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Arquitetura: Acerte nos revestimentos da sua casa

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Por Heloisa Yamashiro

A escolha dos revestimentos é um dos fatores determinantes para a reforma/obra da sua casa. Em consequência das diversas opões de cores, estampas, texturas, acabamentos e formatos, as dúvidas são inevitáveis: será que combina? É fácil de limpar? E a durabilidade? Para te ajudar, a coluna dentro de casa traz um roteiro para facilitar na hora da escolha:

1.      Separe os ambientes por uso

Setorizar a sua casa é fundamental para a definição do material. Cada cômodo possui necessidades e usos específicos. Banheiro, lavanderia e áreas externas, por exemplo, requerem piso que não seja escorregadio. A cozinha dependerá da sua rotina de limpeza: no Brasil é muito habitual lavarmos com água e sabão, já nos Estados Unidos, a limpeza é diferente e é muito comum o piso seguir a mesma composição da sala, com materiais que não podem receber grandes quantidades de água.

Dica da Helo: na sua casa possui ambiente integrados como sala incorporada à cozinha, área externa à sala? Para não errar, adote uma uniformidade e harmonia de cores e texturas na escolha dos acabamentos

 2.      Identifique a rotina da casa

Antes da pandemia, o cotidiano da maioria das pessoas era fora de casa. O novo normal trouxe um olhar mais apurado para nossos lares e os hábitos, em consequência, foram modificados. Avaliar os possíveis cenários fará você ter clareza na escolha dos acabamentos. Além disso, é importante captar as particularidades dos moradores. Alguns exemplos:

Você tem filhos, netos, ou pretende ter? E algum pet? Pessoa idoso ou com deficiência? 

3.      Reconheça o estilo que deseja

Dúvida comum ao pensar em decoração, é desafiador encontrar um estilo nas referências que buscamos em sites de inspiração. Gostamos de um item aqui, uma cor ali, um tecido dali, e assim por diante. O foco aqui é identificar a sensação que deseja em cada ambiente: aconchego, amplitude, diversão, acolhimento, limpeza, entre outros, e, com isso, escolher as tonalidades dos revestimentos. Lembre-se que é mais fácil trocar um item de decoração, como cadeiras, sofá, do que reformar a parede do banheiro novamente. 

Veja os estilos de decoração. Clique aqui

 4.      Onde escolher os revestimentos

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A infinidade de marcas e lojas revendedoras é gigante, assim como a variação de valores e o atendimento na hora da compra. Evite a escolha dos produtos pela internet ou catálogo. Se a opção é a compra por sites, sugiro a visita em uma loja física antes para olhar a cor, ver o acabamento e sentir a textura do material.

Revestimentos para trazer novos ares às casas
Divulgação

Revestimentos para trazer novos ares às casas

O atendimento em lojas de departamento ou em lojas especializadas em revestimentos ou com o auxílio de um profissional da área é fundamental para uma maior assertividade. Verifique se o fabricante é confiável, assim como o fornecedor.

 5.      Entenda a diferença de valores

Você entra em uma loja e vê dois pisos aparentemente iguais, só que um custa R$25,00 por m² e o outro R$80,00 por m². A diferença, visualmente, não existe, só muda a marca ou tamanho.

Assim como em qualquer área, sempre existirá diferenças de valores em produtos similares. É só ir ao supermercado e notar que na construção civil é muito similar. A qualidade do material é um dos principais fatores que determina essa variação, assim como a confiança na marca no mercado. Outros motivos para um preço menor são: variação nas dimensões das peças, tonalidades diversas no mesmo lote, peças envergadas, dificuldade de corte e, em consequência, maior perda de material na obra. 

Dica da Helo: se puder, livre-se do risco de obter materiais de qualidade duvidosa na sua obra. Isso afetará na durabilidade e na manutenção da sua casa.

6.      Saiba o clima da região que você mora

Em um país diversificado como o nosso, é imprescindível levar em consideração o clima da região em que você mora.

