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Gêmeas que namoraram dono da “Playboy” revelam abusos e aborto

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Karissa e Kristina Shannon foram coelhinhas da
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Karissa e Kristina Shannon foram coelhinhas da “Playboy”

As gêmeas Karissa e Kristina Shannon, ex-coelhinhas da Playboy, deram um depoimento bombástico sobre como era a relação com o Hugh Hefner, dono da marca. Ao Sunday Mirror, elas revelaram terem sido abusadas pelo magnata e pretendem processar a gigante de revistas eróticas.

“Hef agia como se fosse seu dono. Se infringíssemos as regras, seus guardas nos arrastavam para nosso quarto e não nos deixavam sair. Hef chamou de ‘prisão HMF’, com suas iniciais. Ele atacava jovens vulneráveis como nós. Ele oferecia o mundo e depois o mantinha preso em casa”, disse Kristina.

As irmãs comentaram que foram atraídas por Hefner aos 19 anos, que fomentava reuniões que acabavam em sexo grupal e alto consumo de drogas. Karissa também revelou que engravidou de Hefner quando ele tinha 83 anos – e se sentiu “como se estivesse carregando o filho do diabo”. Ela fez um aborto sem que o magnata soubesse.

“Quando Hef morreu, parte de nós se sentiu triste, mas outra parte disse: ‘Que bom que ele morreu, não mais garotas serão arruinadas como nós fomos’. Eu achava que a Playboy era uma grande família – agora posso ver que era uma mentira”, complementou Kristina.

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As gêmeas, agora com 32 anos, planejam processar a Playboy alegando sofrimento emocional e trauma.

“Nós éramos Playmates, empregados, e tudo aconteceu na mansão, então queremos ir atrás deles. Estamos nos manifestando porque queremos que as pessoas saibam quem ele realmente era e o que estava acontecendo a portas fechadas”, finalizou Kristina.

Hefner morreu em 2017, aos 91 anos, de causas naturais.

Fonte: IG Mulher

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Flacidez pós-parto: veja como combater

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Flacidez pós-parto: veja como combater
Redação EdiCase

Flacidez pós-parto: veja como combater

Será que meu corpo vai voltar ao normal? Essa é uma pergunta frequente no consultório, quando a mulher está no período da gestação ou do pós-parto. Entre as aflições mais comuns das gestantes estão a flacidez, as estrias e o ganho de peso.

O que é flacidez?

Para entender o que é a flacidez, devemos pensar que nossa pele é como um elástico formado de colágeno e elastina. Quando esse elástico é esticado além de sua capacidade de suportar, surge a flacidez. E, quando ocorre a ruptura de suas fibras, temos as estrias.

Como evitar a flacidez ?

Os cuidados para evitar a flacidez no pós-parto devem começar durante a gestação. Entre eles, destacam-se: evitar o ganho excessivo de peso, ter uma alimentação rica em proteínas, manter uma boa hidratação da pele, usar roupas que garantam uma boa sustentação e torcer para que a genética nos favoreça.

O que fazer se ela aparecer?

Contudo, muitas vezes, mesmo com todos os cuidados, a flacidez aparece. E agora? Hoje em dia temos muitos tratamentos ao nosso alcance e, quanto mais precocemente iniciarmos, melhor será o resultado. O objetivo dos tratamentos é estimular a produção de colágeno e elastina, e assim melhorar a sustentação da pele. Podemos dividir os tipos de tratamento em domiciliar e o realizado em consultório.

Tratamentos domiciliares

Nos tratamentos domiciliares destaca-se o uso de cremes à base de ácido retinóico ou, ainda, vitamina C. Apesar da correria com o bebê, não devemos nos esquecer de manter uma hidratação profunda da pele com emolientes, silanóis, D-pantenol, ceramidas, entre outros. Uma alimentação equilibrada e rica em proteínas continua sendo imprescindível para voltar mais rapidamente ao peso ideal.

Atividades físicas contra a flacidez

Outro recurso útil é o uso de cintas elásticas para garantir mais sustentação ao abdome e melhorar a postura. Além disso, assim que for liberada pelo ginecologista, a mãe deve tentar voltar às atividades físicas, dando atenção especial aos famigerados exercícios abdominais, pois, à medida que a flacidez muscular diminui, a aparência geral da pele melhora.

Tratamentos no consultório médico

Entre os tratamentos realizados em consultório que podem ser iniciados durante a amamentação destacam-se os peelings (com ácidos ou com cristal), a microdermoabrasão, a radiofrequência, o microagulhamento e os lasers.

Por Meire Gonzaga

Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, preceptora do Curso de Pós-Graduação em Cosmiatria da Faculdade de Medicina do ABC e consultora dermatológica do FEMME Laboratório da Mulher.

Fonte: IG Mulher

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Escócia escolhe homem para ser a voz de projeto de dignidade menstrual

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Jason Grant foi escolhido para dar palestra em projeto sobre  dignidade menstrual
Reprodução/ Gayle McIntyre

Jason Grant foi escolhido para dar palestra em projeto sobre dignidade menstrual

A recente escolha do governo escocês para quem vai estar à frente de um projeto sobre dignidade menstrual gerou controvérsia no país. Jason Grant, um homem cis, que não é um profissional de saúde, foi escolhido para dar palestras para mães e meninas sobre menstruação, o que levantou o debate por aqueles que acreditam que o cargo deveria ser ocupado por uma mulher. 

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Críticos da decisão consideraram o ato mansplaining, termo em inglês sobre a prática de homens de tentarem explicar assuntos para mulheres que elas já dominam, muitas vezes menosprezando o intelecto feminino. Entre os que se manifestaram, a famosa ex-campeã de Wimbledon, Martina Navratilova, declarou que a escolha era ridícula, enquanto a jornalista Susan Dalgety questionou em como essa decisão poderia ser vista como uma boa ideia. 

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“Nós (mulheres) já tentamos explicar aos homens como se barbear ou como cuidar da próstata ou qualquer outra coisa? Isso é um absurdo”, disse Navratilova. 

“Não tenho ideia de como alguém achou ser uma boa ideia nomear um cara”, questiona Dalgety.

Entretanto, Jason Grant  defendeu em um anúncio oficial, que um homem assumir o cargo como porta-voz do projeto ajudará a quebrar bairreiras e a criar uma discussão mais aberta sobre o tema.  

“Acho que ser homem me ajudará a quebrar barreiras, reduzir o estigma e incentivar discussões mais abertas. Apesar de afetar as mulheres diretamente, os períodos menstruais são um problema para todos”, declarou Grant. 

No entanto, para ativistas da causa feminista, além de Grant não ter o conhecimento teórico sobre o período menstrual, ele também não tem a vivência desse momento. Além disso, muitas também afirmam ser importante as mulheres estarem à frente de suas narrativas. 

“Além da sátira, Jason chega ao papel com formação e experiência variadas, exceto a experiência de ter menstruado. É impossível desestigmatizar a menstruação ignorando o conhecimento das mulheres sobre nossos próprios corpos”, afirma a ativista escocesa Claire Heuchan. 

Fonte: IG Mulher

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