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Eduardo Leite diz que prévias do PSDB “não são resolução absoluta”

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Eduardo Leite (PSDB) justificou renúncia ao cargo de governador
José Cruz/Agência Brasil – 11.06.2019

Eduardo Leite (PSDB) justificou renúncia ao cargo de governador

Ao comentar sobre as prévias realizadas pelo PSDB, ocorridas em novembro do ano passado , o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, disse que o processo não é “uma resolução absoluta”. A votação foi feita dentro do partido para definir quem iria concorrer à presidência pela sigla nas eleições deste ano.

“Não estou aqui fazendo deslegitimação das prévias, mas é um processo de discussão e eventualmente tomar uma discussão diversa. As prévias não são uma resolução absoluta”, disse ele nesta terça-feira (29), afirmando que “respeita” o método e o governador de São Paulo, João Doria, que saiu vitorioso da disputa .

Nessa segunda (28), Leite anunciou que vai renunciar ao cargo de governador, mas permanecerá no PSDB . O gaúcho tinha um convite do PSD do ex-ministro Gilberto Kassab para entrar na corrida presidencial .

Hoje, em entrevista à BandNews TV , ele disse que a renúncia será feita no dia 31 de março. “Eu renunciei para me apresentar para o meu partido.”

“Temos que olhar essa eleição pelo sentimento que está presente no eleitor, e o sentimento que está presente é de muita rejeição sobre os dois protagonistas desta eleição. E muita gente está indicando voto em um, para evitar o outro. E quando começar o debate eleitoral para valer, queremos mostrar que há caminho alternativo”, afirmou.

Na ocasião, o gaúcho também disse que, apesar de respeitar Doria, neste momento, é preciso analisar “quem tem a capacidade eleitoral”.

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“Eu recebi um chamado do partido, mais de 20 lideranças do partido me enviaram uma carta assinada com diversas pedidos de manifestação de apoio ao meu nome”, acrescentou.

No último dia 18,  lideranças do PSDB divulgaram uma carta em que pedem que Leite permaneça na sigla e desista de voltar à corrida presidencial pelo PSD de Gilberto Kassab. O documento contou com 28 assinaturas de integrantes da legenda e foi articulado pelo senador Tasso Jereissati.

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Haddad faz aposta sobre candidatura de Tarcísio

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Fernando Haddad não acredita que eleição em SP terminará no primeiro turno
Reprodução/YouTube – 18.08.2022

Fernando Haddad não acredita que eleição em SP terminará no primeiro turno

Nesta quinta-feira (18), durante sabatina no Macro Day, organizada pelo Banco BTG, o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou que dificilmente conseguirá vencer as eleições no primeiro turno. O ex-prefeito da capital paulista fez uma aposta sobre a candidatura de Tarcísio de Freitas.

“É muito pouco provável que aconteça eleição em 1 turno em São Paulo. A eleição se deve a vários fatores: o primeiro deles, nível de conhecimento. Você não rejeita quem você não conhece”, iniciou.

“Nós estamos recebendo de braços abertos o Tarcísio e ele vai passar a ser conhecido agora. Precisa aumentar o grau de conhecimento dele, mais gente vai querer voltar dele, mais gente vai querer não votar nele. É natural da democracia”, completou.

No início da semana, a TV Globo divulgou relatório da pesquisa Ipec, ex-Ibope, e Haddad apareceu em primeiro lugar com 29% das intenções de votos. Tarcísio de Freitas (Republicanos) obteve 12% e Rodrigo Garcia (PSDB) ficou com 9%, o que representa um empate técnico, já que a margem de erro é de 3%.

O levantamento entrevistou 1,2 mil eleitores entre os dias 12 e 14 de agosto deste ano em 59 cidades de São Paulo. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número SP-04035/2022.

Haddad e as privatizações

O ex-prefeito de São Paulo declarou que é contra a privatização da Sabesp. “Não precisa ser vendida. “Ela é uma empresa de capital aberto que pode fazer subconcessão, operação de crédito e lançar novas ações. Ela está livre para fazer o que ela bem entender. Não entendo esse apetite em querer vender uma coisa que tem todos os instrumentos para fazer bem feito”, comentou.

No entanto, afirmou que é favorável que a Ceagesp seja entregue para a iniciativa privada. “Eu não sou dogmático em relação à privatização ou não. Acho que tem coisas que o Estado não precisa fazer e nem deve”, concluiu.

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Fonte: IG Política

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TSE informa tempo dos candidatos à Presidência no horário eleitoral

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (18) a proposta de distribuição de tempo no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para os candidatos à Presidência da República.  A propaganda começa no dia 26 deste mês e vai até 29 de setembro.

A minuta de resolução foi apresentada durante audiência pública promovida pelo TSE e ainda poderá ser contestada pelos partidos. O texto final será julgado na terça-feira (23). O tempo é calculado conforme a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados.

Conforme o cálculo, a distribuição do tempo diário dos candidatos nos blocos de propaganda ficou estabelecida assim:

Luiz Inácio Lula da Silva (3 minutos e 39 segundos) – Coligação Coligação Brasil da Esperança, formada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB, PV), Federação PSOL/Rede, Solidariedade, PSB, AGIR, Avante e Pros

Jair Bolsonaro (2 minutos e 38 segundos) – Coligação Pelo Bem do Brasil (PL, PP e Republicanos);

Simone Tebet  (2 minutos e 20 segundos) – Coligação Brasil para Todos (MDB e Federação PSDB-Cidadania e o Podemos);

Soraya Thronicke (2 minutos e 10 segundos) – União Brasil

Ciro Gomes (52 segundos) – PDT

Roberto Jefferson (25 segundos) – PTB

Felipe D’Avila (22 segundos ) – Novo

Os candidatos ainda terão à disposição as inserções de propaganda durante a programação das emissoras.

Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU) e Sofia Manzano (PCB), que não atingiram os requisitos mínimos, não terão acesso ao horário eleitoral. Pela cláusula de barreira, para isso, é preciso que as legendas tenham obtido 1,5% dos votos válidos na última eleição em um terço dos estados, ou nove deputados eleitos distribuídos por um terço do território nacional. 

Pablo Marçal (Pros) não entrou na contagem. Sob nova direção, a legenda revogou a candidatura dele.

Ordem de apresentação

No dia 26 de agosto, primeiro dia do horário eleitoral, a ordem de apresentação dos candidatos à Presidência da República será a seguinte: Roberto Jefferson, Soraya Thronicke, Felipe D’Avila, Lula, Simone Tebet, Bolsonaro e Ciro Gomes. 

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

Caso haja segundo turno  para a disputa presidencial e para governos estaduais, a votaçao será em 30 de outubro. 

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política Nacional

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