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ARTIGO: Fundos Imobiliários de papel são boas opções de investimento

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ARTIGO: Fundos Imobiliários de papel são boas opções de investimento
Redação 1Bilhão

ARTIGO: Fundos Imobiliários de papel são boas opções de investimento

Em época de inflação alta e instabilidade política e econômica por conta de eleições e de uma guerra que afetou os preços de diversas commodities, é comum o investidor buscar alternativas que lhe proporcione ganhos verdadeiros. Não que ele não o faça em tempos de bonança, mas é que cenários como o que vivemos tornam os ativos mais voláteis e aumenta as chances de uma aposta errada que resulte em perdas financeiras.

Considerando a situação de momento, os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) em papéis têm se mostrado boas opções para superar a inflação e obter ganho real. Mais especificamente os indexados a algum índice inflacionário, seja INCC, IGPM ou IPCA. Dependendo do risco do fundo, o investidor tem a opção de investir em um “High Grade”, fundo com um risco menor e crédito com menor risco de default, ou um “High Yield”, fundos destinados a investidores mais agressivos. Este último geralmente tem títulos com altas taxas, porém com um risco maior de default.

Vale ressaltar que as coisas mudam. O mercado vive de ciclos e os fundos imobiliários não fogem disso. Esses FIIs de papel são os “queridinhos” hoje pelos investidores pelo alto rendimento, advindo da alta da inflação. Porém, no longo prazo, isso não deve se sustentar, uma vez que com a subida da taxa Selic a inflação tende a se arrefecer com o tempo e voltar a meta do Banco Central de 4% a 4,5%. Obviamente, como já explanado, vivemos tempos incertos, mas de qualquer forma, independente do rendimento alto ou não desses FII’s, eles se encaixam em qualquer carteira de renda variável.

E o que isso quer dizer? Significa que, no futuro, o rendimento poderá até ser menor se o IPCA arrefecer com a subida da taxa Selic, mas isso não vai, por si só, tornar esse investimento em FIIs de papel “indesejável”. O mercado vive de ciclos e os fundos de papel têm altas taxas atreladas à inflação, mas também conseguem facilmente mudar suas estratégias. Ao invés de ter títulos indexados somente ao IPCA é possível mudar para títulos indexados ao CDI. Tudo depende do momento, garantindo assim, retorno positivo em diferentes situações de mercado.

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Mas é importante ter consciência de que não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta. Olhando para a carteira do investidor como um todo é sempre importante diversificar e nunca ficar 100% em uma única estratégia. O ideal é mesclar entre fundos de papel e tijolos. No primeiro, ganha-se com a inflação e a taxa pré-fixada, e no segundo, o investidor vai ter ganhos com os aluguéis e consequentemente com a valorização do “tijolo” em si.

Para quem ainda não está acostumado com esses termos, vale uma rápida explicação. Os Fundos Imobiliários de papel são investimentos de Renda Variável que investem o patrimônio dos seus cotistas em instrumentos financeiros com lastro no setor imobiliário, tais como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras Hipotecárias (LH). Já os Fundos Imobiliários de tijolo são investimentos de Renda Variável que aplicam o seu patrimônio na construção e/ou na exploração comercial de imóveis físicos.

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Como já explicado ambos oferecem vantagens. Só que a inflação alta faz dos fundos de papel a bola da vez. No caso dos fundos de tijolo, é sabido que aluguéis são reajustados de acordo com índices inflacionários como IGPM ou IPCA. A única questão é que nem sempre é possível repassar 100% do índice ao valor do aluguel, tudo depende de negociação que pode afetar o retorno. Ocorrendo essa dificuldade, os FIIs de papel saem ganhando.

*Guilherme Gentile é head de análise do app Dividendos .Me

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Dólar sobe para R$ 5,09 com preocupações sobre China

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A divulgação de dados econômicos fracos sobre a China provocou instabilidade no mercado financeiro de países emergentes. O dólar disparou pela manhã, mas desacelerou ao longo do dia. A bolsa de valores iniciou o dia em baixa, mas reverteu o movimento, impulsionado por ações de varejistas.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (15) vendido a R$ 5,092, com alta de R$ 0,018 (+0,35%). A cotação chegou a R$ 5,14 no início das negociações, mas a tensão diminuiu com a entrada de fluxos externos durante a tarde de investidores atraídos pelos juros altos no Brasil, o que permitiu que o câmbio se mantivesse abaixo de R$ 5,10.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 1,6% em agosto. Em 2022, o recuo chega a 8,68%.

A volatilidade também afetou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 113.032 pontos, com alta de 0,24%. Pela manhã, o indicador chegou a cair 1,44%, após a divulgação de que a economia chinesa continuou a desacelerar. No entanto, a melhoria no mercado norte-americano durante a tarde e a alta de ações de setores ligados ao consumo trouxeram o índice para cima.

