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Armários, nichos e prateleiras: como usar para organizar bem a cozinha

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Nesse apartamento realizado pela arquiteta Karina Korn, o mobiliário da cozinha, produzido pela SCA Jardim Europa, revela armários que ocupam o máximo de espaço para alocar todos os itens dos moradores. A tonalidade neutra harmoniza com o revestimento presente na parede e piso
Foto: Luis Gomes

Nesse apartamento realizado pela arquiteta Karina Korn, o mobiliário da cozinha, produzido pela SCA Jardim Europa, revela armários que ocupam o máximo de espaço para alocar todos os itens dos moradores. A tonalidade neutra harmoniza com o revestimento presente na parede e piso

Na reforma da cozinha, uma das maiores  preocupações dos futuros moradores está relacionada ao espaço para a organização dos itens que integram a rotina do ambiente . Para a arquiteta Karina Korn, uma marcenaria composta por armários, prateleiras e nichos, desenhados conforme com o layout do ambiente, necessidades e preferências dos clientes, se configura como o caminho para proporcionar uma cozinha perfeita para a dia a dia.

A seguir, acompanhe as explicações da profissional de como projetar armários e prateleiras na cozinha, quais modelos existentes e para quais situações cada um está destinado.

Como organizar os espaços?

Na ‘lógica’ do projeto de cozinha, o projeto deve contemplar espaços compatíveis para as necessidades e o volume a ser acomodado
Foto: Eduardo Pozella

Na ‘lógica’ do projeto de cozinha, o projeto deve contemplar espaços compatíveis para as necessidades e o volume a ser acomodado

De acordo com a arquiteta, o primeiro passo está associado à distribuição dos elementos na cozinha. Este mix envolve desde a bancada com a pia, até a inserção eletrodomésticos contemplados, marcenaria e outras peças que serão encaixadas nesse conjunto, sempre alinhados com as características e dimensões do ambiente.

Quando se trata de marcenaria, ela enfatiza que outros pontos acompanham a decisão pelo volume do mobiliário a ser produzido. “Em um projeto, nós, como profissionais da área, só podemos trabalhar depois de conhecer o volume de itens que o morador pretende incluir na sua cozinha. Também não podemos desconsiderar o jeito de cada pessoa e entender o que é importante para cada um. Só assim podemos começar a planejar”, defende Karina.

Além de conhecer o que será guardado, a setorização é outra aliada: no alcance do usuário estarão com fácil acesso os itens utilizados cotidianamente e, em áreas mais altas, como armários e prateleiras, ficam concentrados aquilo que é usado com menor frequência. 

No que diz respeito às dimensões, a ergonomia é fundamental. Segundo a especialista, existe uma altura padrão para que qualquer pessoa consiga usar o armário, mas que não especificamente pode ser a medida confortável para todas as famílias. “Em minha trajetória como arquiteta, já vivenciei casos de famílias mais altas que pediram por armários compatíveis com o biotipo. O mesmo já ocorreu com grupos mais baixos. O que dita é a praticidade e a personalização”, enfatiza.

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Todavia, um ponto sensível dessa adaptação está atrelado aos momentos de venda ou aluguel do imóvel. “Os interessados nem sempre terão a estatura dos moradores da casa e podem acabar perdendo o interesse”, avalia Karina.

Tour pela marcenaria da cozinha:

Armários:  com portas e divisórias, são ideais para acondicionar aquilo que se deseja manter sempre limpos e longe do pó. Uma dica da arquiteta é escolher louças e outros elementos que não são utilizados regularmente e, no que diz respeito à decoração, as cores precisam ornar com a proposta e o design do espaço. Para a arquiteta, inovação e criatividade são adicionais que ela introduz no projeto. “Não há problema algum em misturar estilos, materiais ou texturas. Basta não deixar o seu estilo e as suas preferências de lado”, orienta;

Nichos:  com estrutura semelhante aos armários, mas sem portas, são indicados para acomodar as louças de uso frequente. O fato de não ter um fechamento facilita muito os movimentos de ‘pegar e tirar’ do lugar. No âmbito de limpeza, protegem parcialmente as peças da sujeira externa

Nesse projeto, Karina Korn concentrou os nichos nas regiões mais altas para um melhor aproveitamento de espaço.
Foto: Eduardo Pozella

Nesse projeto, Karina Korn concentrou os nichos nas regiões mais altas para um melhor aproveitamento de espaço.


