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Após prévias, Doria é aconselhado a não disputar comando do PSDB

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Após prévias, Doria é aconselhado a não disputar comando do PSDB
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Após prévias, Doria é aconselhado a não disputar comando do PSDB

Após vencer as prévias num processo marcado por uma guerra interna, o  governador de São Paulo, João Doria, tem sido aconselhado a unir o partido e evitar a disputa da presidência do PSDB, em maio.

Uma das possibilidades sob avaliação nos bastidores é a prorrogação do mandato do presidente nacional, Bruno Araújo, além de todos os chefes de diretórios municipais e estaduais.

A ideia seria evitar um novo racha que pudesse refletir na candidatura de Doria, já que ele está focado em agendas positivas e aposta na redução de sua rejeição e na melhora da avaliação de seu governo em São Paulo.

Uma reunião da executiva nacional do partido deve discutir o assunto na quinta-feira da semana que vem, quando será feita uma avaliação da situação da sigla nas disputas estaduais.

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Nas duas últimas eleições, o ex-governador Geraldo Alckmin e o deputado Aécio Neves concorreram à Presidência da República enquanto comandavam o partido.


Caso Doria optasse por esse caminho, tucanos experientes avaliam que o partido poderia mergulhar numa nova crise interna.

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Datafolha: 48% reprovam o governo Bolsonaro; aprovação é de 25%

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Datafolha: Reprovação ao governo Bolsonaro vai a 48%; aprovação é de 25%
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 25.03.2022

Datafolha: Reprovação ao governo Bolsonaro vai a 48%; aprovação é de 25%

A pesquisa Datafolha divulgada nessa quinta-feira (26) aponta estabilidade nos índices de rejeição e aprovação do governo de Jair Bolsonaro (PL). A avaliação negativa de 48% oscila dentro da margem de erro da pesquisa anterior, que registrou que 46% dos entrevistados consideram a gestão de Bolsonaro ruim ou péssima.

Também se mantiveram estáveis as taxas dos que classificam o governo como regular (27%, ante 28% em março) e dos que o consideram como ótimo ou bom (25% em ambos os levantamentos). A fatia de 1% que não opinou foi idêntica.

Os resultados da pesquisa Datafolha indicam que Bolsonaro continua a ocupar o posto de presidente com a pior avaliação em igual tempo de gestão entre todos os presidentes eleitos após a redemocratização do país.

Percepções do governo

A pior taxa de avaliação negativa de Bolsonaro foi a de dezembro de 2021, quando bateu os 53%. Já a melhor se deu em dezembro de 2020, quando ficou em 37%.

Os atuais 48% são registrados em meio à crise econômica, com a disparada de preços de combustíveis e o retorno da inflação. No acumulado em 12 meses até abril, o IPCA ficou em 12,13%, maior nível desde outubro de 2003 (13,98%).

Se comparado com antigos presidentes no mesmo período de mandato, Bolsonaro fica atrás de Fernando Henrique Cardoso, que registrava 24% de reprovação a essa altura de sua primeira passagem pelo Planalto, de Lula (22%) e da petista Dilma Rousseff (26%).

Eleições

No cenário eleitoral, Bolsonaro ainda tem perspectivas desfavoráveis. Na liderança da disputa está o rival Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 48% das intenções de voto. O atual chefe do Executivo segue em segundo lugar, com 27%.

Os índices de reprovação do governo Bolsonaro são proporcionais, de modo geral, à sua probabilidade de permanecer na chefia do Executivo após as eleições.

A avaliação negativa da gestão é numericamente maior entre as mulheres (51%) do que entre os homens (45%) e atinge seus patamares mais elevados entre moradores do Nordeste (55%), funcionários públicos (61%), brasileiros com ensino superior (54%) e eleitores de Lula (73%).

Por outro lado, os percentuais de entrevistados que avaliam o governo como bom ou ótimo são superiores entre segmentos como o dos evangélicos (35%) e o dos empresários (48%).

