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Senador Omar Aziz é diagnosticado com Covid-19: “Estou assintomático”

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Senador Omar Aziz (PSD-AM)
Jefferson Rudy/Agência Senado

Senador Omar Aziz (PSD-AM)

Nesta sexta-feira (21), o  senador Omar Aziz (PSD-AM) informou que testou positivo para a Covid-19, em publicação nas redes sociais. O parlamentar disse estar sem sintomas da doença após ter tomado “todas as doses da vacina” e que, mesmo com os cuidados necessários, contraiu o vírus.

“Amigos, mesmo com as medidas de precaução e distanciamento contrai COVID. Tomei todas as doses da vacina e estou assintomático. Vou cumprir quarentena como determinam as autoridades médicas. Um bom dia e abraços a todos”, escreveu.





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O senador presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no ano passado, que ouviu integrantes do governo, empresários, ex-ministros, deputados, médicos e cientistas. A Comissão tinha o objetivo de investigar supostas omissões e irregularidades nas ações do governo federal durante a pandemia no Brasil. 

A CPI foi instaurada no Senado Federal em 27 de abril de 2021 e finalizada em 26 de outubro do mesmo ano , durando 5 meses e 29 dias. No documento final, feito pelo então relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), a Comissão pediu o indiciamento de 78 pessoas , incluindo o do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de duas empresas.

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Lira afirma que a Câmara cumpre seu papel de tentar tirar a pressão inflacionária sobre a população

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Acervo Câmara dos Deputados
Arthur Lira preside a sessão do Plenário
Lira acredita que a proposta sobre ICMS da energia terá celeridade no Senado

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a Casa tem focado suas votações para diminuir a pressão inflacionária que atinge a população. Segundo ele, a aprovação do projeto que torna energia e combustíveis serviços essenciais mostra que os deputados têm feito sua parte. Lira destacou que a limitação de cobrança de até 17% de ICMS sobre esses serviços pode acarretar uma redução de até 1,3% no índice inflacionário. As afirmações foram feitas em entrevista à Rádio Bandeirantes nesta sexta-feira.

“O que vimos na Câmara? Vimos discursos polarizados, mas é um projeto tão simples, porque cabe ao Legislativo legislar por lei complementar e dizer quais são os bens essenciais à população. Foi isso que fizemos”, afirmou. “Vamos tirar a pressão inflacionária. É a nossa luta de todos para tentar diminuir a pressão inflacionária que machuca a população”, destacou.

Lira afirmou que conversou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na semana passada e disse esperar que a proposta tenha celeridade naquela Casa.
“É um projeto estruturante que modifica basilarmente os impostos sobre serviços essenciais, posso lhe garantir que, na conversa, ele (Pacheco) ressaltou que diversos senadores gostaram do projeto”, disse o presidente.

Lira afirmou também que a Câmara deverá votar nas próximas semanas o marco das garantias de empréstimos.

Cobrança do ICMS
Lira lembrou ainda da aprovação do projeto que mudava a cobrança do ICMS dos combustíveis pelo Congresso. A decisão não foi cumprida pelos governos estaduais, após o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) estabelecer uma alíquota única do ICMS sobre o litro do diesel (R$ 1,006 por litro), alíquota essa mais alta do que é aplicada pela maioria dos estados e autorizar que os entes federados aplicassem descontos sobre esse valor.

Dessa forma, os governadores manteriam a arrecadação de 2021. Segundo Lira, a decisão do órgão anulou toda a economia feita pelo Congresso após a aprovação da Lei Complementar 192/22. Lira criticou os governadores e cobrou uma atuação mais firme dos estados para atenuar a inflação.

“Não acreditemos em arrecadação negativa, porque os estados têm batido recorde de arrecadação. Então, não teremos perdas para os estados e sim ganho para população”, disse Lira. “Não temos os governadores como inimigos, os governadores precisam dar sua conta de sacrifício de impostos”, acrescentou.

Petrobras
Lira voltou a criticar a Petrobras pela falta de sensibilidade com o que chamou de “lucro abusivo” e a falta de investimentos da empresa na economia brasileira. Segundo ele, ou a empresa é privatizada ou medidas mais duras serão tomadas. “A Petrobras não tem nada estruturante a não ser pagamentos de dividendos. Ela não quer ser cobrada pela sua inação”, criticou.

