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Cachorra queimada viva agora dá apoio a vítimas de violência doméstica

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Denali deu a volta por cima e oferece apoio a humanos mesmo após sofrer maus tratos
Reprodução/Fox News

Denali deu a volta por cima e oferece apoio a humanos mesmo após sofrer maus tratos

A simpática cachorra Denali passou por um trauma muito grande que poderia ter custado a própria vida. Queimada viva pela esposa do antigo dono, a cachorra teve muitos ferimentos e carrega algumas cicatrizes até hoje. No entanto, ela transforma a dor em apoio para outros humanos.

De acordo com a Fox News, Denali foi vítima de maus tratos e, em agosto de 2018, Brandi Corrigan colocou gasolina na cachorra e ateou fogo na casa em que viviam com ela dentro. A mulher, que cumpre pena de oito anos de prisão, fez isso para provocar o marido, que adorava Denali, em meio a uma disputa doméstica.

“Há alguns pontos nas costas dela em que é possível ver as queimaduras mais profundas”, afirma Karey Burek, que adotou Denali há três anos. “Ela passou por muita coisa. Vê-la nas fotos de antes e o qunto ela foi abusada e queimada. Ela superou isso com felicidade e perdão, balançando o rabo e feliz em ver as pessoas”.

“Ela é muito feliz, tanto qeu você consegue ver o corpo todo dela se mexer quando ela balança o rabo”, acrescenta Burek sobre Denali.

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Agora, essa felicidade contagiante da cachorra ajuda pessoas que foram vítimas de abuso, como idosos, estudantes, pessoas com deficiência ou necessidades especiais e ainda passageiros de avião. Burek explica que Denali vai ao aeroporto uma vez por semana para visitar novos viajantes e funcionários.

No entanto, a mulher explica que as pessoas mais visitadas são sobreviventes de violência doméstica. De acordo com Burek, a situação em que Denali esteve e o amor que nutre por humanos hoje pode inspirar outras vítimas.

“Algo que ouço muito é que ela ainda ama as pessoas, mesmo que uma pessoa tenha feito o que fez com ela, e Denali não perdeu seu espírito ou sua bondade”, afirma Burek.

Fonte: IG PET

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Guia de Raças: conheça o Cesky Terrier, o cachorro raro e com franja

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O Cesky Terrier é uma raça de cão conhecida por ter uma franja que nasce da testa
Pixabay

O Cesky Terrier é uma raça de cão conhecida por ter uma franja que nasce da testa

A raça Cesky Terrier, também conhecida como Bohemian Terrier, é originária da República Tcheca e é o resultado de um cruzamento entre outras duas raças: um Sealyham Terrier macho e uma Scottish Terrier fêmea.

O objetivo do cruzamento , idealizado pelo geneticista tcheco Frantisek Horak, foi o de criar uma raça de Terrier de caça que tivesse peso leve, membros curtos, que fosse bem pigmentada, com orelhas caídas, além de ser fácil de tratar e de treinar.

A ideia de Horak era criar uma raça que conseguisse caçar verozmente como um verdadeiro terrier, mas também trabalhar em matilhas como cães de caça de porte maior  e, ao mesmo tempo, ser gentil e obediente em casa, como os retrievers .

Para atingir a pelugem específica , há alguns historiadores que afirmam que o geneticista utilizou também as raças  Dandie Dinmont Terrier e Dachshund de pelo duro.

A pelagem fina e sedosa vem em vários tons de cinza, incluindo uma platina deslumbrante. Pelos faciais ondulados dão a Ceskys um visual esportivo e continental, e o pescoço médio-longo dá uma pitada de elegância a esses terriers. Os machos costumam medir 29 cm e as fêmas 27 cm.

Os Ceskys foram reconhecidos oficialmente pela Federação Cinológica Internacional em 1963 e importados pela primeira vez para os Estados Unidos no final de 1980. A raça foi admitida no American Kennel Club (AKC) – um dos maiores clubes de registro genealógico de cães de raça pura do mundo – em 2011. 

A personalidade do Cesky Terrier

O Cesky Terrier é um companheiro inteligente que gosta de brincadeiras, além de ser aventureiro. É ótima companhia para as crianças e também de caminhada. Eles são tenazes, mas um pouco mais descontraídos e dóceis do que o terrier padrão.

Embora a raça seja determinada e guiada pelo instinto de caça às presas, ela tem um comportamento mais maduro do que um terrier típico.

São desconfiados com estranhos e protetores com os entes queridos, o que os tornam bons  cães de guarda , o que é facilitado com a capacidade ágil que eles têm de treinamento e a vontade natural de querer agradar.

O grande problema é que eles são uma uma raça escassa, que conta com cerca de 600 animais vivendo nos Estados Unidos, de acordo com o American Kennel Club. 

Cuidados básicos com a higiene

Aparar o pelo de um Cesky Terrier exige um tosador profissional de confiança pelo fato da raça ser escassa e muitos especialistas em tosa nem sequer terem visto um na vida.

A pelagem da raça não costuma soltar muita sujeira, então é preciso dar banhos regulares. Um ponto de atenção são os pelos nas orelhas, que costumam ser fartos e, por consequência, precisam ser aparados regularmente para evitar  infecção na região.

E é claro, o charme está nos pelos que crescem na região próxima da testa e que dão um ar diferenciado para a raça com uma franja única. Contudo, é importante prestar atenção se esse pelo não vai atrapalhar a visão do animal ou incomodar os olhos.