Em cidades com frio intenso na maior parte do tempo, a sensação de quentura nos ambientes sociais e íntimos é um convite ao aconchego. Opte por materiais como madeira, vinílico e laminado nas áreas sociais e íntimas da casa, mantendo os pisos frios somente nas áreas molhadas.

Já em locais predominantemente quentes, revestimentos frios é ideal para diminuir a sensação de calor em todas as áreas da casa, como exemplo: porcelanato, cerâmica, granito e mármore. 

Conhece outras dicas? Compartilhe suas ideias nos comentários.

Fonte: IG Mulher

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O desafio de permanecer no mercado de trabalho depois dos 50

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O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade
Marcos Santos/USP Imagens – 19.02.2016

O mercado de trabalho não costuma ser amigável com profissionais de meia-idade

Experiência, conhecimento na área, tempo de trabalho. Nada disso conta na decisão da maior parte das empresas na hora de escolher qual funcionário ou funcionária demitir para diminuir perdas, aumentar lucros ou, simplesmente, atingir metas. A partir dos 50 anos nos tornamos presas fáceis na hora do corte de vagas. Por isso, é cada vez mais comum vermos pessoas como nós engordando as estatísticas do desemprego no Brasil. Se por um lado somos jovens para a aposentadoria, por outro somos velhos (e caros) para o emprego formal.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que apenas a faixa etária de 50 anos e mais apresentou saldo negativo nos dois anos de pandemia de Covid-19. Em 2020, foram fechados quase 500 mil postos de trabalho ocupados por pessoas 50+. Enquanto em 2021 os dados começaram a melhorar para as outras faixas etárias, a nossa seguiu negativa com o fechamento de outros 76 mil vagas.

“A decisão das empresas é meramente econômica”, explica o gerontólogo Jorge Félix, professor da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em economia da longevidade. Um fator muito relevante nesta escolha, destaca, é o plano de saúde, que passa a ser mais usado a partir da meia-idade.

A ÚNICA ALTERNATIVA

A fragilização da segunda metade da carreira é um fenômeno do mundo globalizado. Segundo Jorge Félix, os países escandinavos resolveram melhor essa questão adotando uma legislação rígida para o mercado de trabalho. Entre as medidas implementadas pelos governos da Suécia, Noruega e Dinamarca estão a adoção de incentivos fiscais para empresas que mantêm empregados por mais tempo e limitações na rotatividade.

O cenário atual em um país como o Brasil é desafiador não apenas para governo e formuladores de políticas públicas, mas também para cada uma de nós. Mesmo os que já conseguiram se aposentar, como eu, não querem e, na maioria das vezes, não podem parar de trabalhar. Por isso, é necessário pensar no que fazer daqui por diante, caso você seja ou já tenha sido a bola da vez no corte anunciado pela empresa na qual trabalha ou trabalhou.

“Não tem saída”, diz Jorge Félix. “As pessoas vão ter que continuar estudando, se qualificando. Se a gente não se qualificar cada vez mais será mais difícil”, aconselha o professor da USP.

Esse é o momento, minha gente, de pensar em algo que você sempre quis fazer e nunca encontrou tempo para colocar em prática. Matricule-se naquele curso rápido, improvise, ouse. Atualize-se! Quem sabe assim, mesmo desempregada, você consegue continuar pagando a contribuição do INSS e as contas do mês que nunca param de chegar.

Assista à minha conversa com o professor Jorge Félix no Pirações da Meia-Idade.


Fonte: IG Mulher

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Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica

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Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica
Redação EdiCase

Tomadas: veja como posicioná-las de maneira segura e harmônica

A elétrica é um ponto fundamental para um projeto arquitetônico eficiente e seguro. A funcionalidade das nossas vidas atualmente é baseada em telas, computadores e os mais diversos tipos de eletrodomésticos, tornando ainda mais essencial a definição dos locais em que as tomadas serão inseridas, sem deixar de considerar a parte elétrica de uma residência.

Normas a seguir

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) dispõe de normas pré-estabelecidas que devem ser seguidas por arquitetos e designers de interiores na hora de escolher os pontos de tomadas. Além da inclusão de uma tomada a cada 3,5 m de parede, o órgão define três alturas ideais: baixa (por volta de 30 cm do chão), média (em torno de 1,20 m do chão) e alta (em torno de 2 m do chão).

