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Ex-assessor de Gabriel Monteiro relata que está sofrendo ameaças

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Ex-assessor de Gabriel Monteiro relata que está sofrendo ameaças
Reprodução / UOL – 07.04.2022

Ex-assessor de Gabriel Monteiro relata que está sofrendo ameaças

Um dos ex-assessores do vereador do Rio,  ex-PM e youtuber Gabriel Monteiro (PL) registrou estar sofrendo ameaças por meio de mensagens numa rede social. Vinícius Hayden Witeze é um dos ex-funcionários que tem divulgado uma série de casos e denúncias envolvendo o parlamentar, que têm vindo à tona desde o fim de março. Uma das tarefas, dele e de outros assessores, contou em depoimentos, era investigar pessoas apontadas por Monteiro com o intuito de produzir vídeos que agradassem seu público e lhes garantisse uma boa monetização.

Em registro feito na noite desta segunda-feira na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), Vinícius relatou ter recebido mensagens privadas de pessoas em seu perfil no Instagram com ameaças. Em depoimento, de acordo com o ex-funcionário do parlamentar, ele teve dados pessoais — nome, rede social e número de telefone — divulgados por Gabriel Monteiro no dia 10 deste mês.

Vinicius trabalhou no gabinete do vereador por mais de um ano na função de cinegrafista. À 64ª DP (São João de Meriti), em depoimento, afirmou que, a pedido de Monteiro, teria preparado dossiês contra desafetos. O homem lembra que chegou a documentar a rotina de alguns políticos e policiais militares de alta patente “inimigos” do vereador.

Em outra ocasião, também em depoimento, na 42ª DP (Recreio), o ex-assessor afirmou que o vereador lhe pedira para investigar nomes da política, como secretários municipais e estaduais e até deputados estaduais.

Para as produções dos vídeos, material constantemente publicado nas redes sociais do youtuber, outros ex-funcionários também contaram à polícia que as filmagens eram forjadas, e a equipe era instruída “a piorar a narrativa”, como em situação com crianças. Um desses casos foi exibido no “Fantástico”, da TV Globo, em 27 de março, em que, na versão bruta da gravação, o vereador aparece induzindo uma menina a falar determinado texto para a gravação.

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Vinicius também é um dos que confirmaram, em depoimento, que Monteiro tinha relações sexuais com menores de idade e que filmava essas relações. O parlamentar nega essa e as outras acusações.

Denúncias no Conselho de Ética

A Comissão de Justiça e Redação da Câmara dos Vereadores do Rio acolheu nesta segunda-feira (18) nova representação do Conselho de Ética para aditivar mais denúncias ao processo contra o vereador Gabriel Monteiro (PL) por quebra de decoro parlamentar. A representação pode levar à perda do mandato. O conselho concluiu que atendem às regras formais mais dois documentos. O conselho concluiu que atendem às regras formais mais dois documentos. O primeiro é um vídeo no qual o vereador aparece beijando o pescoço de uma criança de 10 anos, em uma barbearia, quando também teria acariciado os seios da garota. A menina foi levada pelo vereador para cortar o cabelo depois de afirmar que não podia frequentar a escola porque estava com piollho. O segundo documento é a denúncia que o promotor Marcos Kac ofereceu no início do mês  à 28ª Vara Criminal por filmar cenas de sexo com uma adolescente de 15 anos.

Com isso, já são quatro documentos sob análise do Conselho de Ética: os outros se referem a um vídeo no qual Gabriel contracena com um morador que foi orientado pela equipe do vereador a fingir que estava praticando um furto e acaba sendo agredido por um PM que faz a segurança do parlamentar; o outro processo envolve um vídeo em que Gabriel Monteiro orienta uma menor a dizer que passava por dificuldades financeiras e não ter o que comer, em uma conduta que, entre outras irregularidades, fere regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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Delegado da Polícia Federal pede apreensão do celular de Aras e Guedes

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Procurador-geral da República, Augusto Aras
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Procurador-geral da República, Augusto Aras

Responsável por inquéritos sensíveis ao governo de Jair Bolsonaro, o delegado de  Polícia Federal Bruno Calandrini solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) duas medidas que geraram mal-estar em integrantes da corporação. 

A primeira foi um pedido de busca e apreensão do telefone celular do procurador-geral da República Augusto Aras e do ministro da Economia Paulo Guedes, já negado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que não viu elementos para justicar tais ações. 

A segunda foram diligências contra a própria cúpula da PF, que está sob análise da ministra Carmen Lúcia.

O pedido de diligências contra a cúpula da PF foi revelado no sábado pelo portal “Metrópoles” e seria motivado por suspeitas de interferência de diretores da PF na investigação sobre o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Os alvos dessas diligências e o teor estão mantidos sob sigilo.

O caso deflagrou uma crise interna na atual gestão do diretor-geral Marcio Nunes de Oliveira. A avaliação entre integrantes do órgão é que foi uma tentativa do delegado Bruno Calandrini para se blindar da sindicância aberta após ele acusar que houve interferência na investigação do ex-ministro Milton Ribeiro.

Calandrini foi notificado para prestar depoimento sobre o caso, mas até agora não compareceu. Segundo interlocutores, há um receio do delegado que a sindicância seja usada para puni-lo pela atuação no caso.

O delegado Calandrini chegou a escrever, em mensagem a seus colegas, que houve interferência para impedir a transferência do ex-ministro para Brasília após sua prisão. Mas a direção da PF argumentou que não houve tempo nem disponibilidade de aeronave para realizar o deslocamento.

No pedido de busca e apreensão contra Aras e Guedes, Calandrini também havia pedido medidas contra o advogado do ministro, Ticiano Figueiredo.

O requerimento tinha como base a divulgação de um diálogo entre Aras e Ticiano no qual o advogado pedia que o procurador-geral intercedesse para suspender um depoimento de Guedes à PF em uma investigação sobre desvios no fundo de pensão dos Correios, o Postalis. Guedes havia sido citado em um depoimento. Barroso, entretanto, considerou que não havia elementos para autorizar a medida e arquivou o pedido.

Os pedidos provocaram descontentamento na PF. Os delegados que integram a atual gestão avaliam que havia poucos elementos para justificar as medidas. Calandrini não consultou seus superiores ao apresentar os pedidos e os protocolou diretamente no STF.

Procurada, a PF não comentou. A assessoria de Aras afirmou que não iria se manifestar porque o caso já havia sido arquivado.

O advogado Ticiano Figueiredo, que defende o ministro Paulo Guedes, afirmou em nota: “Se isso for verdade mesmo, esse é um ato que se revela autoritário, odioso e destoa do trabalho relevante dos delegados da Polícia Federal. Causa perplexidade, já que exercer, de forma plena, o direito de defesa dos clientes, é um dos pilares do Estado Democrático de Direito e não pode, jamais, ser criminalizado por quem quer que seja”.

Também procurado, Calandrini não respondeu aos contatos da reportagem.

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Fonte: IG Nacional

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

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Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro
Reprodução/Twitter

Aeronave cai sobre casa na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro

Um avião caiu na tarde de hoje no bairro da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. As primeiras informações apontam que duas pessoas estavam dentro da aeronave e teriam sido levadas ao hospital. Não há informações sobre mortos. 

Não há informações sobre a causa do acidente até o momento.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um homem recebe atendimento médico ao lado da aeronave, perto de uma piscina. 

*Mais informações em instantes.

Fonte: IG Nacional

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