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Índia anuncia proibição das exportações de trigo

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Proibição pode agravar crise de abastecimento mundial
Luiz Fernando Martinez/Fotoarena

Proibição pode agravar crise de abastecimento mundial

A Índia proibiu as  exportações de trigo neste sábado (14), apenas alguns dias depois de dizer que estava visando embarques recordes este ano, uma vez que uma onda de calor escaldante reduziu a produção e os preços domésticos dispararam para uma alta histórica.

A medida foi duramente criticada pelos ministros de Agricultura do G7, reunidos na Alemanha, que afirmaram que a decisão do governo indiano “agravará a crise” de provisionamento mundial de cereais provocada pela guerra da Ucrânia. 

“Se todos começarem a restringir exportações ou fechar seus mercados, a crise se agravará e isso prejudicará também a Índia e seus agricultores”, disse o ministro alemão, Cem Özdemir.

“Instamos a Índia a assumir suas responsabilidades como membro do G20”, grupo que reúne as principais economias e países emergentes, acrescentou.


Özdemir destacou que o G7 “tem se pronunciado contra as restrições a exportações e defendido a manutenção dos mercados abertos”.

O governo indiano disse que permitirá apenas as exportações apoiadas por cartas de crédito já emitidas e para países que solicitem suprimentos “para atender às suas necessidades de segurança alimentar”.

Os compradores globais estavam apostando no fornecimento do segundo maior produtor de trigo do mundo depois que as exportações da região do Mar Negro caíram após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro. Antes da proibição, a Índia pretendia embarcar um recorde de 10 milhões de toneladas este ano.

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Mourão sobre Petrobras: ‘Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo’

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Mourão sobre Petrobras: 'Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo'
Reprodução CNN

Mourão sobre Petrobras: ‘Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo’

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), comentou nesta terça-feira (24) sobre  a nova troca no comando da Petrobras e disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ‘sabe as pressões que está sofrendo’ em relação à estatal.

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“Isso aí é uma decisão tomada pelo presidente. Ele sabe as pressões que está sofrendo. Então, segue o baile aí. Vamos aguardar o que que o Caio pode fazer”, disse o general em entrevista à imprensa.

Na noite da última segunda, o governo anunciou a saída de José Mauro Ferreira Coelho da presidência da empresa após 40 dias no cargo. O indicado para o posto foi o secretário do Ministério da Economia Caio Mário Paes de Andrade.

Esta foi a terceira troca no comando da Petrobras durante o atual governo. A demissão ocorre em meio às pressões sobre os preços dos combustíveis. 

Mourão elogiou o indicado à presidência da petroleira, mas disse que ele enfrentará “uma situação que não é fácil” para resolver.

“O que eu vejo no Caio é que ele é um cara competente, mas vai pegar uma situação que não está fácil. Temos o problema do preço do petróleo ligado à situação internacional, essa flutuação por causa do conflito da Ucrânia e da saída da Rússia do mercado, os nossos problemas internos relacionados a não termos capacidade de refino para tudo aquilo que produzimos, por transportarmos nosso combustível em caminhões, falta adutora aqui porque poderia baratear… Não é tão simples esse problema”, afirmou.

Questionado se as consecutivas trocas na Petrobras podem ser caracterizadas como uma “intervenção” do governo, Hamilton Mourão disse que isso está “dentro das atribuições do presidente”.

“Ele tem prerrogativa de nomear o presidente da Petrobras. Óbvio que tem de passar lá pelo conselho de acionista, vai ter uma reunião do conselho e da administração. Então, não é de hoje pra amanhã que isso vai acontecer, vai levar, na minha visão, 30 ou 40 dias pra isso acontecer”, rebateu.

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Modal: Monitor Semanal de Combustíveis

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Modal: Monitor Semanal de Combustíveis
Felipe Sichel

Modal: Monitor Semanal de Combustíveis

Com os dados do fechamento desta segunda-feira (23/05) estimamos a defasagem da gasolina de octanagem 87 em 21,2% (R$ 0,82). Enquanto isso, a defasagem da mistura entre as octanagens 87 e 93 se encontra em 28,6% (R$ 1,11), a da mistura com o etanol (73/27) está em 14,7% (R$ 0,57) e a do diesel está em -7,3% (-R$ 0,36).

Para a gasolina observamos um recuo relevante no gap, após 5 semanas consecutivas de alta. Para a octanagem 87, a defasagem estava em 38,0% (R$ 1,48), mostrando uma queda de 16,8p.p (-R$ 0,65) desde então. Enquanto isso, o gap do diesel teve queda de 10,6p.p (-R$ 0,52) no período.

As datas de reajustes pela Petrobras (trigger) são aderentes ao comportamento da defasagem da gasolina de octanagem 87. Desde abril/2021, o trigger máximo observado foi de 25,5%, superior ao patamar atual do gap (21,2%). Ainda que esta condição enseje reajustes, há considerável incerteza acerca da materialização do trigger.

Diante deste cenário, retiramos das nossas projeções para o IPCA a premissa de reajuste da gasolina no curto prazo. Se houvesse um reajuste equivalente à metade do gap atual (10,6%, R$ 0,41) no dia 01/06, o impacto estimado na bomba elevaria o IPCA de junho em 40bps.

Segundo os dados da ANP, o preço médio da gasolina aos consumidores do país caiu para R$ 7,28 na semana encerrada no dia 21/05 (vs. R$ 7,30 na semana anterior). Para o diesel, o preço médio subiu para R$ 6,94 (vs. R$ 6,85).

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