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Tarifa branca pode reduzir conta de luz; saiba se vale a pena

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Conta de luz
Fernanda Capelli

Conta de luz

O verão chegou e com ele também veio o calorão que vem tirando o sossego dos cariocas. Isso porque os consumidores estão tentando buscar um equilíbrio entre como conviver com o tempo quente, ao ligar mais o ventilador e o ar-condicionado, e o valor pago na conta de luz.

Em tempos de bandeira vermelha, o que deixa a conta mais cara, optar pela tarifa branca pode ser uma opção para alguns, alerta o especialista em finanças, André Aragão.

A tarifa branca foi um benefício criado no primeiro trimestre de 2018 com a ideia de preços alternativos para a energia elétrica, dependendo do horário do dia e é indicada para pequenas empresas e pessoas que consomem mais de 250 kWh por mês. “Essa tarifa é aconselhável para quem faz o maior uso de luz nos horários antes das 18h (o horário de pico como é mais conhecido). Nesses casos, quem optar por essa tarifa pode gerar uma economia de até 15% no valor da conta de luz”, explica.

Basicamente, a diferença entre a tarifa branca e as demais é o valor do quilowatt hora. Se o consumidor paga R$0,594 por kwh em qualquer horário, quando esse mesmo consumidor aderir à tarifa branca ele passará a pagar R$0,499 kwh no período “fora de ponta”, R$0,724 no “intermediário” e R$1,115 na “ponta”. “Conseguindo manter o consumo no período fora de ponta, resultará em redução no valor da conta”, diz Aragão.

Atualmente, a Light possui 3.912 clientes cadastrados na Tarifa Branca em sua área de concessão. A empresa é responsável pela distribuição de energia elétrica de 31 municípios do estado do Rio.

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Como aderir

Para aderir à Tarifa Branca, o consumidor precisa entrar em contato com a distribuidora de energia e solicitar a troca do medidor. É um processo gratuito e leva em média 30 dias para fazer a mudança.

Entretanto, mais uma vez, Aragão alerta que para a troca valer a pena é preciso ficar atento aos seus hábitos de consumo de energia. “O maior risco é o consumidor não conseguir realizar a alteração dos seus hábitos, é preciso que o maior foco de consumo de energia seja realizado no período de tarifa mais barata. Se os hábitos não alterarem, o valor da conta não diminuirá e a conta pode chegar ainda mais alta. Conheça primeiro os seus hábitos, analise com calma a forma que você consome energia. Tenha em mente de que precisará trocar o horário do banho, de passar a roupa, acender luzes, lavar a roupa. Se for possível ter uma flexibilidade de horário para realizar as tarefas, respeitando os horários estipulados pela companhia de energia, dá para economizar com a conta de luz. Vale lembrar também que é uma boa opção para empresas que não funcionam à noite, que podem desligar os aparelhos ou que consumam baixa energia”, diz.

Quem pode aderir

A tarifa branca está disponível a clientes faturados em baixa tensão de qualquer faixa de consumo, com algumas exceções: consumidores beneficiados com a tarifa social de energia elétrica; Os enquadrados na classe de iluminação pública; a Consumidores telemedidos, atendidos com o Sistema de Medição Centralizada (SMC).

Divisão por horários

  • Na tarifa branca, um dia é dividido em três faixas de horário:
  • Horário de ponta (das 17h30 às 20h30): quando o valor da energia é o mais caro;
  • Horário intermediário (das 20h30 às 22h30):quando o valor da energia é mais alto que o convencional;
  • Horário fora de ponta (até as 17h30 e a partir das 22h30):quando o valor da energia é mais barato que o convencional.
  • Nos feriados nacionais e finais de semana, o valor para todas as horas do dia é consideradofora de ponta.

Vantagem X desvantagem

A tarifa branca só será vantajosa para quem conseguir reduzir ou, até mesmo, “deslocar” o consumo de energia do horário de ponta para o fora de ponta. Caso contrário, a opção pela tarifa branca poderá resultar emaumento no valor da conta de luz.