A política de lockdowns imposta pelo governo chinês para combater a economia de covid-19 fez a economia do país asiático registrar forte desaceleração em julho. Além disso, o prolongamento da crise imobiliária tem afetado a retomada da segunda maior economia do planeta. Problemas econômicos na China afetam países exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil.

Por outro lado, fatores ligados à economia doméstica ajudaram a amenizar as notícias vindas da China. A perspectiva de que o ciclo de alta da taxa Selic (juros básicos da economia) tenha chegado ao fim tem atraído capital externo para o Brasil. Paralelamente, as ações de empresas ligadas ao consumo doméstico passaram a recuperar-se com a expectativa que a Selic comece a cair no próximo ano.

* Com informações da Reuters

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor

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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor
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O que esperar do 5G no varejo? Tecnologia promete revolucionar o setor

Sinônimo de inovação, a chegada do 5G ao Brasil promete revolucionar o varejo e as relações sociais.  Já disponível em Brasília, Porto Alegre, João Pessoa, Belo Horizonte e São Paulo, a expectativa é que a tecnologia esteja em todas as capitais brasileiras até o final deste ano. Mais do que velocidade de navegação, o 5G promete transformar as experiências de compra, que serão mais completas, diferenciadas e eficientes.

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Segundo o relatório da EMIS, plataforma digital do Grupo ISI Emerging Markets, estima-se um aumento de 3,8% nas vendas do varejo brasileiro em 2022. Esta perspectiva já é realidade para a China, que além de liderar a corrida de implantação do 5G, aumentou 4,9% das suas vendas em outubro de 2021.

“Realidade virtual, lives commerce , metaverso e muitas outras tecnologias serão facilitadas com o 5G. É a hora dos executivos se atentarem às tendências e possibilidades que dão match com o seu público-alvo. Por isso, traçar caminhos estratégicos e inovadores para cada negócio é crucial neste momento, afinal o 5G traz benefícios para todos”, afirma Jefferson Araújo, CEO da Showkase, plataforma de vendas online.

Há quem diga que o 5G mudará o jeito de se fazer varejo no Brasil. Ampliar o uso da inteligência artificial (IA) e da internet das coisas (IoT), isto é, dos produtos interconectados também está no radar. Com isso, o consumidor que está cada vez mais exigente e imediatista, além de uma experiência de compra mais completa, poderá ter um consumo ainda mais eficiente. Por outro lado, os varejistas terão novas oportunidades e facilidades, inclusive em etapas burocráticas como o pagamento.

Mas, afinal, o que esperar da tecnologia 5G? O executivo listou abaixo três avanços significativos para o varejo brasileiro:

Fidelidade à marca

Inovação, qualidade e agilidade são premissas para o 5G. A tecnologia possibilitará que o atendimento automatizado ganhe ainda mais espaço no dia a dia do cliente. A partir da implementação de soluções como IoT e IA, será possível coletar dados dos usuários, identificar demandas e proporcionar experiências personalizadas.

“O 5G possibilita uma coleta mais veloz e em maior volume, capaz de otimizar a experiência do cliente durante toda sua jornada de compra. Mapear hábitos e padrão de consumo é essencial para uma experiência mais assertiva. Estes dados são valiosos para mais do que ampliar os lucros da empresa, aumentar a fidelidade à marca”, explica Araújo.

Automatização dos processos

Com a chegada do 5G, o machine learning – ramo da inteligência artificial (IA) que reconhece padrões ou a capacidade de aprender continuamente ou fazer previsões com base em dados – também se beneficia e, consequentemente, traz avanços significativos para o varejo.

A tecnologia, além de apoiar estratégias de segurança, automatiza pagamentos e aprimora a performance nas operações, a exemplo da gestão dos funcionários, estoque e logística. “Os clientes terão os prazos de entrega mais atualizados e rastreados em tempo real. Embora esta tecnologia já exista, nem sempre há um funcionamento sem atrasos. Em resumo, o 5G traz maior estabilidade e velocidade aos processos que já existem”, destaca o executivo.

Presença digital e omnichannel

O comércio eletrônico registou um crescimento significativo nos últimos meses: 12,59% no primeiro trimestre de 2022, aponta índice do MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital.

De acordo com Jefferson Araújo, diante desse boom do e-commerce, os empresários precisam estar cada vez mais atentos às estratégias multicanais disponíveis para o varejo. O 5G promete acelerar as soluções em omnichannel , possibilitando assim que o varejista esteja presente em mais de um canal de venda e ofereça uma experiência personalizada para o cliente. “Hoje, o omnichannel é o caminho mais promissor para os resultados do varejo”, complementa o CEO.


Fonte: IG ECONOMIA

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