Prateleiras: instrumentos da marcenaria que mais deixam os nossos itens pessoais expostos, ficam mais propensas a acumular pó ou outra influência externa que ocorrer na cozinha.

Fonte: IG Mulher

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Gravidez silenciosa: “Descobri que estava grávida com oito meses’’

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Carta aberta da atriz comoveu milhares de fãs
Foto: Reprodução/Instagram

Carta aberta da atriz comoveu milhares de fãs

No último sábado (25), a atriz Klara Castanho (21) revelou, após ter sido exposta pela apresentadora Antônia Fontenelle, ter dado à luz depois de ter sido vítima de um estupro. Em uma carta aberta, a jovem declarou que descobriu a gravidez nos últimos momentos da gestação.

‘’Meu ciclo menstrual estava normal, meu corpo também. Eu não tinha ganhado peso e nem barriga […] entre o momento que descobri a gravidez e o parto se passaram poucos dias’’, afirmou a artista.

Sem sintomas, sem ganho de peso e sem quaisquer sinais, Klara afirmou que não fazia ideia de que estava grávida. Pelos termos médicos, a atriz passou por uma gravidez silenciosa. 

Grávida sem sintomas?

De acordo com a ginecologista e mestre em Ciência Médicas pela Universidade Fluminense (UFF), dra. Viviane Monteiro, a gravidez silenciosa é a gestação que vai evoluindo sem que seja feito um diagnóstico e geralmente sem nenhuma percepção de algum sinal ou sintoma compatível.

‘’A principal característica da gravidez silenciosa é justamente essa falta de sintomas e geralmente é mais comum em mulheres que apresentam amenorreia, que é a falta de menstruação em idade fértil, ou mulheres com intervalos longos entre uma menstruação e outra”, afirma.

Para a médica, mulheres atletas ou com sobrepeso são as maiores vítimas da gravidez silenciosa, já que sofrem com a possibilidade de não menstruarem ou menstruarem esporadicamente. A percepção do próprio corpo também pode ser alterada para esse público, já que a definição dos músculos ou o acúmulo de gordura podem afastar a possibilidade de uma gravidez da mente.

Na maioria dos casos, grávidas silenciosas não notam a pausa da menstruação
Foto: Reprodução/Unsplash

Na maioria dos casos, grávidas silenciosas não notam a pausa da menstruação


A especialista reitera que os sintomas de uma gravidez são nítidos e é necessário observá-los: ‘’Há alguns sinais de gravidez, como não tolerar um cheiro específico de comida ou comer um alimento, náuseas e um cansaço maior. Existe também o aumento da frequência urinária, mamas mais doloridas e mais inchadas’’.

No entanto, o principal sintoma da gravidez é a amenorreia, termo médico para a falta de menstruação. Na maioria dos casos, as ‘grávidas silenciosas’ alegam não terem menstruado durante a gravidez. Viviane rebate essa crença: ‘’Há mulheres que também apresentam sangramentos irregulares durante a gravidez, que não são sangramentos menstruais, que podem parecer, mas que são de outra fonte que podem ser algum descolamento de saco gestacional, uma implantação baixa placentária, ou seja sangramentos provenientes da própria gravidez’’

Para a maioria das grávidas silenciosas, a barriga cresce sem ser notada
Foto: Reprodução/Unsplash

Para a maioria das grávidas silenciosas, a barriga cresce sem ser notada


‘’Mulheres grávidas não menstruam, mas podem sim ter sangramentos que devem ser investigados, mas se a mulher não tem conhecimento da gravidez ela pode achar que está menstruando, mascarando a gravidez e protelando esse diagnóstico de gestação’’, finaliza.

‘Eu não sabia que estava grávida’

Além de Klara Castanho, outras milhares de brasileiras também foram surpreendidas com um teste positivo para a gravidez no final da gestação. Uma delas é a estudante de Gestão Empresarial, Suzana Dias (21).