Cuidados básicos com a saúde

Esta raça apresenta alguns problemas genéticos devido ao cruzamento que a deu origem, como joelhos escorregadios, problemas cardíacos, atrofia progressiva da retina e catarata.

Muitos sofrem também com um problema neurológico conhecido como Scotty Cramp, um distúrbio que faz com que o cão tenha espasmos, afetando seu movimento, mas que não representa risco de vida.

Para garantir que o seu pet terá toda a ajuda sempre que precisar, o iG Pet Saúde conta com planos que incluem visitas de rotina, internações, cirurgias, aplicações de vacinas e muito mais.  Conheça todas a vantagens de se ter um plano de saúde pensado especialmente para deixar o seu pet feliz!

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Fonte: IG PET

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Taurina reforça sistema imunológico e pode retardar envelhecimento

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Gatos têm mais necessidade de reposição de taurina do que outros animais.
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Gatos têm mais necessidade de reposição de taurina do que outros animais.

A taurina é um aminoácido que no organismo pode ser encontrada em diferentes tecidos e órgãos, auxiliando diretamente no fortalecimento do coração e dando suporte ao fluxo sanguíneo saudável, além de ter efeito antioxidante nas membranas celulares.

Um estudo recente apontou que o aminoácido é capaz de retardar o envelhecimento . A pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) envolveu 24 voluntárias, entre 55 e 70 anos de idade, que foram divididas de forma aleatória em dois grupos.

Metade das participantes consumiu três cápsulas diárias com 500 miligramas de taurina cada (1,5 grama por dia) durante 16 semanas. O outro grupo ingeriu apenas cápsulas contendo amido de milho (placebo). Nem as participantes ou os pesquisadores sabiam a que grupo cada uma pertencia.

Amostras de sangue coletadas antes e ao final da pesquisa apontaram um aumento de quase 20% na concentração da enzima superóxido dismutase (SOD) no grupo que recebeu taurina, enquanto que no outro essa enzima diminuiu 3,5%. A SOD protege a célula das reações danosas do radical superóxido, o que tem como um dos resultados o retardamento do envelhecimento.

O estudo ainda está em sua fase inicial e avalia a dosagem certa, além dos possíveis efeitos colaterais – que não foram observados em nenhuma das voluntárias. 

Aminoácido é importante principalmente para gatos 

Na natureza, a taurina está presente somente em alimentos de origem animal, como carne e aves, especialmente vísceras, como fígado, coração e rim, frutos do mar e ovos. No entanto, é difícil obter a quantidade diária recomendada apenas com a dieta.

Por se tratar de um nutriente essencial, principalmente para gatos, – quando tratamos de pets -, é possível repor a suplementação desse aminoácido de forma sintética. Para a médica veterinária Mayara Baller, a dieta mix feeding – que combina alimento caseiro com ração -, quando oferecida ao pet sem acompanhamento médico – pode acarretar na deficiência do aminoácido.

“Essas dietas geralmente são produzidas pelos tutores em casa e dificilmente acompanhadas por um médico veterinário ou zootecnista. Aí mora o grande perigo, pois sem acompanhamento o tutor não tem a certeza que a alimentação atende às necessidades nutricionais do animal”, afirma a médica veterinária.

A deficiência de taurina no organismo pode causar uma série de problemas, entre eles disfunção imunológica, perda de audição, degeneração da retina central até a completa cegueira e também Cardiomiopatia Dilatada (CMD) – doença degenerativa do músculo cardíaco.

Segundo a especialista, é importante que o tutor ofereça refeições completas, além de providenciar suplementação adequada de acordo com as exigências nutricionais relacionadas à idade e raça. 

“É importante sempre estar atento aos rótulos dos produtos oferecidos, certificando-se que ali estão os nutrientes necessários. Além de, claro, sempre consultar um profissional da área”, afirma. 

Além de problemas no coração, o alto déficit de taurina no organismos de gatos pode causar cegueira total, entre outros problemas
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Além de problemas no coração, o alto déficit de taurina no organismos de gatos pode causar cegueira total, entre outros problemas

A médica veterinária e gerente de produtos pets Marina Tiba explica que os organismos produzem a taurina de forma endógena quando há déficit, ou seja, o próprio organismo origina o aminoácido a partir de um tecido interno de um órgão. A questão é que os felinos fazem a produção sintética de forma insuficiente, o que traz a necessidade de reposição.

“Por isso a reposição é considerada essencial para gatos, mas não necessariamente para as demais espécies. Além disso, gatos são considerados animais carnívoros restritos e a dieta ancestral supria esta demanda de aminoácidos, o que não acontece mais com a alimentação de ração”, explica a veterinária.

A especialista conclui descrevendo os problemas específicos que a deficiência de taurina pode causar em gatos.

“Degeneração central de retina, anormalidades reprodutivas em fêmeas como alta incidência de reabsorção fetal, abortos, baixo peso ao nascer, baixa expectativa de vida nos filhotes, indução de cardiomiopatia miocárdica e comprometimento da função imunológica”, diz Marina, que acrescenta com alguns problemas que podem ocorrer em cães, caso haja a deficiência.

“Em cães, este déficit tem baixa frequência, porém em condições de baixos níveis do aminoácido pode os predispor à cardiomiopatia miocárdica em raças de porte grande”, finaliza.

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Fonte: IG PET

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