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Pix: vazam dados de 160,1 mil chaves da Acesso, informa BC

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O Banco Central (BC) comunicou nesta sexta-feira que houve um vazamento de dados pessoais de chaves Pix da Acesso Soluções de Pagamento. Segundo o BC, houve falhas pontuais no sistemas da empresa. 

Em nota, o BC ressaltou que dados sensíveis e protegidos pelo sigilo bancário como senhas, saldos e informações de movimentações não foram expostos. As únicas informações que foram expostas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos.

Os dados de 160,1 mil chaves Pix foram expostos do dia 3 a 5 de dezembro do ano passado. As informações potencialmente vazados são de nome de usuário, CPF, instituição de relacionamento, número da agência e da conta.

As chaves Pix são uma identificação da conta para facilitar as transações. Elas podem ser um número de telefone, CPF ou CNPJ, um e-mail ou até uma chave aleatória alfanumérica.

A Acesso é um instituição de pagamento que oferece serviços como cartões recarregáveis, banco digital e de plataformas financeiras.

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Segundo o Banco Central, as pessoas que tiveram seus dados vazados serão notificadas apenas pelo aplicativo da Acesso ou por meio do internet banking. A autoridade monetária ressalta que não haverá comunicação por telefone, mensagens, SMS ou e-mail. 

O BC também anunciou que adotou as “ações necessárias” para apurar o caso e poderá aplicar as sanções previstas no regulamento do Pix.

Vazamento no Banese

A ocorrência comunicada nesta sexta-feira é o segundo vazamento de dados de chaves Pix desde o lançamento do sistema, em novembro de 2020. A primeira aconteceu em setembro de 2021 no banco do Sergipe, o Banese.

Naquela ocasião, 395 mil chaves foram vazadas e, como nesta vez, dados sensíveis como senhas e saldos não faziam parte das informações afetadas.

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Inflação ‘subiu muito’ para 71% dos consumidores, diz Ipespe

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Ipespe: 71% da população diz que inflação subiu muito nos últimos meses
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Ipespe: 71% da população diz que inflação subiu muito nos últimos meses

A maior parte dos brasileiros está pessimista com os rumos da economia do país. Segundo uma pesquisa Ipese publicada nesta sexta-feira (27), 62% dos entrevistados consideram que a economia brasileira está no “caminho errado”. O mesmo levantamento identificou que 71% consideram que os preços dos produtos “aumentaram muito” nos últimos meses.

O estudo perguntou aos entrevistados se eles acham “que a economia no Brasil, no momento, está no caminho certo ou no caminho errado?”. 62% responderam que está no “caminho errado”, 32% consideram que está no “caminho certo” e 6% não responderam.

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O Ipespe também perguntou sobre a percepção da população em relação à inflação e os preços dos produtos nos últimos meses. 71% responderam que os custos “aumentaram muito” e 24% que “aumentaram”. Apenas 3% consideram que os preços “ficaram iguais” e 1% que diminuíram.

Para 45% das pessoas ouvidas os preços vão “aumentar muito” nos próximos meses. 20% avaliam que a inflação “ficará igual” e 19% que vai “aumentar”. Apenas 10% acreditam que o custo de vida pode diminuir.

A pesquisa Ipespe foi feita entre os dias 23 a 25 de maio e ouviu 1000 pessoas de todas as regiões do país. A margem de erro é 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95,5%.

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Teto do ICMS: Lira não acredita em perda de arrecadação dos estados

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Arthur Lira questionou o argumento usado por governadores para inviabilizar a proposta
Agência Câmara

Arthur Lira questionou o argumento usado por governadores para inviabilizar a proposta

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira disse nesta sexta-feira (27) que a aprovação do projeto que mudava a cobrança do ICMS dos combustíveis pelo Congresso não foi cumprida pelos governos estaduais, após o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) estabelecer uma alíquota única do ICMS sobre o litro do diesel (R$ 1,006 por litro), alíquota essa mais alta do que é aplicada pela maioria dos estados e autorizar que os entes federados aplicassem descontos sobre esse valor.

Dessa forma, os governadores manteriam a arrecadação de 2021. Segundo Lira, a decisão do órgão anulou toda a economia feita pelo Congresso após a aprovação da Lei Complementar 192/22. Lira criticou os governadores e cobrou uma atuação mais firme dos estados para atenuar a inflação.

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“Não acreditemos em arrecadação negativa, porque os estados têm batido recorde de arrecadação. Então, não teremos perdas para os estados e sim ganho para população”, disse Lira à Rádio BandNews. 

“Não temos os governadores como inimigos, os governadores precisam dar sua conta de sacrifício de impostos”, acrescentou.

Lira afirmou que conversou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, na semana passada e disse esperar que a proposta tenha celeridade naquela Casa.

“É um projeto estruturante que modifica basilarmente os impostos sobre serviços essenciais, posso lhe garantir que, na conversa, ele (Pacheco) ressaltou que diversos senadores gostaram do projeto”, disse o presidente.

Petrobras

Lira voltou a criticar a Petrobras pela falta de sensibilidade com o que chamou de “lucro abusivo” e a falta de investimentos da empresa na economia brasileira. Segundo ele, ou a empresa é privatizada ou medidas mais duras serão tomadas . “A Petrobras não tem nada estruturante a não ser pagamentos de dividendos. Ela não quer ser cobrada pela sua inação”, criticou.

O presidente foi questionado sobre a privatização da empresa, mas ele afirmou que, no período eleitoral, com o País tão polarizado, é impossível uma proposta dessa ser aprovada no Congresso.

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