Em 2019, Suzana era recém-formada no ensino médio e começou a namorar com um colega. ‘’Foi meu primeiro namorado. A gente não se cuidava, né? Eu não tomava remédio nem nada. A gente sabia que poderia ter o risco de acontecer [uma gravidez], mas a gente nunca imagina. Eu era muito nova e apaixonada’’

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Foto: Reprodução/Unsplash

Suzana e Lorenzo, seu filho ‘surpresa’

Durante todo o ano, a jovem não teve nenhum sintoma ou mudança corporal. ‘’Eu fiz o teste de farmácia e todos deram negativos. Eu percebi que estava engordando. Eu não passei mal’’.

Na véspera do natal de 2019, a estudante resolveu fazer o teste Beta HCG, exame médico indicado para casos de suspeita de gravidez. No resultado, a surpresa: ela estava grávida.

‘’Fiquei muito nervosa por causa do medo, né? Tinha muito medo de contar para os meus pais e para os meus familiares. Não sabia de quantos meses eu estava e nem tinha muita barriga’’.

Apavorada, a jovem decidiu não contar sobre a gestação para a família. Os pais de Dias só descobriram o fato um mês depois. ‘’Contei para meus pais no dia 20 de janeiro. No dia 21, eu fiz meu primeiro ultrassom e descobri que eu estava grávida de 9 meses’’.

Dois dias depois, Suzana deu à luz ao filho. Com 4 quilos e 49 centímetros, Lorenzo Dias nasceu com muita saúde: ‘’Hoje em dia a gente brinca falando que minha gravidez foi de 3 dias, porque eu contei para os meus pais numa segunda-feira, e, na quinta, o bebê nasceu’’.

Mãe surpresa

Depois da surpresa de uma gravidez silenciosa, a maior dificuldade de Suzana foi de se adaptar à nova realidade: em menos de um mês, ela se tornou mãe:  ‘’Tadinho, ele não tinha ele quase não tinha roupa porque foi muito rápido o processo’’

Do dia para a noite, a vida de Suzana se transformou completamente. Noites de sono foram trocadas por madrugadas de amamentação; o banho longo depois de um dia cansativo se torna uma ducha rápida; as prioridades de antes, é claro, ficaram no passado.

‘’Num dia, eu era uma jovem normal, né? E no outro, mãe, então foi muito complicado’’.

Além da maternidade inesperada, a estudante também teve que lidar com críticas e julgamentos. Familiares e conhecidos alegavam que Dias era ‘’louca’’ e que teria supostamente ‘’escondido a gravidez por meses’’.

Parto de Lorenzo em janeiro de 2020
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Parto de Lorenzo em janeiro de 2020

Dois anos depois do parto, Suzana reflete que seus pais foram essenciais em seu processo de descoberta como mãe. ‘’Sem eles sem o apoio deles, eu não iria conseguir, porque a mãe solteira infelizmente é muito julgada’’.

Para as futuras mamães, a jovem afirma que o cuidado com a saúde mental e a ajuda da família são fundamentais. ‘’Meu conselho também é não ligar muito para a opinião dos outros. Eu sei que é difícil. Eu sei que na hora a gente fica muito frustrada, a gente fica assustada, porque a nossa reação’’.

‘’Eu sei o quanto é difícil. Mas o conselho que eu dou é nunca desistir, sabe? Sempre siga em frente. Nunca tenha vergonha de sua gravidez’’, finaliza.

Fonte: IG Mulher

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Manchas na pele e melasma: a herança ruim do verão

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Manchas são herança ruim do verão
Reprodução/Pinterest

Manchas são herança ruim do verão

Chegamos ao inverno e aos dias frios, mas muita gente traz na pele as marcas do verão, que podem não ser assim tão especiais. É somente após a estação mais quente do ano que os resultados do descuido com a pele e a falta de proteção aparecem. E aí o choque ao se deparar com manchas escuras e até quadros de melasma, principalmente no rosto, é grande.

