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SP inicia imunização contra gripe na população em situação de rua

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População vulnerável em situação de rua durante período de frio intenso
Fernando Frazão/Agência Brasil – 29.07.2021

População vulnerável em situação de rua durante período de frio intenso

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), inicia nesta sexta-feira (13) a imunização contra a gripe em toda população em situação de rua a partir dos seis meses de idade. De acordo com o último censo da população em situação de rua, a capital conta, atualmente, com cerca de 32 mil pessoas nessas condições.

A vacinação está disponível nas 470 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), três Centros de Saúde Escola, nos drive-thrus e nos postos volantes estruturados pelas UBSs.

Além dos postos fixos, a imunização também ocorrerá nas ruas, por meio do trabalho itinerante das equipes de Consultório na Rua e de Redenção na Rua, nas visitas às instituições de acolhida e locais de permanência das pessoas em situação de rua. Ao todo, mais de 700 profissionais do Consultório na Rua e Redenção na Rua estão envolvidos na busca ativa da população para imunização.

“No final de dezembro e início de janeiro deste ano enfrentamos um grande aumento nos casos de influenza, sendo atingidos principalmente por uma nova cepa. Desta forma, precisamos ampliar a vacinação contra gripe e ofertar essa imunização à população em situação de rua. Esse trabalho é essencial, ainda mais neste período de temperaturas mais baixas”, disse o secretário municipal da saúde, Luiz Carlos Zamarco.

Desde o início da campanha contra gripe, em 27 de março, 1.232.691 doses foram aplicadas no público elegível. O calendário de vacinação com os grupos elegíveis e os locais de vacinação podem ser consultados no link .

Fonte: IG SAÚDE

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São Paulo tem aumento de 48,7% em internações por Covid-19

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Covid-19: São Paulo tem aumento de 48,7% em internações pela doença
Vinícius Lemos – @oviniciuslemos – Da BBC News Brasil em São Paulo

Covid-19: São Paulo tem aumento de 48,7% em internações pela doença

Dados do Estado de São Paulo mostram que a região vive um aumento de 48,7% nas internações por Covid-19. De acordo com o monitoramento da Secretaria Estadual de Saúde, foram 391 novas internações nesta quinta-feira, levando a média móvel a 284 por dia. Há duas semanas, esse número era de 191. Desde o fim de abril, o estado, assim como o país, tem vivido um cenário de estabilização ou aumento nos indicadores da doença.

Embora a tendência de crescimento preocupe especialistas, que temem um aumento persistente que leve a pioras significativas da situação epidemiológica, o indicador de hospitalizações em São Paulo segue em patamares considerados baixos, semelhantes àqueles de dezembro de 2021, antes da chegada da variante Ômicron no Brasil.

Nos piores estágios da pandemia, em março de 2021, o estado chegou a cerca de 3.399 novas internações por dia, enquanto em seu melhor momento, no meio do último mês, esse índice chegou a 146. De lá para cá, quase dobrou. “Penso que essa piora agora teve a influência da retirada das máscaras com a entrada dos subtipos da variante Ômicron, que ao que parece provocam casos de reinfecção mais frequentes. A preocupação são os não vacinados e a Covid Longa em caso de contaminação”, afirma a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

As taxas de ocupação dos leitos de UTI e enfermaria para Covid-19 no estado estão em 71,6% e 74,5%, respectivamente. Esses índices são levemente mais baixos na região metropolitana.

Em relação às mortes, embora a queda observada desde fevereiro no índice tenha sido interrompida, o aumento nas internações das últimas duas semanas ainda não se refletiu em um crescimento nos óbitos. Enquanto ontem foram registrados 65 mortes no estado, levando a média móvel a 36 por dia, há duas semanas esse cálculo era de 40, uma variação de 10% que indica estabilidade.

Para Ethel, o importante agora é reforçar a vacinação da dose de reforço entre os que ainda não receberam, completar o esquema vacinal das crianças com as duas aplicações e aumentar o número de idosos com a quarta dose.

“O esquema hoje é de 2 doses para crianças, 3 doses para adultos e 4 para imunossuprimidos e idosos, mas estamos muito longe da cobertura vacinal suficiente para minimizar nossos riscos”, diz a especialista.

Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, o estado vacinou apenas 59% das crianças de 5 a 11 anos com as duas doses e 60% da população geral com a dose de reforço. Nesta quinta-feira, a prefeitura de São Paulo solicitou ao Ministério da Saúde autorização para ampliar o público-alvo da campanha de imunização contra a Covid-19.

O município quer estender a quarta dose para profissionais da saúde de todas as faixas etárias e para pessoas de 50 a 59 anos (hoje é permitido apenas a partir de 60). Além disso, quer que adolescentes de 12 a 17 anos sejam elegíveis para a terceira dose, hoje restrita no grupo aos imunossuprimidos.

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Fonte: IG SAÚDE

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Acupuntura pode ajudar no tratamento contra a prisão de ventre

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Acupuntura pode ajudar no tratamento contra a prisão de ventre
Redação EdiCase

Acupuntura pode ajudar no tratamento contra a prisão de ventre

Veja como essa técnica pode ser benéfica em casos de constipação intestinal

A acupuntura é uma técnica milenar chinesa que consiste em estimular pontos específicos do corpo por meio da aplicação de agulhas. Além de ajudar no tratamento de dores crônicas, varizes, rinite, alergia, asma, depressão, irritabilidade e artrite, ela também pode atuar contra a prisão de ventre.

O que é a prisão de ventre?

A prisão de ventre é caracterizada pela dificuldade de evacuar. Conforme explica o gastroenterologista Ronaldo Carneiro Santos, ela pode ser identificada por esforço excessivo ao evacuar, fezes com consistência aumentada ou endurecidas, redução na frequência normal de evacuação (menos de 3 vezes por semana) ou sensação de ‘evacuação incompleta’.

Pontos utilizados pela acupuntura

Primeiramente é identificada a causa da constipação, pois há uma diferença no tratamento para cada órgão afetado. Os pontos da acupuntura guardam relação com o Meridiano, conhecido como Canal de Energia.

“Esses pontos são locais ou à distância, não necessariamente o agulhamento será feito na região do abdômen”, explica a Dra. Márcia Lika Yamamura, acupunturista e diretora do Center AO (Centro de Pesquisa e Estudo da Medicina Chinesa).

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Importância do diagnóstico

O diagnóstico de qual ponto interno está afetado é feito antes da escolha de pontos, pois a acupuntura nunca será restrita apenas ao funcionamento do intestino, trabalhando, assim, vários fatores de uma só vez. 

“Deve-se tratar os desequilíbrios energéticos que levam à constipação intestinal, excluindo doenças orgânicas do diagnóstico, como diabetes , doença de Crohn, câncer etc.”, esclarece a Dra. Márcia Yamamura.“O médico acupunturista institui o tratamento, escolhendo pontos que tratem a condição do indivíduo, mas não apenas os sintomas”, completa.

Tipos de prisão de ventre

A acupuntura costuma ser usada em três tipos de prisão de ventre:

1. Constipação intestinal com fezes secas e duras em cíbalos

Acontece por deficiência da Energia do Estômago Energético, com formação de calor interno e consumo dos líquidos orgânicos, e, portanto, ressecamento das fezes. Acompanha polidipsia (mais sede), polifagia (mais fome), boca e garganta secas, emagrecimento, pode causar também vertigens, cefaleia (dor de cabeça), agitação e ansiedade.

2. Constipação intestinal com fezes secas e duras e depois líquidas

As fezes são secas na primeira porção e depois líquidas e malcheirosas. Isso se deve à alteração da Energia do Fígado Energético, acompanhada de diarreia, irritabilidade, nervosismo, gastrite, distensão abdominal, sensação de peso nas pernas e, no caso da mulher, dismenorreia (alterações menstruais).

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3. Constipação intestinal com fezes secas e duras e pouco peristaltismo

Ocorre pela deficiência de Energia do Rim Energético. É uma constipação acompanhada de boca e garganta secas, palpitações e lombalgia (dor nas costas).

Veja mais notícias sobre saúde na revista ‘Cuidando da Saúde

Fonte: IG SAÚDE

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