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G7 promete reforçar pressão econômica sobre a Rússia

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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado
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Ministros de Relações Exteriores do G7 se reuniram neste sábado

Os ministros das Relações Exteriores do G7 prometeram neste sábado (14) que vão reforçar o isolamento econômico e político da Rússia. O grupo, que reúne as maiores economias mundiais, ainda afirmou que vai continuar fornecendo armas para a Ucrânia e trabalhando para conter a escassez mundial de alimentos causada pela guerra. As informações são da Reuters.

Reunidos na Alemanha, ministros da Grã-Bretanha, Canadá, Alemanha, França, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia se comprometeram a continuar auxiliando a Ucrânia militarmente pelo “tempo que for necessário”. 

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Em comunicado, o G7 ainda insistiu para que a China interrompa qualquer tipo de ajuda à Rússia e tentativas de justificar a guerra.

O próximo passo para aumentar a pressão contra Moscou deve ser proibir gradualmente a compra de petróleo russo por estados membros de União Europeia. Um acordo deve ser estabelecido na próxima semana.

“Vamos acelerar nossos esforços para reduzir e acabar com a dependência do fornecimento de energia russo e o mais rápido possível, com base nos compromissos do G7 de eliminar ou proibir as importações de carvão e petróleo russos”, disse o grupo, em comunicado.

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Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado

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Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado
Redação 1Bilhão

Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado

Os servidores do Banco Central, decidiram nesta terça-feira (24), continuar em greve por tempo indeterminado. O movimento foi aprovado por 90% dos votos válidos em assembleia deliberativa realizada pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal). 

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A categoria reivindica reajuste salarial de 27% para repor as perdas inflacionárias nos últimos três anos sem aumentos, além de reestruturação de carreiras. 

A greve dos servidores do BC teve início em 1º de abril, mas foi suspensa entre os dias 20 de abril e 2 de maio como um “voto de confiança” no presidente da instituição, Roberto Campos Neto, e nas tentativas de negociação com o governo. Sem avanços, a paralisação foi retomada no dia 3 de maio.

Na semana passada, a categoria já havia decidido  permanecer de braços cruzados.

A paralisação tem prejudicado a publicação de diversos relatórios e indicadores econômicos da entidade monetária, como o Boletim Focus.

Desde ontem, funcionários do Tesouro Nacional  também estão parados. Já os da Controladoria-Geral da União (CGU) iniciam movimento paredista na próxima segunda (30).

Ambos também reivindicam reajuste salarial e reestruturação de carreiras e estão insatisfeitos com a proposta do presidente Jair Bolsonaro (PL) de  conceder tratamento diferenciado a carreiras policiais.

Ontem, após o fim da greve dos médicos peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), os demais servidores do órgão  decidiram encerrar a paralisação da categoria que já durava cerca de dois meses.  A decisão aconteceu após acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência.

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Mourão sobre Petrobras: ‘Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo’

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Mourão sobre Petrobras: 'Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo'
Reprodução CNN

Mourão sobre Petrobras: ‘Bolsonaro sabe as pressões que está sofrendo’

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos), comentou nesta terça-feira (24) sobre  a nova troca no comando da Petrobras e disse que o presidente Jair Bolsonaro (PL) ‘sabe as pressões que está sofrendo’ em relação à estatal.

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“Isso aí é uma decisão tomada pelo presidente. Ele sabe as pressões que está sofrendo. Então, segue o baile aí. Vamos aguardar o que que o Caio pode fazer”, disse o general em entrevista à imprensa.

Na noite da última segunda, o governo anunciou a saída de José Mauro Ferreira Coelho da presidência da empresa após 40 dias no cargo. O indicado para o posto foi o secretário do Ministério da Economia Caio Mário Paes de Andrade.

Esta foi a terceira troca no comando da Petrobras durante o atual governo. A demissão ocorre em meio às pressões sobre os preços dos combustíveis. 

Mourão elogiou o indicado à presidência da petroleira, mas disse que ele enfrentará “uma situação que não é fácil” para resolver.

“O que eu vejo no Caio é que ele é um cara competente, mas vai pegar uma situação que não está fácil. Temos o problema do preço do petróleo ligado à situação internacional, essa flutuação por causa do conflito da Ucrânia e da saída da Rússia do mercado, os nossos problemas internos relacionados a não termos capacidade de refino para tudo aquilo que produzimos, por transportarmos nosso combustível em caminhões, falta adutora aqui porque poderia baratear… Não é tão simples esse problema”, afirmou.

Questionado se as consecutivas trocas na Petrobras podem ser caracterizadas como uma “intervenção” do governo, Hamilton Mourão disse que isso está “dentro das atribuições do presidente”.

“Ele tem prerrogativa de nomear o presidente da Petrobras. Óbvio que tem de passar lá pelo conselho de acionista, vai ter uma reunião do conselho e da administração. Então, não é de hoje pra amanhã que isso vai acontecer, vai levar, na minha visão, 30 ou 40 dias pra isso acontecer”, rebateu.

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