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Após apagão do CNPq, Lattes e outros sistemas adotam Gov.br no login

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Após apagão do CNPq, Lattes e outros sistemas adotam Gov.br no login
Bruno Gall De Blasi

Após apagão do CNPq, Lattes e outros sistemas adotam Gov.br no login

Os sistemas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) sofreram um baita apagão no ano passado. Mas, depois da tempestade, o Governo Federal está preparando as plataformas para dias melhoras: o Currículo Lattes e mais ganharam uma nova página de acesso com suporte ao login via conta Gov.br . A atualização foi liberada pela entidade nesta segunda-feira (16).

Devo confessar que estou emocionado. Afinal, criei o meu currículo em 2016, quando iniciei a graduação, e até agora não vi uma vírgula mudar na Plataforma Lattes. Pelo contrário: apenas lidei com bugs que, em alguns momentos, até impediram a atualização do meu histórico acadêmico e de pesquisas.

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Bem, nem tudo foi solucionado. Mas o CNPq está dando novos passos para unificar o login dos seus sistemas e modernizar tanto o Currículo Lattes quanto o Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) e a Plataforma Integrada Carlos Chagas (PICC). É o que aponta um comunicado do conselho publicado no dia 12:

“Será criada, apenas, uma nova alternativa de Login para esses usuários”, explicaram. “Não haverá qualquer mudança interna aos sistemas ou às suas bases de dados que, atualmente, são replicadas e possuem várias cópias de segurança em diferentes dispositivos de armazenamento. Será implementada, também, uma nova interface para o Login do CNPq, com o objetivo de ampliar a segurança no acesso aos sistemas”. 

Nova página de login dos sistemas do CNPq (Image: Reprodução/Tecnoblog)
Nova página de login dos sistemas do CNPq (Image: Reprodução/Tecnoblog)

O que há de novo no login do Lattes e mais?

As mudanças são direcionadas às páginas de login das plataformas e foram implementadas nesta segunda-feira (16). Ao acessar a opção “Atualizar currículo” no site da Plataforma Lattes, por exemplo, o usuário receberá o aviso “você será redirecionado para Single Sign-On CNPq”. Em seguida, ao apertar no botão “OK”, uma página de login será carregada imediatamente.

Ao acessá-la, os usuários terão algumas opções, como utilizar o login via CPF. “Ao fazer o primeiro acesso, o usuário será obrigado a trocar para um padrão mais seguro”, afirmaram. Os usuários ainda conseguem utilizar as credenciais da conta Gov.br para acessar as plataformas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Sem dúvidas, esta é uma atualização muito bem-vinda. Afinal, os serviços da agência de fomento à pesquisa parecem que estão largados no tempo. No entanto, não é só a fachada que precisa ser retocada, pois os sistemas estão super datados. 

Pego o Currículo Lattes como exemplo. A interface está tão antiquada que tem elementos gráficos que sequer funcionam direito na versão mais recente do Google Chrome. Além disso, não há como usá-lo no Safari sem se preocupar com alguma falha por incompatibilidade com o navegador.

Plataforma Lattes ficou fora do ar em 2021 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)
Plataforma Lattes ficou fora do ar em 2021 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Apagão do CNPq: relembre o caso

A atualização chegou aos sistemas da agência quase seis meses após um episódio que ficou conhecido como “apagão do CNPq”. Em 24 de julho, a Plataforma Lattes e outros serviços ficaram fora do ar. Na ocasião, o sistema só voltou começou a voltar parcialmente em 2 de agosto, mas com recursos limitados.

As causas da indisponibilidade foram relatadas em julho. De acordo com o presidente da instituição, Evaldo Vilela, as Plataformas Lattes, Carlos Chagas e afins foram derrubadas por uma falha em uma peça que gerencia o armazenamento do servidor. Na época, o responsável pelo CNPq também assegurou que os dados dos sistemas não foram perdidos e que estavam sendo recuperados.

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Celular roubado: saiba como se proteger antes e depois do incidente

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Veja o que fazer antes e depois de ter o celular roubado
Unsplash/Jenny Ueberberg

Veja o que fazer antes e depois de ter o celular roubado

Atualmente, os roubos de celulares preocupam os usuários não apenas por conta do prejuízo financeiro relacionado ao valor do aparelho, mas também devido às perdas que o acesso a aplicativos bancários e dados pessoais podem causar.

Diante disso, é importante ter algumas proteções no smartphone para evitar prejuízos maiores, assim como saber o que fazer imediatamente após ter o dispositivo roubado.

Claudio Martinelli, diretor-executivo da empresa de cibersegurança Kaspersky na América Latina, teve seu celular roubado, mas não teve prejuízos financeiros além do valor do dispositivo. Isso aconteceu porque ele tomou atitudes rapidamente, impedindo a ação dos criminosos.

“Obviamente, não é uma experiência fácil, mesmo para alguém que trabalha combatendo o cibercrime como eu”, comenta Claudio. “Qualquer roubo criará um grande estresse e é comum ficar surpreso inicialmente, mas tenha em mente que o bandido irá agir rápido, e cabe a você ser mais ágil que ele. Saiba que é possível mitigar as perdas, mas é necessário tomar medidas certas. Uma boa segurança física e digital sempre terá ações preventivas, imediatas e de longo prazo”, orienta o especialista.

A seguir, confira algumas medidas preventivas, para adotar desde já em seu smartphone, e outras que devem ser realizadas imediatamente após um eventual roubo.

Como proteger seu celular

  • Bloqueie aplicativos com mais uma senha além do login. Para isso, há opções nativas no Android e no iOS, além de apps específicos para isso. É importante proteger programas bancários e de consumo, como delivery e lojas online.

  • Tome cuidado na hora de liberar o acesso a apps bancários apenas com a biometria. O que acontece é que o criminoso adiciona uma nova biometria e passa a usar as senhas salvas no dispositivo livremente. Para evitar isso, é importante ativar uma proteção por senha do sistema, sempre que uma nova biometria for criada.

  • Tenha uma solução antirroubo instalada em seu smartphone.

  • Confira os atalhos para entrar em contato com sua operadora de telefonia e com seus bancos. Assim, se você for roubado, já saberá como contatar os canais rapidamente.

Fui roubado, e agora?

  • Imediatamente após o roubo, é importante ligar para a operadora de telefonia e pedir o bloqueio do cartão SIM e do IMEI. Isso impedirá o ladrão de receber SMS com os códigos para recuperação de senhas nos serviços online e de se conectar à internet.

  • Em seguida, bloqueie seu celular através de sistema antirroubo previamente instalado. Eles permitem bloqueio, localização e até a limpeza dos dados do dispositivo de maneira remota.

  • Ligue para todos os seus bancos para notificar que o smartphone foi roubado e peça o bloqueio de qualquer transação feito por este dispositivo.

Isso é suficiente?

Depois de tomar as ações imediatas, é importante ficar de olho em possíveis golpes no longo prazo, que vão além do roubo de credenciais bancárias, já que os celulares também podem revelar informações pessoais como CPF, RG e senhas.

“Os celulares são também uma ferramenta de verificação da nossa identidade no mundo digital. Com essas informações, os bandidos podem tentar realizar empréstimos bancários ou abrir contas falsas”, comenta Claudio.

Por isso, uma boa dica é acessar o  serviço Registrato , do Banco Central, que permite ver informações bancárias ligadas ao seu CPF. Se uma conta for aberta em seu nome ou se um empréstimo for feito, por exemplo, é possível saber através desse sistema.

Por fim, após o roubo também é possível recuperar suas informações salvas em sistemas oficiais do Google e da Apple. Para isso, é importante sempre manter o backup em dia.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Usuários do Signal têm dados vazados após ataque hacker

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Empresa parceira do Signal sofre invasão
Unsplash

Empresa parceira do Signal sofre invasão

Usuários do Signal tiveram seus números de celular expostos após um ataque hacker em uma empresa que presta serviços para o mensageiro. Cerca de 1.900 usuários tiveram seus dados vazados.

A invasão aconteceu na empresa Twilio, responsável pela verificação de números de telefone de usuários do Signal. Através de uma campanha de phishing, os hackers conseguiram enganar funcionários da Twilio e invadirem os sistemas da empresa. Além do Signal, cerca de 125 outros clientes da companhia foram afetados.

De acordo com o Signal, apenas os números de celular e códigos de registro de SMS foram vazados. “Histórico de mensagens, informações de perfil, listas de contatos e outros dados não foram acessados”, garantiu a empresa.

Com os dados vazados, porém, é possível que os hackers consigam clonar contas do Signal nas quais os usuários não ativaram o bloqueio de registro. As pessoas afetadas pela falha de segurança estão recebendo alertas oficiais do Signal sobre o que fazerem para protegerem suas contas.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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