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Testamos a BMW R 1250GS Adventure Triple Black

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O acabamento em preto e prata, mais o alumínio escurecido, caiu bem na GS
Gabriel Marazzi

O acabamento em preto e prata, mais o alumínio escurecido, caiu bem na GS

Falar da BMW R 1250 GS só não é melhor do que pilotá-la. Enorme, às vezes olhamos para ela, parada, e ficamos surpresos em lembrar como é fácil domá-la, apesar do tamanho. Em movimento, é claro, já que em manobras parada ou em baixas velocidade é sempre bom atentar para onde apoiamos os nossos pés. A BMW R 1250 GS Adventure Triple Black custa R$ 131.500.

A razão de passar uma semana com a GS é que esta é uma edição especial, a Triple Black, que tem acabamento diferenciado, como o nome já antecipa, com pintura na cor preta e aplicação de alumínio escuro nos retrovisores e nas tampas dos cabeçotes.

Não se pode dizer que esse novo acabamento tenha alterado alguma coisa na pilotagem da BMW R 1250 GS Adventure, cuja maior qualidade, entre tantas outras, é a extrema suavidade de funcionamento, em especial do motor boxer.

A BMW R 1250GS Adventure Triple Black e seus acabamentos escurecidos
Gabriel Marazzi

A BMW R 1250GS Adventure Triple Black e seus acabamentos escurecidos

Mas podemos dizer, com toda a segurança, que ela ficou muito bonita com esse visual. Para mim, esse é grande elogio em relação à aparência, atributo que não acho assim tão importante quanto o desempenho ou a funcionalidade, especialmente porque prefiro as motocicletas coloridas às pretas escurecidas.

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Entre os muitos itens de série da BMW R 1250 GS Adventure Triple Black , que em outras versões são opcionais, destaco o assistente de troca de marchas, que permite acionar o câmbio de forma ascendente ou descendente sem usar a embreagem ou precisar soltar o acelerador.

Visual da motocicleta une bem o moderno com o aventureiro
Gabriel Marazzi

Visual da motocicleta une bem o moderno com o aventureiro

Bem mais interessante do que outros sistemas eletrônicos, como o assistente de partida em subida (pode ser muito útil em uma trilha) ou o sistema de conectividade com telefone.

É claro que não desdenho todos os sistemas relativos à segurança ou à dirigibilidade, como os modos de pilotagem e seus sistemas coligados, como os controles de estabilidade, de suspensões e de frenagem, que, depois de configurados, farão parte da pilotagem da motocicleta .

Fonte: IG CARROS

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Mini traz 15 unidades da série Pat Moss Edition do John Cooper Works

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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em  uma prova de rali
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Nome de Pat Moss é uma homenagem a piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em uma prova de rali

A Mini anuncia que vai trazer ao mercado brasileiro a série especial do John Cooper Works batizada de Pat Moss, em homenagem à piloto britânica que deu à Mini sua primeira vitória em um rali internacional, há 60 anos.

De acordo com a fabricante inglesa, o modelo tem apenas 800 unidades espalhadas em todo o mundo, sendo que apenas 15 serão destinadas para pré-venda no Brasil ao preço de R$ 318.390 , com as primeiras entregas programadas para setembro. 

Disponibilizada na cor Preto Midnight para a carroceria e teto multitone de três cores (Preto Jet, Cinza Melting e Vermelho Chili), o hatch agrega faixa branca no capô além da assinatura da Pat Moss no para-choque dianteiro. 

Por dentro, além da assinatura da piloto, há também sistema de som da renomada Harman/Kardon , head up display , painel digital, central multimidia touchscreen de 8,8 polegadas e sistema de navegação integrado.

O motor é biturbo de 2,0 litros de quatro cilindros de 231 cv e torque de 32,63 kgfm e a transmissão de 8 velocidades. Segundo a fabricante, de 0 a 100 km/h são feitos em 6,1 segundos e a velocidade máxima é de 246 km/h.

Pat Moss e a navegadora, Ann Wisdom venceram no Rally de Monte Carlo em 1964, 1965 e 1967 e décadas depois, a vitória geral no Paris-Dakar quatro vezes seguidas (2012 e 2015), além de mais duas gerais (2020 e 2021).

Fonte: IG CARROS

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Kawasaki terá motos elétricas baseadas nos modelos Z125 e Ninja 125

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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos
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Kawasaki EV Project: marca japonesa também se rende à nova era da eletrificação com novos modelos nos planos

A era da eletrificação aos poucos está abocanhando o segmento das motos e nem mesmo os modelos de apelo emocional estão escapando da tecnologia que veio para ficar.

Uma prova desta teoria está no anúncio feito no final de 2021 pelo CEO da Kawasaki, Hiroshi Ito, confirmando que 2022 seria o ano em que a empresa entraria no mercado de motos elétricas .

A Kawasaki é uma das marcas mais tradicionais e que agora vem investindo cada vez mais em projetos voltados para a eletromobilidade. Documentos publicados no site da National Highway Traffic Safety Administration nos EUA reforçam que a empresa japonesa vem trabalhando em duas motos elétricas para 2023 de codinome ‘NX011AP’ e ‘NR011AP’.

A designação segue o padrão usual da Kawasaki, com ‘X’ no segundo lugar usado para denotar uma moto esportiva e ‘R’ para um roadster nake (sem carenagem), mas o ‘N’ inicial é novo e significa ‘Elétrico’ no protocolo de nomenclatura da Kawasaki.

De acordo com o documento no site da NHTSA cada um deles produzirá 11kW (15cv) , e pelas imagens, serão máquinas mecanicamente idênticas, diferenciando-se apenas por uma ser carenada e outra sem carenagens (naked), nos moldes da Z125 e da Ninja 125 , mas com energia elétrica.

Os nomes dos modelos de showroom ainda não são conhecidos, mas a Kawasaki já registrou os títulos Ninja E2 e Ninja E2-R. Tudo será revelado na íntegra ainda este ano, provavelmente na feira EICMA de novembro em Milão , onde o protótipo elétrico apareceu pela primeira vez três anos atrás.

Fonte: IG CARROS

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