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Ministério da Saúde rejeita protocolo para não uso do kit Covid

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Presidente Jair Bolsonaro (PL)
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Presidente Jair Bolsonaro (PL)

Segundo decisão publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (21), o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, recusou todos os protocolos desenvolvidos pela  Comissão de Incorporação de Tecnologias ao SUS (Conitec) relacionados ao tratamento de Covid-19.

Entre os textos vetados, está o que rejeita o uso do chamado kit Covid — com o uso de  medicamentos com ineficácia comprovada cientificamente, como a hidroxicloroquina e cloroquina — no tratamento de pacientes que estão em tratamento ambulatorial.

Em nota técnica divulgada na página da Conitec, Angotti justificou que as recomendações não foram aceitas porque o processo de elaboração dos documentos foi marcado por “inadequações, fragilidades e riscos éticos”. Dessa maneira, o Ministério da Saúde não vai seguir as orientações do grupo técnico relacionados ao não uso do kit Covid.


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“Diante das diversas inadequações, fragilidades, riscos éticos e técnicos e inconsistências capazes de comprometer negativamente o processo e as recomendações feitas, na qualidade de Secretário Nacional de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde, conforme competências estabelecidas pelo Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, não aprovo as ‘Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19. Capítulo 2: Tratamento Medicamentoso’ e as ‘Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19′”, diz um trecho do documento.

Confira o texto na íntegra:


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‘Faraó dos Bitcoins’: PF indicia Glaidson por lavagem de dinheiro

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Glaidson Acácio dos Santos, de 38 anos, dono da GAS Consultoria Bitcoin, responsável por comandar esquema que movimentou mais de R$ 2 bilhões
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Glaidson Acácio dos Santos, de 38 anos, dono da GAS Consultoria Bitcoin, responsável por comandar esquema que movimentou mais de R$ 2 bilhões

Nove meses após ser preso pela Polícia Federal por suspeita de comandar esquema milionário de lavagem de dinheiro, o ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos , dono da GAS Consultoria, foi indiciado novamente pelo órgão, nesta quinta-feira, por lavagem de dinheiro e ocultação de bens. O relatório da PF já está com o Ministério Público Federal (MPF) que analisa se aceita o indiciamento e denuncia o ‘Faraó dos Bitcoins, como é conhecido. Atualmente, o ex-pastor está preso no Complexo de Gericinó, em Bangu.

Este é o segundo indiciamento de Glaidson pela PF. Em setembro do ano passado, o ex-garçom e outras 21 pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal por participação em organização criminosa, gestão fraudulenta e violação do sistema financeiro nacional.

No final do ano passado ele já havia sido indiciado pelo Ministério Público do Rio (MPRJ) por mandar matar Nilson Alves da Silva, o Nilsinho, em 20 de março de 2021, em Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense . Nilsinho sobreviveu ao atentado. Meses depois a Justiça do Rio acatou o pedido do MP e transformou o dono da GAS Consultoria em réu pelo crime.

Movimentou R$ 38 bilhões, diz PF

Ao longo das investigações, a PF descobriu que Glaidson diversificou as suas aplicações e investiu em outra criptomoeda. Até o momento se sabia que ele, sua mulher Myrellis Zerpa e sua empresa GAS Consultoria investiam em bitcoins. De acordo com informações da Polícia Federal, o sistema patrocinado por Glaidson pode ter movimentado algo em torno de R$ 38 bilhões.

As investigações apontam que Glaidson investiu também na moeda digital Dash. Essa criptomoeda é usada em pagamentos online e alguns consideram como uma alternativa aos cartões bancários ou ao dinheiro. Além da conta, Dashcore, os investigadores descobriram a senha usada por Glaidson. O saldo encontrado foi de R$ 90 milhões. Em depoimento à PF e ao MPF, Glaidson não quis falar sobre o novo investimento e nem fornecer as senhas das contas.

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Acusado de estuprar sobrinhos em série, entre 2008 e 2017, é preso

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Acusado de cometer os estupros em série ao chegar na 21ª DP (Bonsucesso)
Divulgação – 27.05.2022

Acusado de cometer os estupros em série ao chegar na 21ª DP (Bonsucesso)

Um homem acusado de estuprar as sobrinhas e abusar sexualmente de um sobrinho — em série entre os anos de 2008 e 2017 —, foi preso por policiais civis da 21ª DP (Bonsucesso) nesta quinta-feira. O suspeito, de 38 anos, era  procurado pela Justiça do Rio após ser condenado por estupro de vulnerável a 23 anos no regime fechado. Ele estava foragido desde 2017.

Segundo os investigadores, o primeiro crime aconteceu entre os anos de 2008 e 2011, na Holanda, na Europa, quando uma das sobrinhas do suspeito tinha apenas 6 anos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, “foi apurado que no ano de 2014, a irmã da primeira vítima — com 17 anos na época — também foi molestada pelo autor. Desta vez, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Agentes da 21ª DP afirmaram que o acusado confessou os crimes cometidos contra suas sobrinhas.

Ainda em depoimento, ele teria dito que foi deportado da Holanda “devido outro incidente com menor, ao ser acusado de mostrar seu órgão sexual para uma criança”. Na polícia holandesa, verificou-se, que ele estava ilegal no país.

Já no Brasil, o homem abusou de um outro sobrinho em 2017. Em depoimento, o menor afirmou que descobriu em 2016 que suas primas também foram estupradas pelo criminoso. Na 21ª DP, ele também teria confessado que abusou do rapaz. Por esse crime ele foi condenado por estupro de vulnerável pela 1ª Vara Criminal de Santa Cruz.

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