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CAFÉ/CEPEA: Preço flutua, afasta agentes do spot e limita negócios

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Cepea, 27/4/2022 – Os preços do café arábica estão oscilando com certa força, contexto que tem intensificado a retração de agentes no mercado spot nacional. No começo da semana passada, as cotações do arábica caíram, pressionadas pela forte desvalorização externa, que, por sua vez, refletiu a queda do dólar e perspectivas de menor demanda global por café. Já no fim da semana, os valores domésticos do arábica voltaram a subir, recuperando as perdas dos dias anteriores. Neste caso, o suporte veio da apreciação do dólar frente ao Real, da forte elevação dos futuros na quinta-feira, 21, e da continuidade da retração de vendedores – muitos se mantiveram afastados do spot devido ao feriado da quinta-feira (Tiradentes). Nessa terça-feira, 26, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.262,09/saca de 60 kg, alta de 2,28% em relação à terça anterior, 19. Para o robusta, as cotações abriram a última semana em forte queda, mas se recuperaram no decorrer do período, influenciadas pela demanda pontual das indústrias de torrefação e pela elevação do dólar. Mesmo assim, produtores seguiram distantes do mercado. Além do feriado do dia 21, a maior parte dos cafeicultores segue no aguardo de maiores valorizações e da chegada dos grãos da safra 2022/23. Já nessa terça-feira, 26, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, caiu novamente, fechando a R$ 809,75/sc, 1,1% abaixo do da terça anterior, 19. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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IPPA/CEPEA: IPPA se mantém estável em julho

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Cepea, 18/08/2022 – Em julho, o IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários), em termos nominais, se manteve praticamente estável frente ao de junho (-0,1%). O resultado esteve atrelado ao contrabalanceamento das variações dos Índices de grupos de alimentos. Por um lado, o IPPA-Grãos e o IPPA-Cana-Café recuaram, respectivamente, 4,1% e 0,5%; por outro, verificaram-se avanços no IPPA-Pecuária e IPPA-Hortifrutícolas, de 4,6% e 19,3%, respectivamente. O resultado observado para o IPPA-Pecuária se deveu à alta dos preços nominais do leite, do suíno vivo e do boi gordo. No caso do leite, que acumula valorizações consecutivas desde o início deste ano, o resultado se atribui à menor oferta no campo. Para os suínos, o baixo poder de compra da população impulsionou a demanda por animais vivos pelos frigoríficos. No caso do boi gordo, apesar da elevação dos preços da arroba em relação a junho, pesquisadores do Cepea apontam que, na comparação anual parcial (de janeiro a julho), os valores estão inferiores aos de 2021, devido à baixa procura pela carne pela população brasileira. Quanto aos hortifrutícolas, o resultado para o grupo se deve às elevações nos preços nominais da banana e da uva. Em ambos os casos, estão atreladas às baixas ofertas das frutas. Em relação ao IPPA-Grãos, o resultado advém das quedas observadas para o algodão em pluma, milho em grão, soja e trigo. Em relação ao IPPA-Cana-Café, verificaram-se quedas nos preços de ambos os produtos que compõem este grupo. Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, registrou queda de 0,52% – logo, de junho para julho, os preços agropecuários subiram frente aos industriais da economia. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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SUÍNOS/CEPEA: Competitividade da carne suína frente às substitutas diminui em agosto

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Cepea, 18/8/2022 – Enquanto a média de preços da carne suína registra forte elevação nesta parcial de agosto, as carnes bovina e de frango se desvalorizaram. Esse movimento, por sua vez, tem resultado em perda de competitividade da proteína suinícola frente às concorrentes. Segundo pesquisadores do Cepea, os preços da carne suína negociada no atacado da Grande São Paulo iniciaram agosto em forte alta, devido às demandas interna e externa aquecidas. No caso da carne de frango, o menor consumo interno, em razão do alto patamar dos preços, e a maior oferta – devido à retração das exportações em julho, em especial das vendas à China – pressionaram as cotações. Para a proteína bovina, a combinação do baixo poder de compra da população e dos preços elevados da carne segue limitando as vendas no mercado interno, enfraquecendo as cotações. Dessa forma, a carcaça especial suína está 2,52 Reais/kg mais cara que o frango inteiro neste mês (até o dia 16), expressivo aumento de 18,8% frente à diferença registrada em julho. Com relação à carcaça casada bovina, a diferença está em 9,98 Reais/kg, recuo de 7,4% frente à observada no mês anterior. Assim, com o preço médio da carne suína se distanciando do valor do frango e se aproximando do da carne bovina, sua competitividade frente a essas concorrentes diminui. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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