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Chevrolet S10 Z71 é força bruta com pinta de caminhonete americana

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Chevrolet S10 Z71: Com apelo de picape esportiva, o lançamento da GM chega com reforço de sua identidade
Guilherme Menezes/ iG Carros

Chevrolet S10 Z71: Com apelo de picape esportiva, o lançamento da GM chega com reforço de sua identidade

O Chevrolet S10 Z71 passa a ser mais uma das opções para os consumidores que carregam a necessidade de unir utilidade com estilo. Até o final de outubro (quando a Z71 foi lançada), Nissan Frontier Attack e Ford Ranger Storm — para citar algumas — eram praticamente as únicas que faziam o mesmo dentro do segmento das picapes médias. Enquanto isso, a Toyota confirma sua entrada nesse nicho com a Hilux GR Sport em 2022.

Quando focamos na Chevrolet S10 Z71 , encontramos um total de mais de 20 itens de personalização em relação à LTZ, versão esta que não está mais presente no catálogo, na data desta publicação.

Por R$ 274.800, a Z71 se destaca pela grade, faróis e lanternas com máscara negra, para-choques, molduras dos para-lamas e emblemas pintados de preto. Os estribos e o santantônio são de aço tubular, também na mesma cor.

A Chevrolet S10 Z71 vem equipada com seis airbags e pode ser adquirida em quatro opções de cores: Branca Summit, Prata Switchblade, Azul Eclipse e Cinza Topazio.

Outra novidade da Z71 são os pneus com ombros mais espessos e volumosos, escudos nas laterais para maior proteção e ainda são fabricados com uma composição de borracha mais resistente. Por isso cada pneu traz 320 gramas extra de material em relação ao modelo original do fornecedor.

Esse nicho das picapes
Guilherme Menezes/ iG Carros

Esse nicho das picapes “esportivadas” trouxe de volta os grafismos na carroceria, que eram mais comuns nos anos 90

Além do visual “malvado”, destaque vai para a sua mecânica. O modelo conta com o mesmo motor das outras versões, porém com a turbina redimensionada e a nova calibração do motor 2.8 turbodiesel , de 200 cv e 51 kgfm, com a transmissão automática AT6. A tração é ajustada por um seletor eletrônico no console central e dispõe do modo 4×4 com reduzida.

O resultado é uma aceleração até 100 km/h em apenas 10,1 segundos, capacidade de levar até 1134 kg de carga sobre a caçamba, ou até rebocar 3.500 kg, quando a carreta é equipada com sistema de freio próprio. Se deixarmos a VW Amarok V6 de lado, estamos falando da picape que mais oferece “marra” e desempenho.

Apesar disso, não é destaque em volume de caçamba (1061 litros) e consumo de combustível (8,3 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada, segundo o Inmetro) — ainda que a picape da GM não deixe nada a desejar, inclusive, nesses quesitos também.

Impressões

Interior até carrega selos da sua versão Z71, mas poderia ter mais elementos que a diferenciassem das demais
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Interior até carrega selos da sua versão Z71, mas poderia ter mais elementos que a diferenciassem das demais

Quando partimos para o interior, vemos pontos positivos e negativos. O que é legal é que o aproveitamento de espaço interno para os ocupantes, e os dois fatores que mais contribuem para isso, quando estamos no banco traseiro, é o espaço para as pernas e o baixo túnel central. O sistema multimídia também é destaque positivo. Apesar da tela não ser tão grande, é fácil de se orientar pelas diferentes interfaces.

Já o que poderia ser melhor é o refinamento. Esse nicho cada vez mais aquecido das picapes estilosas, não dá muita margem para erro quando o assunto é refinamento, apesar das picapes médias não pedirem muitos “frufrus”. O exterior da S10 Z71 é perfeitamente trabalhado para a proposta e sem exageros. Para o meu gosto, supera a maioria das rivais.

