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Estudo diz que Brasil é o país que mais gasta em eleições e políticos

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Brasil é país que mais gasta em eleições e políticos, diz pesquisa
O Antagonista

Brasil é país que mais gasta em eleições e políticos, diz pesquisa

Que o Brasil se destaca no quesito político, para o bem ou para o mal, já não é novidade. Mas maior do que as polêmicas, só os gastos do país com eleições, partidos e despesas por parlamentar – sem contar o segundo lugar no ranking de países com mais partidos políticos no mundo.

No Brasil, os números demonstram que a política, como um todo, custa caro: chega a despender U$ 789 milhões por ano no assunto.

Países que mais gastam com eleições e partidos
Reprodução/CupomValido 11.5.2022

Países que mais gastam com eleições e partidos

Para se ter uma ideia, esses gastos com pleitos e siglas chegam a ser 2,5 vezes maior que a do segundo colocado no ranking feito pela plataforma CupomValido.com.br com dados do IMPA, World Bank e TSE. O México, segundo colocado, dedica U$ 307 milhões por ano com os dois quesitos.

Número de partidos

Neste aspecto, o Brasil tem um rival a altura: a Índia. Os indianos contam com 36 legendas, enquanto os brasileiros, em 2º lugar, encontram 32 siglas. Fica ainda mais evidente a comparação com países desenvolvidos, que possuem um número muito menor: Itália (15), Suíça (11), Reino Unido (11), Portugal (10), França (9), Alemanha (6), Japão (6), Estados Unidos (2).

Países com maiores números de partidos
Reprodução/CupomValido 11.5.2022

Países com maiores números de partidos


Parlamentares caros

Os gastos com os parlamentares, segundo o levantamento, são relativamente altos. Cada político brasileiro custa US$ 5 milhões por ano, logo, cada um deles custe o equivalmente a 528 vezes a renda média da população. Mais uma vez, o “vice-campeão” apresenta números bem menores. Um parlamentar da Argetina despende 228 vezes mais que a renda média.

Tipos de gastos nas eleições
Reprodução/CupomValido 11.5.2022

Tipos de gastos nas eleições


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“Antibolsonaro é alergia, antipetismo é epidemia”, diz Ciro Nogueira

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Ciro Nogueira criticou o PT
Reprodução: commons – 08/04/2022

Ciro Nogueira criticou o PT

Nesta quinta-feira (18), o ministro da Casa Civil Ciro Nogueira (PP) usou seu perfil no Twitter para alfinetar o PT e defender o presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação dele, o antipetismo sempre existirá, enquanto o antibolsonarismo é um sentimento passageiro.

“Há quem não goste de Bolsonaro? Sim. Mas não existirá um antibolsonarismo. Já o antipetismo sempre existiu e nunca vai acabar. Antibolsonaro é alergia. Antipetismo é epidemia”, escreveu o ministro.

Ciro Nogueira já foi aliado do Partido dos Trabalhadores e chegou a dizer que estaria com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “até o fim”, quando o líder nas pesquisas foi impedido pela Justiça de concorrer à Presidência em 2018.

Naquele ano, o PP decidiu apoiar o então candidato Geraldo Alckmin. Porém, Nogueira acabou se tornando um “rebelde” e resolveu fazer parte da campanha de Fernando Haddad (PT) já no primeiro turno, subindo no palanque petista.

Em 2017, o ministro da Casa Civil chegou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (PL), chamando-o de fascista. “O Bolsonaro, eu tenho muita restrição, porque é fascista, ele tem um caráter fascista, preconceituoso, é muito fácil ir para a televisão e dizer que vai matar bandido”, declarou para a TV Meio Norte.

A postura em relação ao chefe do executivo federal mudou no ano passado, quando passou a ser cotado para comandar a Casa Civil. Nos últimos meses, ele tem usado as redes sociais para atacar o PT, posicionamento muito diferente de quatro anos atrás.

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Fonte: IG Política

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Bolsonaro defende escolha de ministros por critérios técnicos

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O candidato à reeleição pelo PL, Jair Bolsonaro, defendeu hoje (18) a escolha da equipe de governo utilizando critérios técnicos, de acordo com a função de cada ministério. Segundo ele, foi isso o que fez nesse primeiro mandato na Presidência.

“Assim é um governo que quer realmente fazer com que seu país decole”, disse. “A escolha de pessoas técnicas não é fácil porque tem uma questão política muito grande, mas nos garante que nós podemos deixar de falar ‘país do futuro’ e falar ‘país do presente’”, completou.

Nesta quinta-feira, Bolsonaro esteve em São José dos Campos, no interior de São Paulo, para visitar o Parque Tecnológico da cidade, onde existem infraestruturas do governo federal, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

Bolsonaro estava acompanhado do ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato ao governo de São Paulo, e do ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações Marcos Pontes (PL), candidato ao Senado por São Paulo. Entre outros, Bolsonaro citou os dois como escolhas técnicas do seu governo. “Eu sou o técnico, eles entram em campo. É assim que devemos trabalhar. Sempre dei liberdade total para os meus ministros”, disse. “Somente dessa forma nós pudemos atravessar momento difícil como uma pandemia [da covid-19], uma crise [econômica] e uma guerra [da Ucrânia]”, disse.

O candidato à reeleição falou ainda que não vai permitir a legalização de drogas no Brasil. “Nós sabemos que a liberação das drogas é uma desgraça para o país, não pretendo admitir isso”, disse.

Após o evento no Parque Tecnológico, o candidato pelo PL seguiu em comboio de motociclistas até a Arena Farma Conde para mais um ato de campanha com os candidatos locais.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Política Nacional

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