpes de phishing do WhatsApp: uma vez que eles ganham acesso, os criminosos usam contas de diferentes maneiras. Por exemplo, se passar pelas vítimas. Para isso, eles geralmente baixam a lista de contatos, a foto do perfil da conta e outras informações relevantes caso queiram criar um perfil falso com outro número. Mas os golpistas também conseguem se comunicar diretamente pela conta roubada com familiares e amigos para solicitar dinheiro para uma suposta emergência ou convencê-los a realizar alguma outra ação. Em golpes mais sofisticados, os criminosos conseguem entender como os dados roubados estão conectados entre os serviços, a partir do acesso de uma conta de e-mail. É dessa forma que eles conseguem realizar o roubo de identidade por meio do WhatsApp.
  7. Atualizações falsas com novos recursos para o WhatsApp: esses golpes referem-se ao lançamento de uma versão do aplicativo com novos recursos. A ESET observou exemplos dessas fraudes convidando a vítima a baixar o WhatsApp rosa e outras cores, como azul ou nomes como o WhatsApp Plus. O WhatsApp rosa, por exemplo, longe de ser uma campanha inofensiva, baixa um Trojan no celular da vítima.
  8. Distribuição de malware via WhatsApp: a ESET analisou malwares que se espalharam pelo aplicativo e tentaram enganar as vítimas para baixar uma aplicação de um site que se passa pelo Google Play. Uma vez instalado o app malicioso, qualquer mensagem que chegasse ao dispositivo da vítima era automaticamente respondida com um texto personalizado, que incluía um link para baixar o aplicativo falso.

Como não cair em golpes no WhatsApp

Apesar de diversos, os golpes usam sempre táticas parecidas para enganar os usuários. Por isso, as dicas para se proteger são sempre as mesmas. “A principal recomendação é aprender a desconfiar”, resume Camilo Gutiérrez Amaya, Chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

“Não clique em nenhum link que receber ou preencha com informações pessoais qualquer formulário que chegue até você. A segunda coisa é ativar a autenticação de dois fatores no WhatsApp e, se possível, usando um aplicativo de autenticação e não SMS. Desta forma, é possível evitar o sequestro de contas. Além disso, é aconselhável ter uma solução de segurança instalada, configurada e atualizada no dispositivo, que permite identificar e bloquear os sites ou arquivos maliciosos geralmente usados neste tipo de fraude”, orienta o especialista.

Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Interface cérebro-máquina controla próteses sem esforço

Publicado

Paciente tetraplégico consegue comer usando braços mecânicos
Johns Hopkins Applied Physics Laboratory/Johns Hopkins School of Medicine

Paciente tetraplégico consegue comer usando braços mecânicos

A interface cérebro-máquina é uma técnica que permite ligar sistemas computadorizados à rede neural, de modo a permitir que uma pessoa possa controlar outros dispositivos apenas com o poder da mente. As pesquisas ainda estão em sua infância, mas já permitem pacientes paralisados, ou amputados, recuperarem um pouco de sua autonomia, ou se comunicar mesmo estando inteiramente paralisados.

Um dos desafios da técnica, entretanto, é reduzir o estresse do usuário ao manusear braços mecânicos, no que uma pesquisa recente apontou um caminho alternativo: o paciente não precisa controlar tudo, se você deixar parte das decisões a cargo de um sistema de tomada de decisões.

O artigo (cuidado, PDF) publicado na Frontiers in Neurorobotics foi liderado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, no que um paciente tetraplégico com mínimos movimentos e sensibilidade em ambos os braços conseguiu manusear um par de próteses biônicas e se alimentar, usando garfo e faca. O mais importante: com um mínimo de esforço por parte do processo de pensamento.

Considere que sabemos bem pouco como o cérebro funciona, ainda não temos certeza de como a consciência se forma, já controle motor é um campo muito estudado e foi devidamente destrinchado pela comunidade científica. O problema, se é que podemos chamar assim, está no fato de que o paciente, quando ligado a uma interface cérebro-máquina “tradicional”, é responsável por controlar todos os movimentos das próteses, como se fossem seus próprios braços.

A diferença está no fato de que quando movemos um braço ou uma perna, nós não pensamos ativamente em fazê-lo. Em alguns casos isolados, o cérebro consegue fazer outsourcing enquanto cuida de outras coisas, e em outros, decide que a consciência é desnecessária, desliga você e liga o piloto automático.

Para controlar uma prótese externa, a coisa muda totalmente. O indivíduo precisa dar comandos precisos para mover braços mecânicos da maneira que deseja, um processo menos natural, que exige tanto treino quanto paciência.

Um descanso para o cérebro

É nesse ponto que a pesquisa recente se foca. Os pesquisadores usaram um sistema especialista de controle compartilhado, capaz de captar os inputs mínimos do usuário e expandir seus graus de liberdade de movimentos, para que o processo de mover os apêndices externos seja menos cansativo.

O artigo descreve o uso de uma interface cérebro-máquina para o controle simultâneo de dois braços biônicos, ligados ao córtex motor do paciente, Robert “Buz” Chmielewski, tetraplégico há mais de 30 anos, que possui apenas 4 graus de liberdade nos braços, 2 em cada. Ele fez movimentos mínimos para dar ordens às próteses, estas capazes de expandir os 4 graus para 12, de modo que ele pôde usar um garfo e uma faca para cortar uma sobremesa e comer.

O processo todo para “Buz” mover os braços e se alimentar sozinho levou 90 segundos, segundo os pesquisadores. Um índice excelente, dadas as condições.

A pesquisa ainda está bem no início, mas é promissora. Os pesquisadores já consideram melhorias para o sistema, por exemplo, melhorar a precisão para que ele não dependa de confirmação visual, adicionando feedback tátil, em que o paciente sente fisicamente o manuseio dos braços mecânicos.

A longo prazo, um sistema compartilhado poderá habilitar a realização de movimentos realmente complexos, sem que o indivíduo tenha que forçar a mente para isso.

Referências bibliográficas

HANDELMAN, D. A. et al. Shared Control of Bimanual Robotic Limbs With a Brain-Machine Interface for Self-Feeding. Frontiers in Neurorobotics (2022), Volume 16, 10 páginas, 28 de junho de 2022. Disponível aqui .

Fonte: IG TECNOLOGIA

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso