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CEO da Xiaomi revela que usa quatro smartphones; veja quais

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Os quatro celulares da Xiaomi usados por Lei Jun
Reprodução/Weibo/Lei Jun

Os quatro celulares da Xiaomi usados por Lei Jun

Lei Jun, CEO da Xiaomi, revelou nesta sexta-feira (27) que utiliza quatro smartphones da empresa ao mesmo tempo. Através da rede social chinesa Weibo, ele mostrou quais são os aparelhos.

Atualmente, Jun está usando um Xiaomi 12, um Mi 11 Ultra, um Redmi Note 11T Pro e um Xiaomi Civi. Dos quatro, apenas o  Xiaomi 12 é vendido oficialmente no Brasil.

“Vocês podem ver que eu troquei vários celulares recentemente, e vocês estão preocupados se eu troquei de celular novamente. Na verdade, esses telefones estão todos na minha mesa e geralmente os uso ao mesmo tempo”, escreveu o CEO.

Atualmente dedicado ao departamento de carros elétricos da empresa, Jun ainda parece continuar testando smartphones para dar feedbacks aos engenheiros da Xiaomi.

Muitos fãs da marca ficaram decepcionados, porém, que o CEO não está utilizando o primeiro smartphone dobrável da Xiaomi , lançado no ano passado.

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5G demanda mais antenas e vai reorganizar cidades, diz especialista

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5G vai exigir mais antenas nas cidades e mudanças nas regras urbanas, diz especialista
Lucas Braga

5G vai exigir mais antenas nas cidades e mudanças nas regras urbanas, diz especialista

O 5G está cercado de desafios como a maior necessidade de maior investimento em rede e em segurança digital. Carlos Lugo Silva, líder das relações com membros e parceiros para a região das Américas da União Internacional de Telecomunicações (UIT), destaca que a tecnologia, que  estreia nesta quarta-feira (6) em Brasília (DF), exigirá mais antenas e mudanças regulatórias.

Os desafios são consideráveis. O aumento da capacidade e das velocidades de dados prometidas pelo 5G exige mais espectro e tecnologias. Parte desse espectro adicional virá de bandas cujas ondas de rádio se propagam em distâncias muito mais curtas das em 3G e 4G.

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Portanto, a cobertura de uma determinada área exigirá um número muito maior de estações base, o que aumentará a complexidade da infraestrutura. Na regulação, é importante reduzir barreiras à implantação de infraestrutura nos municípios e garantir a segurança digital na implantação de redes de quinta geração.

Como reduzir a “exclusão digital” na América Latina?

É preciso uma soma de medidas de política pública e regulação com um esforço público e privado, onde todos os atores devem contribuir com ações concretas que garantam a inclusão digital de todos os cidadãos. Para isso, a agenda digital tem de ser política de Estado.

Qual o tamanho dessa exclusão?

Hoje, 37% da população mundial, ou 2,9 bilhões de cidadãos, ainda não são usuários da internet. E 96% desses cidadãos estão em países em desenvolvimento. Além disso, a diferença entre conectividade urbana e rural é relevante.

No mundo, nas áreas urbanas, 76% das pessoas estão conectadas. Nas rurais, 39%. Nos países menos desenvolvidos, a conectividade é de 47% nas áreas urbanas e de 13% nas áreas rurais.

Isso nos apresenta a necessidade de promover estratégias para financiar a conectividade e alcançar a equidade no acesso à banda larga. São pelo menos US$ 428 bilhões para conectar esses quase três bilhões de pessoas não conectadas.

E no Brasil?

Quase 40 milhões de pessoas ainda não têm acesso à internet. Quando olhamos o continente americano como um todo, há uma lacuna de 182 milhões de cidadãos sem acesso.

O esforço exige uma regulamentação simples, inovadora, flexível. É repensar os fundos universais. Isso vai promover políticas públicas e maior concorrência. Os governos não podem oferecer espectros olhando para a arrecadação. O foco precisa ser na ampliação da cobertura. No fim, o que se busca é uma transformação digital efetiva.

Tem que também criar novas políticas de conectividade rural, priorizando tecnologias e projetos sustentáveis, eficientes e rápidos, além de financiar novos ecossistemas de inovação baseados no digital.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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5G é lançado nesta quarta; tire suas dúvidas sobre a nova tecnologia

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5G estreia hoje no país: tire dúvidas sobre como vai funcionar a nova geração de telefonia
Lucas Braga

5G estreia hoje no país: tire dúvidas sobre como vai funcionar a nova geração de telefonia

A quinta geração da internet móvel — o  5G — estreia nesta quarta-feira (6) em Brasília , marcando uma nova fase das telecomunicações no país. Não há data definida para o início das operações em outras capitais, que já foram escolhidas: São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e João Pessoa

Mas o consumidor ainda tem muitas dúvidas sobre como usar e quais são os benefícios. Tire suas dúvidas sobre a nova tecnologia que vai permitir altíssima velocidade na palma da mão.

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O que é e quais são os benefícios da tecnologia 5G?

É a nova geração de conexão de internet móvel que oferece velocidades para baixar e enviar arquivos muito mais rápidas. As bandas de espectro existentes estão ficando congestionadas, levando a falhas no serviço, especialmente quando muitas pessoas na mesma área estão tentando acessar serviços móveis on-line ao mesmo tempo. 

O que muda do 4G para o 5G?

5G puro (chamado de standalone) vai permitir velocidade móvel de até 1 giga por segundo. A velocidade 4G tem média de 13 Mbps e pode chegar a 80 Mbps. Isso significa uma internet muito mais rápida que o atual 4G, possibilitando uma infinidade de novos usos, serviços e “realidades” que vão dividir espaço com os já populares streaming de vídeos e músicas em alta definição.

Essa maior velocidade vai permitir baixar fotos e assistir filmes quase que de forma instantânea. A chamada latência também é baixa na nova tecnologia, o que significa uma transmissão de dados mais fluida e sem demora para carregar.

Além disso, permitirá movimentos simultâneos entre duas pessoas interagindo na rede, como em games ou no uso de um aplicativo de ginástica, por exemplo. 

Além de games e filmes, o 5G vai favorecer possibilidades de novas experiências digitais, como realidade virtual e aumentada.

Qual a diferença do chamado 5G puro para o 5G DSS?

O 5G DSS é uma tecnologia lançada pelas empresas de telefonia no Brasil e no mundo para oferecer uma velocidade mais rápida que o 4G, mas ainda longe do 5G real. O DSS é uma combinação de frequências usadas para prover o 4G com antenas 5G. Isso permite oferecer velocidades maior, de 200 Mbps. É por isso que 5G DSS é chamado também de non standalone.

E você com isso? Veja 5 coisas que a chegada do 5G pode mudar na sua vida

Há celulares compatíveis com tanto com o 5G puro como o com o 5GDSS à venda no Brasil. Mas, como a faixa de frequência do 5G puro não estava disponível, os aparelhos rodam apenas com a velocidade do 5G DSS nas faixas do 4G.

O 5G “puro” é uma tecnologia que oferece duas características fundamentais das redes móveis de quinta geração: altíssima velocidade e baixa latência (demora entre o envio e o recebimento de uma informação).

A versão “pura” usa uma infraestrutura totalmente nova e dedicada ao 5G, sem aproveitar a estrutura usada até hoje pelo 4G. Por isso, a velocidade e a confiabilidade da conexão são maiores.

Onde o 5G já está funcionando?

A partir desta quarta-feira (6) a rede 5G “pura” já estará funcionando em Brasília. Segundo a Anatel, 80% do espaço da capital estará com a nova rede disponível. Claro, Tim e Vivo já estarão aptas a lançarem seus serviços. 

Cada uma das três operadoras instalou 100 estações espalhadas pelo DF, com maior concentração na região do Plano Piloto, área central de Brasília onde ficam a Esplanada dos Ministérios e as sedes de Executivo, Legislativo e Judiciário.

Belo Horizonte, Porto Alegre, João Pessoa e São Paulo serão as próximas cidades, mas ainda não há uma data exata. Pelas regras em edital, todas as capitais terão que ter a nova rede até o fim de setembro.

Quais os aparelhos compatíveis com 5G?

Quase 70 modelos são compatíveis com a rede 5G. A tecnologia vai funcionar apenas em celulares mais recentes, de empresas como Apple, Samsung, Xiaomi, Motorola, entre outras. Segundo a Anatel, os usuários devem conferir a lista de modelos antes de comprarem um novo celular e verificar o selo de homologação localizado no aparelho ou no manual. 

Por isso, se ficar na dúvida, verifique se o celular está apto a operar na faixa de 3,5 gigahertz, a principal faixa leiloada pela Anatel em novembro do ano passado para o 5G.

É possível acrescentar a tecnologia 5G em aparelhos antigos?

Não. Só os aparelhos que tem o hardware preparado para se conectar com a antena 5G conseguirão acessar. Mas, de maneira geral, os celulares lançados nos últimos 12 meses suportam a quinta geração da internet. Já aqueles que começaram a ser vendidos há dois ou três anos, geralmente não estão preparados para o 5G.

Quais as operadoras que oferecem o 5G?

As empresas autorizadas a utilizar a frequência 5G de forma nacional são Claro, TIM e Vivo. Outras teles regionais compraram frequências locais.

Será preciso pagar mais à operadora?

Neste momento, a expectativa é que não haja reajuste por conta do serviço. Como o 5G puro vai ter mais velocidade, as teles vão criar planos especiais para serviços específicos, embora a estratégia seja guardada a sete chaves. 

Para evitar que o consumidor fique ainda mais confuso na hora de contratar novos pacotes, a Anatel trabalha em diretrizes para tentar proteger o consumidor na hora de contratar os novos serviços, diante do aumento da diversidade de ofertas.

Os planos terão que considerar a expectativa de benefícios trazidos, como o aumento da velocidade e a melhoria da rede em relação às ofertas.

Quais os desafios do 5G?

Um dos grandes desafios é a cobertura e disponibilidade de serviço. Os obstáculos a serem superados para a entrada em operação das faixas de 3,5GHz são maiores do que foram para as redes 3G e 4G. 

Outro desafio importante da infraestrutura de rede 5G será a necessidade de substituir as conexões de fibra óptica. As velocidades sem fio serão tão rápidas quanto a conexão com fio com a qual ele se comunica. Portanto, as conexões mais lentas precisarão ser substituídas.

Manter os custos de operação e manutenção baixos é outro desafio que as empresas de telecomunicações devem enfrentar. Adicionar o hardware necessário para redes 5G pode aumentar significativamente as despesas operacionais

A tecnologia 4G vai acabar?

Não. Para que a rede 4G seja desligada seria necessário que todos os brasileiros passassem a utilizar apenas o 5G, algo que não deve ocorrer antes de 2029, segundo especialistas.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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