O presidente foi questionado sobre a privatização da empresa, mas ele afirmou que, no período eleitoral, com o País tão polarizado, é impossível uma proposta dessa ser aprovada no Congresso.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

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Ipespe: Lula tem 45% das intenções contra 34% de Bolsonaro

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Lula tem 45% e Bolsonaro 34%, segundo Ipespe
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Lula tem 45% e Bolsonaro 34%, segundo Ipespe

Pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (27) aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na corrida presidencial, com 45% das intenções de voto. Em segundo lugar, aparece o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 34%.

Em relação à última pesquisa do instituto, divulgada em 20 de maio , Lula oscilou um ponto para cima, passando de 44% para 45%. Bolsonaro também oscilou dois pontos para mais, dentro da margem de erro de 3,2%, passando de 32% para 34%.

Depois, aparecem os nomes do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 8%; e da senadora Simone Tebet (MDB), com 3%. O deputado federal André Janones (Avante) e o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) estão empatados, com 2%. 

Doria, no entanto, anunciou a desistência da pré-candidatura na última segunda (23)  devido à falta de apoio político do partido. Em discurso, o ex-governador afirmou que ia se retirar da disputa por acreditar que a cúpula da legenda escolheria outro nome com mais aderência interna.

Segundo a pesquisa, apesar de terem sido citados, Pablo Marçal (Pros), Felipe d’Avila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC), Luciano Bivar (União Brasil) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram, já que as intenções não chegaram a 1%. Leonardo Péricles (UP) consta na lista de nomes, mas não foi citado por nenhum entrevistado.

Brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos candidatos somam 3%. Já os indecisos, representam 2% dos eleitores.

Confira, abaixo, as intenções de voto da pesquisa estimulada para o primeiro turno:

Pesquisa estimulada
Divulgação – 27.05.2022

Pesquisa estimulada


  • Lula – 45%
  • Bolsonaro – 34%
  • Ciro Gomes – 8%
  • Tebet – 3%
  • Doria – 2%
  • Janones – 2%
  • Pablo Marçal – 0%
  • Felipe d’Avila – 0%
  • Vera – 0%
  • Eymael – 0%
  • Luciano Bivar – 0%
  • Sofia Manzano – 0%
  • Branco/Nulo – 3%
  • Indecisos – 2%

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, isto é, quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula também aparece na liderança, mas com 40% das intenções de voto, contra 30% para Bolsonaro.

Veja os resultados:

Pesquisa espontânea
Divulgação – 27.05.2022

Pesquisa espontânea


  • Lula – 40%
  • Bolsonaro – 30%
  • Ciro Gomes – 4%
  • Tebet – 1%
  • Doria – 1%
  • Janones – 1%
  • Felipe d’Avila – 0%
  • Pablo Marçal – 0%
  • Branco/Nulo – 7%
  • Indecisos – 16%

Segundo Turno

O instituto também testou possíveis cenários de segundos turnos. De acordo com o levantamento, Lula venceria a disputa presidencial contra Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet.

Em um cenário entre Ciro e Bolsonaro, o ex-ministro pontuou mais. No entanto, em uma disputa de Tebet contra Bolsonaro, o atual presidente ganharia as eleições.

Veja os cenários testados na pesquisa estimulada para um segundo turno:

Cenários de possíveis segundos turnos
Divulgação – 27.05.2022

Cenários de possíveis segundos turnos


Cenário 1

  • Lula – 53%
  • Bolsonaro – 35%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 12%

Cenário 2

  • Lula – 54%
  • Ciro Gomes – 25%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 22%

Cenário 3

  • Lula – 57%
  • Tebet – 18%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 25%

Cenário 4

  • Ciro Gomes – 44%
  • Bolsonaro – 41%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 16%

Cenário 5

  • Bolsonaro – 40%
  • Tebet – 34%
  • Branco/Nulo/Não votaria/Indecisos – 26%

Para realizar o levantamento, o instituto ouviu por telefone 1.000 pessoas entre os dias 23 e 25 de maio. A pesquisa encomendada pela XP Investimentos foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-07856/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95,5%. 

Os percentuais que não totalizam 100% são devido ao arredondamento ou de múltiplas opções de resposta.

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