Nem tudo está perdido. É preciso apenas ficar de olho e procurar um tratamento mais adequado para o problema, sempre com médicos especialistas no assunto. “Ao notar manchas escurecidas na pele, principalmente após uma temporada curtindo o verão, algumas medidas a serem tomadas, a princípio são: evitar exposição solar excessiva nos horários de pico da radiação UVB (em torno das 10-16hrs) e usar adequadamente o filtro solar. Além disso, é sempre recomendado buscar seu médico dermatologista de confiança para estabelecer o diagnóstico adequado dessa mancha escurecida e, assim, determinar o melhor tratamento clareador”, aconselha o dermatologista Luann Lôbo, de São Paulo, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Tipos de manchas

De acordo com o Dr. Luann, uma das manchas mais frequentes, e populares, que podem surgir após uma temporada de verão é o melasma, que depende, também, de condições genéticas e consiste em marcas escurecidas de contornos irregulares, comumente vistas na face. O sol pode provocar o surgimento do melasma, ou o agravamento do mesmo, caso a pessoa já apresenta essa condição. “Outro quadro relativamente comum após o verão é a Fitofotomelanose, provocada por exposição solar associada ao contato direto da pele com suco de frutas cítricas (laranja, tangerina, limão), perfumes, algumas plantas e até refrigerantes. Nesse caso ocorrem lesões escuras, geralmente de aspecto pontilhado e de formatos irregulares. As regiões frequentemente afetadas pela Fitofotomelanose são as mãos, o colo e ao redor da boca”, explica o médico. Ele ressalta, ainda, que quando há falta de cuidado com a exposição solar e ocorrem queimaduras, este trauma também pode gerar manchas escurecidas pós-inflamatórias, comuns na face e na região do tronco.

As manchas têm tratamento
Reprodução: Alto Astral

As manchas têm tratamento


Tratamentos clareadores

Mas é possível reduzir e clarear bastante essas manchas que ficaram de “recordação” do verão, sempre com cuidado. As substâncias clareadoras da pele devem sempre ser determinadas pelo dermatologista após exame individualizado, para que não ocorram problemas mais sérios. “Um esquema interessante, e que recomendo aos meus pacientes, consiste na prescrição de substâncias clareadoras para serem usadas no período noturno, e substâncias antioxidantes para aplicação durante o dia, sempre associadas ao fotoprotetor. A hidratação também é um pilar essencial no clareamento e uniformização do tom da pele. Antioxidantes orais e acessórios de barreira, com chapéus e óculos também são bem-vindos”, detalha o especialista. No caso do melasma, além dos cuidados gerais já citados, também são recomendados procedimentos realizados em consultório como peelings, laser e microagulhamento, que promovem um bom resultado no clareamento da mancha.

“Mas é importante deixar claro que o melasma, por ter um pilar genético, não tem cura. Porém, existe controle. Com um bom esquema de tratamento, incluindo cuidados diários como uso do filtro solar e clareadores, aliados a tratamentos realizados em consultório dermatológico, existe um grande potencial de melhora estética, com redução expressiva da mancha”, pontua o Dr. Luann.

Manutenção dos cuidados

E não é só no rosto que podem aparecer as indesejáveis manchas pós-Verão. Outras partes do corpo também podem ser afetadas pelo problema e os produtos para a reversão dessas marcas podem ser os mesmos usados na face. Mas o dermatologista faz um alerta importante nesse caso: “Substâncias clareadoras prescritas para melhorar manchas do rosto também podem ser indicadas para tratar manchas corporais. Entretanto, a concentração e o veículo para o uso corporal tendem a ser diferentes. Por isso, não se aventure usando o produto facial no corpo. Procure orientações do seu dermatologista!”. Depois de se conseguir um efetivo clareamento das manchas não se deve abrir a guarda e relaxar, não. A manutenção dos cuidados deve ser constante, uma prática diária dos cuidados com a saúde e o bem-estar. “Após o clareamento das manchas e maior uniformidade de tom, determinamos um tratamento de manutenção (skincare), com substâncias que previnem a recorrência das manchas e uso constante de protetor solar. Estes cuidados de manutenção, além dos produtos de uso diário, podem incluir, também, procedimentos realizados em consultório, como a aplicação de lasers, por exemplo”,diz o Dr. Luann Lôbo.

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Fonte: IG Mulher

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