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Saúde

Em 24 horas, o Brasil registrou mais 135.080 casos de covid-19

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Em 24 horas, o Brasil registrou mais 135.080 casos de covid-19. Desde o início da pandemia, o país  tem 24.044.255 casos de covid-19 acumulados.

Ainda há 1.571.613 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Os dados compilados pelas secretarias e pelo Ministério da Saúde apontam 623.097 mortes em decorrência de complicações da covid-19. Em 24 horas, foram confirmados 296 óbitos.

No total, foram 21.849.545 pessoas recuperadas, o que representa 90,9% dos casos.

Os dados estão no balanço divulgado neste domingo (23) pelo Ministério da Saúde. A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Estados

Segundo o balanço, o estado com maior número de mortes por covid-19 é São Paulo (156.493), seguido por Rio de Janeiro (69.677), Minas Gerais (56.962), Paraná (40.988) e Rio Grande do Sul (36.640).

Os estados com menos óbitos resultantes da pandemia de covid-19 são Acre (1.857), Amapá (2.036), Roraima (2.086), Tocantins (3.983) e Sergipe (6.074).

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 23/01/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 139 óbitos e 40.633 casos de covid-19 em 24h

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Índices da covid-19 estão em alta no Brasil
Tomaz Silva/Agência Brasil – 06.10.2021

Índices da covid-19 estão em alta no Brasil

Nesta sexta-feira, o Brasil chegou as 30.921.145 infecções confirmadas e 666.319 óbitos relacionados à covid-19. Nas últimas 24h, o país registrou 40.633 novos casos, e 139 mortes.

A média móvel de casos continua em tendência de alta, em comparação à última semana. Na sexta-feira passada (20), o índice fechou em 13.953, hoje, é de 22.676, um aumento de 62%. Esse é o maior número desde 5 de abril.

A média móvel de óbitos também subiu. Dos 102 registrados no dia 20, pulou para 118, aumento de 15%.

Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo apontam para um aumento de 48,7% nas internações por covid-19. Desde o fim de abril, o estado, assim como o país, passava por um cenário de estabilização, e agora vê o aumento nos indicadores da doença.

Fonte: IG SAÚDE

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Canabinóides auxiliam nos cuidados de doenças neurológicas, diz estudo

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Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis
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Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis

Estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que o canabinóide, substância que pode ser encontrada em plantas do gênero cannabis, podem auxiliar no tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas. A descoberta foi feita por pesquisadores do Laboratório de Neuroproteômica, do Instituto de Biologia (IB), e publicada hoje (27) na revista European Archives of Psychiatry and Clinical Neurosciences.

“A gente sabe muito sobre o efeito dos canabinóides, endocanabinoides ou sintéticos sobre os neurônios. Estamos aprendendo agora que essas substâncias também atuam sobre as células da glia”, diz Daniel Martins-de-Souza, um dos pesquisadores.

Ele explica que o nome glia significa cola em grego, porque, no passado, os pesquisadores achavam que essas células ligavam os neurônios uns nos outros, funcionando apenas como células de suporte. Nas últimas duas décadas, no entanto, estudos mostraram que elas praticam funções importantes no cérebro.

A pesquisa analisou a interação de uma dessas células da glia, chamada oligodendrócito, com os canabinóides. O oligodendrócito é responsável por produzir a bainha de mielina, que faz o “encapamento” dos axônios, que são o meio de comunicação entre os neurônios.

“Para o neurônio conseguir conversar com outro por meio de impulsos elétricos, ele precisa de um encapamento no fio, vamos assim dizer”, explica o estudioso, comparando com os fios de um poste de energia elétrica.

Falhas nas células da glia podem causar doenças. “A bainha de mielina é destruída, por exemplo, na esclerose múltipla, eventualmente até na doença de Alzheimer. Então, a bainha de mielina é bastante importante para que o neurônio funcione. A gente sempre teve uma visão muito neurocêntrica, ou seja, muito da importância do neurônio no cérebro, mas ele não vai funcionar bem se as células acessórias dele também não funcionarem, como é o caso do oligodendrócito”, acrescenta Martins-de-Souza.

Com a análise in vitro, os pesquisadores viram que os canabinóides promovem a proliferação dos oligodendrócitos. “Todas as eventuais doenças que têm perda de oligodendrócitos poderiam se beneficiar”, afirma o especialista.

Ele destaca que estudos com animais e humanos devem confirmar esses dados. A pesquisa também mostrou que, com os canabinóides, os oligodendrócitos amadurecem melhor. “Isso abre novas avenidas pra gente investigar potenciais tratamentos de doenças.”

Depressão e esquizofrenia são outras doenças que podem se beneficiar dessa descoberta.

O que são canabinóides

Além do canabinóide extraído de plantas do gênero cannabis, o canabidiol, o próprio organismo humano produz a substância, chamada endocanabinóide.

“Foi descoberto que os compostos da cannabis se ligam a receptores no cérebro, que passaram a ser conhecidos como receptores canabinóides. O que a gente descobriu a posteriori é que o nosso organismo produz substâncias que interagem com esses mesmos receptores. Tudo isso é chamado de canabinóide”, explica o pesquisador.

O estudo, portanto, utilizou tanto compostos extraídos de plantas do gênero cannabis, como o canabidiol, o endocanabinóide, quanto sintéticos.

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Fonte: IG SAÚDE

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