Tarifa branca não é bandeira tarifária

Enquanto a tarifa branca é uma modalidade tarifária opcional, que depende de novos hábitos de consumo, a bandeira tarifária é obrigatória e definida pela Aneel. Ou seja, sem escolha do consumidor.

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Quais as ações com menores rendimentos de janeiro até agora?

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Quais as ações com menores rendimentos de janeiro até agora?
Ivonete Dainese

Quais as ações com menores rendimentos de janeiro até agora?

O ano começou interessante para vários papéis na B3, considerando o fluxo de capital estrangeiro batendo volumes animadores. Contudo, algumas ações não tiveram bons desempenhos nestes primeiros cinco meses de 2022.

As varejistas, por exemplo, perderam força, mas agora já dão sinais mais positivos. As projeções de Capex para o segundo semestre, bem como outras projeções mais relevantes, já pesam nos papéis negociados na B3.

De 01 de janeiro deste ano até o último dia 24, o Banco Inter (BIDI11) liderou o ranking do buscador de investimentos Yubb.

Acompanhe o Ranking dos desempenhos mais negativos

Banco Inter (BIDI11) com resultado em -49,14%;

Locaweb (LWSA3) em -48,86%:

Magazine Luiza (MGLU3) em -48,75%;

Embraer (EMBR3) em -48,31%;

Alpargatas (ALPA4) em -43,92%;

Via (VVAR3) em -42,67%;

Méliuz (CASH3) em -40,43%;

BRF (BRFS3) em -36,81%;

Hapvida (HAPV3) em -35,55%

Natura (NTCO3) em -32,60%

Para Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, é importante se atentar ao panorama econômico global e à realidade brasileira. “Vivemos um cenário de instabilidade econômica generalizada. Nessa volatilidade, o desafio do investidor é diversificar a carteira, sempre visando a renda fixa como conservação do patrimônio e a renda variável para crescimento, mas sempre acompanhando as notícias do mercado”, pontua.

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Petrobras volta a alertar sobre risco de desabastecimento de diesel

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Petrobras volta a alertar sobre risco de desabastecimento de diesel
Ivonete Dainese

Petrobras volta a alertar sobre risco de desabastecimento de diesel

A Petrobras já vinha alertando a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Ministro das Minas e Energia (MME) há dois meses sobre o risco de faltar diesel no Brasil. Como não obteve resposta, disse uma fonte, a estatal decidiu nessa última semana enviar ofícios de forma oficial tanto para ANP quanto para o MME.

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No documento, ao qual o GLOBO teve acesso, datado da última quarta-feira (25), a estatal diz para ANP que “há elevado risco de desabastecimento de diesel no mercado brasileiro no segundo semestre de 2022”. Uma fonte do setor lembrou que o ofício foi uma forma de exigir um posicionamento sobre o tema.

O GLOBO já vem relatando o risco ao longo da última semana. Antes de ser demitido do cargo de presidente da Petrobras, José Mauro Coelho já havia apresentado ao MME documento em que alertava para a possibilidade de falta do combustível no auge da safra de soja, se não houvesse sinalização clara de que os preços cobrados pela empresa seguirão os do mercado internacional.

A estatal cita que a guerra na Ucrânia vem gerando uma falta do produto em todo o mundo, com estoques no nível mais baixo em dez anos na Europa e Ásia. “A Petrobras manifesta a sua preocupação e propõe ao MME e ANP que, no uso de suas atribuições e competências, avaliem ações estruturadas visando à segurança do abastecimento nacional de óleo diesel no diesel no segundo semestre de 2022”, informou o ofício.

Uma fonte da alta administração da empresa lembrou ainda que a estratégia do governo é deixar o tema em segundo plano, já que se optou por mudar o comando da estatal de forma a evitar novas altas, estimulando a importação por parte de outras empresas.

Além da Guerra na Ucrânia, com menor exportação da Rússia, a estatal cita o risco de indisponibilidade de refinarias no Golfo do México por conta da temporada de furacões. Analistas lembram ainda do início da safra e aumento da demanda no segundo semestre.

A companhia destacou ainda que haverá mais parada programada nas refinarias no segundo semestre, o que impossibilita aumento de produção de diesel e gasolina no país.

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