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EDUCAÇÃO

Arquipélago de Marajó terá programa piloto de saneamento nas escolas

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Quatrocentas e sessenta escolas, que atendem mais de 12,6 mil alunos no arquipélago de Marajó (PA) serão contempladas pelo edital lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de um programa-piloto que será realizado no âmbito da iniciativa “Saneamento nas Escolas”.

De acordo com informação do BNDES, o objetivo é apoiar a implementação, com o uso de mão de obra local, de tecnologias sociais de saneamento em escolas municipais com até 50 alunos, localizadas em 16 municípios da região do arquipélago. O projeto selecionado receberá até R$ 20 milhões em recursos não-reembolsáveis do Fundo Socioambiental do banco, e R$ 28 milhões de recursos de parceiros, ainda a serem captados.

A instituição selecionada deverá realizar o diagnóstico da infraestrutura existente para confirmar as escolas a serem apoiadas e as tecnologias sociais que serão implementadas. Também conduzirá ações de engajamento de agentes locais e da comunidade, visando facilitar o processo de implantação e manutenção das novas instalações, além de ações educativas e de disseminação de conhecimento, para fomento à replicação, inclusive para o saneamento residencial das famílias da região.

Reforço

O diretor de Crédito Produtivo e Socioambiental do BNDES, Bruno Aranha, destacou que a ideia é reforçar a presença da instituição na Amazônia, por meio de ações estruturantes voltadas para as pessoas e serviços públicos essenciais, como educação e saneamento. “O projeto-piloto no Marajó, em parceria com a iniciativa privada, por meio do sistema de matchfunding (modelo de financiamento coletivo, com participação de empresa ou instituição), tem como objetivo subsidiar a construção de uma política pública que contribua para o acesso a esse direito nas escolas que mais precisam em todo o Brasil”, disse Aranha.

Serão realizadas também ações de articulação e apoio técnico junto às secretarias municipais de educação e gestores escolares, com objetivo de contribuir para a melhoria contínua da infraestrutura escolar, incluindo planejamento, acesso, execução e prestação de contas de recursos governamentais para esse fim. O BNDES estima que, por meio dessa iniciativa, emprego e renda serão gerados localmente.

O projeto prevê a possibilidade de instalação de tecnologias sociais aplicadas à infraestrutura de esgotamento sanitário, como fossas sépticas biodigestoras e ecológicas, jardins filtrantes, e as aplicadas ao abastecimento de água, como cisternas e cloradores para armazenagem e tratamento da água de consumo. Poderão ser realizadas, também, melhorias nas instalações hidrossanitárias e soluções de coleta e tratamento de resíduos sólidos urbanos e de drenagem nas escolas.

O piloto poderá servir de base para a construção de uma política pública, alinhada à política federal de saneamento, que contribua para garantir o direito básico de acesso a saneamento de qualidade nas escolas de todo o Brasil. Para isso, serão feitos monitoramento e avaliação do projeto, de forma a sistematizar entraves, oportunidades e lições aprendidas em sua implementação, sinalizou o BNDES.

Referência

Um estudo de referência realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), constatou que os resultados escolares estão diretamente relacionados à qualidade da infraestrutura disponibilizada. Ou seja, crianças elevam o seu desempenho em escolas equipadas, seguras, confortáveis, limpas, acessíveis e estimuladoras.

O arquipélago de Marajó é uma região com grande déficit de saneamento, inclusive nas escolas, e apresenta indicadores socioeconômicos inferiores à média do país e, também, do próprio estado. Em 2020, apenas 2% de suas escolas apresentavam condições adequadas para funcionamento, o que envolve a existência simultânea de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, manejo de resíduos sólidos, banheiros e energia elétrica.