Bolsonaro também é consideravelmente ‘querido’ entre os que têm um padrão mais elevado de vida: entre quem tem renda familiar de cinco a dez salários, a taxa de aprovação bate 35% e salta para 45% na faixa acima dos dez salários.

Entre os que pretendem votar em Bolsonaro, como esperado, a percepção de que ele faz um governo ótimo ou bom é recorde, na casa dos 72%. Os que consideram a gestão regular são 27%, e 1% a reprova.

Auxílio Brasil

O Auxílio Brasil, recurso que se esperava certa contribuição para a aprovação de Bolsonaro, se mostrou com impacto limitado nos números eleitorais.

Entre pessoas que recebem o auxílio ou moram com beneficiários do programa, a aprovação do governo fica em 19%, abaixo da média geral. A reprovação dentro desse grupo é de 45% e a nota regular é de 34%.

Na parcela não tem acesso ao auxílio, as taxas são bem próximas ao resultado na população geral: 49% de ruim ou péssimo, 27% de ótimo ou bom e 24% de regular.

A comparação entre a última versão da pesquisa e a de março aponta uma variação na taxa de reprovação entre pessoas de 45 a 59 anos, com um salto de 43% para 50%, e na faixa dos que têm renda familiar entre dois e cinco salários mínimos, de 40% para 49%

Metodologia

​O levantamento foi feito com 2.556 eleitores acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país, nesta quarta (25) e quinta-feira (26). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. A pesquisa foi contratada pela Folha e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05166/2022.

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Ciro Gomes diz que metade dos eleitores de Bolsonaro é ‘nazista’

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Pré-candidato à Presidência, Ciro Gomes, do PDT
José Cruz/Agência Brasil – 14.08.2018

Pré-candidato à Presidência, Ciro Gomes, do PDT

pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) disse que o eleitorado brasileiro é composto por até 15% de “nazistas” e “fascistas”, ao falar sobre a parcela da população que apoia o presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano.

De acordo com Ciro, o apoio a Bolsonaro explicaria até mesmo o desempenho do ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pelo governo de São Paulo, de acordo com as pesquisas eleitorais .

“O Brasil tem 10%, 12%, 15%, de eleitores que se identificam com Bolsonaro. São nazistas mesmo, fascistas. São anticiência, são homofóbicos. Acreditam na terra plana, exploram a religiosidade popular, exploram os temas da moral popular”, disse o pré-candidato em entrevista à rádio CBN de Campinas nessa quinta-feira (26).

Considerando os números apontados nas últimas pesquisas divulgadas, Ciro Gomes se referia a quase metade do eleitorado do mandatário.

De acordo com pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta (27), Bolsonaro tem 34% das intenções de voto , aparecendo em segundo lugar na corrida presidencial. Em primeiro, está o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 45%.

“Isso são 10%, 12%, o que explica porque o Tarcísio, um cara do Rio de Janeiro, chega aqui em São Paulo e, só porque é candidato do Bolsonaro, já está rivalizando com os primeiros”, acrescentou ele.

Na ocasião, o ex-ministro também disse que uma outra parcela do eleitorado de Bolsonaro teme o retorno de Lula à Presidência.

“Quase um terço do eleitorado do Bolsonaro diz que vai votar no Bolsonaro porque não quer o Lula e o PT de volta, apesar de estar muito frustrado, decepcionado e tal. Eu me animo de que eu possa ser a resposta para essas pessoas não se obrigarem a votar [neles], porque tenho chance, realmente, de apresentar um projeto para o Brasil”, disse.

Conforme a última pesquisa do Datafolha , 37% dos eleitores de Ciro têm Lula como segunda opção de voto. Apenas 10% afirmam que poderiam votar em Bolsonaro. Segundo os dados, o pedetista é o pré-candidato mais citado como segunda opção de voto (20%).

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