Segundo a arquiteta Cristiane Schiavoni, do escritório Cristiane Schiavoni Arquitetura e Interiores, cabe ao arquiteto adequar as tomadas ao layout do projeto, sempre de olho nas necessidades, segurança e questões de ergonomia para que o dia a dia dos moradores seja mais prático e agradável.

De olho no planejamento

Na hora de programar a elétrica, Cristiane sugere fazer uma análise do layout, projeto de marcenaria , equipamentos e tudo que envolva a parte elétrica para que seja possível desenhar e posicionar as tomadas adequadamente. “Nesta hora, é ideal estar atento às normas da ABNT e saber quais são as necessidades do morador para aquele ambiente e como as tomadas serão usadas”, explica.

Após a análise, chegou a hora de chamar um profissional qualificado para colocá-la em prática. A arquiteta afirma que, dependendo do projeto, um eletricista capacitado consegue adequar as necessidades elétricas aos ambientes. Mas, há situações em que é preciso chamar um engenheiro elétrico para que seja feito o dimensionamento de cargas, além de uma avaliação específica do quadro de luz.

Como posicionar as tomadas dos quartos

Quando se fala em quartos, a palavra de ordem é conforto e praticidade. Neste ambiente, usamos boa parte de nossos eletrônicos e as tomadas devem ser posicionadas de uma maneira acessível para que deixe a rotina mais prática. “Trata-se de um ambiente em que é necessário deixar as tomadas de fácil acesso, sem que seja preciso puxar móveis para usá-las, por exemplo”, conta Cristiane.

A arquiteta indica posicioná-las acima da bancada da TV, da mesa de cabeceira ou ao lado de uma poltrona, definindo a altura e a posição adequadas. Dessa forma, os carregadores podem ser colocados e retirados com facilidade. “Outra dica bacana é apostar em tomadas com USB, que simplificam na hora de carregar nossos eletrônicos”, sugere.

A sala é um lugar em que se usa muitos equipamentos eletrônicos

Na sala, assim como no quarto, usamos muitos equipamentos fixos e portáteis como tablet, celular e notebook e, assim, devemos seguir a mesma proposta para o ambiente. “Eu sempre faço uma brincadeira em que imagino onde a pessoa vai sentar para ligar o notebook ou carregar o celular e qual será a melhor maneira de posicioná-la para que tenha fácil acesso”, conta Cristiane.

Planejamento para cozinhas

Na cozinha , as questões de segurança são indispensáveis na hora do posicionamento das tomadas. A instalação dos eletrodomésticos deve ser feita de acordo com o manual de cada um, que especifica questões como a potência e posição da tomada, além de especificações de segurança.

“Atenção também à espessura do fio, se ele for muito fino e a potência do equipamento é alta, ele pode esquentar e pegar fogo”, alerta a arquiteta. Nas tomadas que ficam acima da bancada, a arquiteta sugere ultrapassar um pouco o padrão de 1,20 m para evitar que fique próxima da torneira.

Para banheiros

No banheiro, a posição da tomada precisa ser adequada para um bom uso de aparelhos como secador de cabelo, chapinha e barbeador.

Tomadas e estética

Após definida a posição das tomadas, entramos na parte de execução e estética. “É preciso deixar tudo bem nivelado para que nenhuma caixinha de luz fique torta e, assim, combinar os acabamentos das tomadas com a estética do projeto em si”, indica Cristiane.

Segundo a arquiteta, os acabamentos das tomadas dão o toque final para um projeto harmônico e estilizado. “É possível escolher o tamanho, as cores e até a textura para que a peça faça parte de todo o projeto”, finaliza.

Por Beatriz Russo

Cristiane Schiavoni

Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (FAU-USP). Atua na área de arquitetura, decoração e reforma desde 1996 e hoje, o escritório que leva seu nome, tem mais de 20 anos de história, reunindo centenas de projetos dentro e fora do Estado de São Paulo.

Fonte: IG Mulher

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