Edição: Valéria Aguiar

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Bibliotecas municipais de São Paulo recebem mostra Ideogramas Sonoros

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Três bibliotecas municipais na cidade de São Paulo recebem a partir de hoje (15) até o dia 30 de setembro a mostra Ideogramas Sonoros: novos caminhos entre as linguagens. A exposição reúne 27 obras e poemas da artista e jornalista Priscila Asche, além de músicas originais do compositor Fabio Guimarães. As instalações estarão na Biblioteca Pública Municipal Alceu Amoroso Lima, na Biblioteca Pública Municipal Viriato Corrêa e na Biblioteca Pública Municipal Affonso Taunay.

A mostra busca ampliar a percepção cotidiana da escrita, da leitura e da música como forma de incentivar o exercício da liberdade de expressão, do pensamento e da imaginação por meio da tecnologia para entrelaçar diferentes linguagens e proporcionar uma experiência imersiva do público com a arte visual, sonora e literária.

Segundo a secretaria municipal de Cultura de São Paulo, as três instalações são diferentes e foram projetadas para melhor se adequar à estrutura oferecida e à temática abordada em cada biblioteca. “Telas, livros suspensos e painéis se tornam obras interativas que ganham sonoridade por meio do uso de uma plataforma digital acessada pelo celular no momento de encontro do público com os trabalhos expostos”, diz a secretaria.

A exibição nas bibliotecas se baseia na ideia de que o espaço é um local historicamente associado ao direito à educação, ao conhecimento, aprendizado e à informação. “Ademais, o projeto convida o visitante para repensar o uso desses espaços uma vez que é constante a queda da frequência de jovens em bibliotecas”, ressalta a organização.

A Biblioteca Pública Municipal Alceu Amoroso Lima fica na Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros e o horário de funcionamento é de segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 17h; a Biblioteca Pública Municipal Viriato Corrêa está na Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana e está aberta de segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 17h; e a Biblioteca Pública Municipal Affonso Taunay fica na Rua Taquari, 549 – Mooca, aberta de segunda a sexta das 8h às 17h e aos sábados das 10h às 17h. Em todas, a entrada é gratuita.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Educação

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Bibliotecas municipais de SP recebem exposição sobre linguagem

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Três bibliotecas municipais na cidade de São Paulo recebem a partir de hoje (15) até o dia 30 de setembro a mostra Ideogramas Sonoros: novos caminhos entre as linguagens. A exposição reúne 27 obras e poemas da artista e jornalista Priscila Asche, além de músicas originais do compositor Fabio Guimarães. As instalações estarão na Biblioteca Pública Municipal Alceu Amoroso Lima, na Biblioteca Pública Municipal Viriato Corrêa e na Biblioteca Pública Municipal Affonso Taunay.

A mostra busca ampliar a percepção cotidiana da escrita, da leitura e da música como forma de incentivar o exercício da liberdade de expressão, do pensamento e da imaginação por meio da tecnologia para entrelaçar diferentes linguagens e proporcionar uma experiência imersiva do público com a arte visual, sonora e literária.

Segundo a secretaria municipal de Cultura de São Paulo, as três instalações são diferentes e foram projetadas para melhor se adequar à estrutura oferecida e à temática abordada em cada biblioteca. “Telas, livros suspensos e painéis se tornam obras interativas que ganham sonoridade por meio do uso de uma plataforma digital acessada pelo celular no momento de encontro do público com os trabalhos expostos”, diz a secretaria.

A exibição nas bibliotecas se baseia na ideia de que o espaço é um local historicamente associado ao direito à educação, ao conhecimento, aprendizado e à informação. “Ademais, o projeto convida o visitante para repensar o uso desses espaços uma vez que é constante a queda da frequência de jovens em bibliotecas”, ressalta a organização.

A Biblioteca Pública Municipal Alceu Amoroso Lima fica na Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros e o horário de funcionamento é de segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 17h; a Biblioteca Pública Municipal Viriato Corrêa está na Rua Sena Madureira, 298 – Vila Mariana e está aberta de segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados, das 10h às 17h; e a Biblioteca Pública Municipal Affonso Taunay fica na Rua Taquari, 549 – Mooca, aberta de segunda a sexta das 8h às 17h e aos sábados das 10h às 17h. Em todas, a entrada é gratuita.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Educação

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