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ETANOL/CEPEA: Indicador do hidratado reage; anidro recua

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Cepea, 22/02/2022 – Mesmo diante do mercado desaquecido, os preços do etanol hidratado subiram no mercado paulista. O Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado foi de R$ 2,8825/litro entre 14 e 18 de fevereiro, reação de 1,56% frente ao período anterior. Conforme apontam pesquisadores do Cepea, com compras já fechadas em períodos anteriores, distribuidoras do estado de São Paulo tiveram pouca necessidade de adquirir novos volumes no spot. Além disso, a postura firme da maior parte das usinas acabou limitando outras aquisições de distribuidoras. Já no caso do anidro, houve queda de 0,97%, com o Indicador CEPEA/ESALQ fechando em R$ 3,1752/litro. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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O Boletim do Suíno de julho está disponível no site!

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Cepea, 09/08/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje o Boletim do Suíno de julho de 2022.

Confira aqui a publicação!

Abaixo, alguns trechos:

Mercado em julho

Apesar do recuo nos preços do suíno vivo na segunda quinzena de julho, na média do mês, o preço do animal posto na indústria ainda superou a de junho, sendo também a quinta alta mensal consecutiva, em termos nominais.

Preços e exportações

As vendas externas dos produtos suinícolas in natura tiveram forte incremento de junho para julho. No entanto, o preço pago pela tonelada da carne brasileira no mercado internacional recuou.

Relação de troca e insumos

A queda no preço do milho e a valorização do suíno vivo entre junho e julho sustentaram, pelo quinto mês consecutivo, um cenário mais favorável ao produtor, à medida que manteve em recuperação o poder de compra do suinocultor frente ao insumo. No caso do farelo de soja, os valores registraram avanço, mas de forma menos intensa que o animal vivo, contexto que também resultou em melhora na relação de troca ao produtor.

Carnes concorrentes

Os preços médios de julho das carnes suína, de frango e bovina, todas comercializadas no atacado da Grande São Paulo, registraram altas frente aos de junho. O movimento de avanço nos valores da proteína suína esteve mais intenso, contexto que reduziu a competitividade desta carne frente às substitutas.

Fonte: CEPEA

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Estão disponíveis as agromensais de julho/2022

Publicado

Cepea, 09/08/2022 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, disponibiliza hoje as hoje as agromensais de julho de 2022.

Confira aqui!

Abaixo, alguns trechos das análises mensais:

AÇÚCAR: Em julho, agentes de usinas estiveram firmes nos valores ofertados para o cristal no mercado spot do estado de São Paulo, sobretudo para o Icumsa 150, que tem seguido com disponibilidade restrita nesta temporada 2022/23. Esse cenário deve permanecer no correr desta safra, uma vez que a maior parte da produção está comprometida com contratos internos e externos. As estimativas para a atual temporada são de queda de produção devido à seca que tem afetado as lavouras de cana-de-açúcar no estado de São Paulo nos dois últimos anos.
 
ALGODÃO: Depois da baixa expressiva de 22% em junho/22, a cotação do algodão em pluma recuou com menor intensidade em julho. Quanto às negociações, se mantiveram em ritmo lento. Com o avanço da colheita, do beneficiamento e da classificação dos lotes, produtores seguiram priorizando o cumprimento dos contratos a termo em detrimento dos negócios no spot, influenciados por incertezas quanto à produtividade da safra 2021/22 em algumas regiões.
 
ARROZ: Os preços do arroz em casca avançaram em julho, como reflexo das demandas interna e externa aquecida, além da restrição de oferta. De modo geral, houve dificuldade de compradores e vendedores em acordar o preço de negociação no Rio Grande de Sul.
 
BOI: Os fundamentos de mercado da pecuária nacional verificados ao longo dos últimos anos – oferta restrita no campo e exportações registrando bom desempenho – chegaram a levar os preços da arroba do boi gordo a operarem acima dos R$ 350 (em março deste ano) no estado de São Paulo. Ainda que os valores sigam elevados – na casa dos R$ 320,00 no mercado paulista –, tais fatores já não têm sido suficientes para sustentar os preços acima dos R$ 330.

 
CAFÉ: As cotações domésticas do café arábica terminaram julho em queda. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou a R$ 1.300,89/sc de 60 kg no dia 29, recuo de 60,31 Reais/sc (ou de 4,4%) em relação a 30 de junho. A pressão veio tanto da queda dos valores externos do grão como do avanço da colheita da safra 2022/23 no Brasil.

 
ETANOL: Os preços dos etanóis hidratado e anidro recuaram no mercado paulista em julho, em função dos movimentos pontuais de agentes do mercado e ainda de algumas incertezas quanto à questão tributária que foram definidas ao longo do período. 

 
FRANGO: Os preços da carne de frango subiram em julho, com recuperação frente ao movimento de queda verificado em maio e em junho. O aumento nos preços é pautado principalmente pela baixa disponibilidade interna de carne de frango devido aos embarques elevados e ao maior consumo da população, que procura proteínas mais baratas por conta da forte inflação. 

 
MILHO: Os preços do milho recuaram na maior parte do mês de julho. Com o avanço da colheita na maioria dos estados e estimativas oficiais indicando oferta recorde na temporada 2021/22, os valores cederam, registrando, em algumas praças, os menores patamares desde o início do ano passado. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa chegou a registrar R$ 80,06/sc de 60 kg no dia 22, o menor valor nominal desde 30 de dezembro de 2020. 

 
OVINOS: O mês de julho foi marcado por movimentos distintos dos preços do cordeiro vivo entre os estados acompanhados pelo Cepea. Enquanto no Paraná e no Rio Grande do Sul a oferta restrita de animais (devido ao período de entressafra) ajudou a impulsionar os valores, em São Paulo e Mato Grosso, a baixa liquidez nas negociações e a demanda desaquecida pressionaram as cotações. Já em Mato Grosso do Sul, o preço ficou estável. Segundo colaboradores do Cepea, mesmo nas regiões onde houve valorização, as vendas estiveram abaixo do esperado.

 
SOJA: Os preços do farelo de soja subiram no Brasil e nos Estados Unidos em julho. Essa alta esteve atrelada à crise econômica na Argentina, que gerou especulações de menor oferta do derivado para exportação – vale lembrar que a Argentina é a principal exportadora mundial de farelo e óleo de soja. Esse cenário elevou a expectativa de aumento das exportações de farelo de soja do Brasil e dos Estados Unidos. Inclusive, o Brasil esteve em negociações com a China em julho, a fim de abrir o mercado daquele país ao produto nacional, o que, se acontecer, deve elevar a disputa chinesa com a União Europeia, que, atualmente, é a principal consumidora do derivado brasileiro.

 
TRIGO: Os agentes do setor tritícola se mantiveram focados nas atividades de campo em julho, tanto na colheita e no clima no Hemisfério Norte quanto nas projeções de safra e plantio para o Hemisfério Sul. Para o Brasil, a Conab reajustou positivamente as estimativas de área, produtividade e produção na temporada deste ano (2022/23), que deve começar oficialmente neste mês de agosto. A colheita está prevista em 9,03 milhões de toneladas, um recorde e 17,6% superior à da temporada anterior (2021/22)..

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações: [email protected] e (19) 3429 8836.

Fonte: CEPEA

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