Por outro lado, na parte de dentro, encontramos apenas dois logos “Z71”, alguns pontos pintados de preto brilhante e uma faixa de revestimento de couro diante do passageiro. Ou seja, seu interior poderia ser tão refinado quanto seu exterior.

Ao volante, não há qualquer objeção. De alguma forma, a GM conseguiu unir a robustez que todo veículo “pau para toda a obra” precisa, com características dinâmicas e ergonomia de automóvel. Entre as picapes médias , todas elas montadas sobre chassi (tirando a Toro), a S10 é uma das menos “saltitantes”.

O formato da coluna dianteira garante bom campo de visão, além do posicionamento do banco que permite dirigibilidade de SUV . A direção elétrica é outro tópico de destaque na cidade, bem como o seu ótimo isolamento acústico.

A ficha técnica da S10 pode ser confirmada quando pisamos fundo no acelerador. Com os controles de tração e estabilidade ativos, notamos como eles são importantes para segurar os “ânimos” da picape durante acelerações em curvas e no arranque em primeira marcha.

Quando ousamos desligá-los, certifique-se de que não há quem possa multá-lo nas proximidades, pois pneus vão gritar. Ela despeja uma força bem considerável ao solo.

Conclusão

A Chevrolet já vende a S10 há 27 anos no Brasil. Para quem acompanha a evolução do modelo, fica evidente que progride a cada geração que passa. A atual é a opção para quem procura algo a mais, tanto em desempenho e capacidade de carga, quanto em conforto.

Se procura a picape média que mais oferece espaço na caçamba e que os menores números de consumo, outras poderão servi-lo melhor, ainda que a S10 não deixe a desejar nesses quesitos. E o modelo da GM logo terá uma nova geração, que já está em desenvolvimento.

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Nos testes que realizamos, agradou muito a sua coerência para o uso urbano, então garantimos que, sim, a Chevrolet S10 é uma boa pedida. A sua versão Z71, especificamente, vale a pena? Quando comparamos a “esportivada” com suas semelhantes, e a intenção do comprador for exaltar o estilo, com certeza vale.

Se a razão for mais forte do que o coração, não dá para esconder que o custo-benefício da versão inferior CD 2.8 TD (R$ 233.820) representa uma diferença irresistível para o bolso, sem abrir mão de tantos equipamentos. Com menos de R$ 40 mil, que é a diferença entre ela e a Z71, o dono poderá até encontrar acessórios de customização que a deixarão mais ao seu gosto — caso um dia chegue aquele arrependimento de não ter optado pela Z71.

Chevrolet S10 Z71 2022

Motor: 2.8, quatro cilindros, turbodiesel

Potência (cv): 200 a 3.600 rpm

Torque (kgfm): 51 a 2.000 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e feixe de molas semielípticas (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 265/60 R18 

Dimensões: 5,41 m (comprimento) / 1,87 m (largura) / 1,84 m (altura), 3,09 m (entre-eixos)

Tanque : 76 litros

Caçamba: 1061 litros

Consumo: 8,7 km/l (cidade) /10,6 km/l (estrada) com diesel

0 a 100 km/h: 10,1 segundos 

Vel. Max: 180 km/h

Fonte: IG CARROS

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Mustang Shelby GT350 1965 parado por décadas é achado em casa nos EUA

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Mustang Shelby GT350 1965: raridade encontrada em celeiro logo será restaurada e vendida por uma pequena fortuna nos EUA
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Mustang Shelby GT350 1965: raridade encontrada em celeiro logo será restaurada e vendida por uma pequena fortuna nos EUA

Um carro antigo abandonado em um celeiro não é lá muita novidade nos EUA, ainda mais por se tratar do Ford Mustang, um dos pony-cars mais populares daquele país, porém se for um Shelby GT350 de 1965, considerado um dos mais raros do mercado, a ‘coisa muda de figura’.

Contabilizando só 562 unidades feitas, o Shelby GT350 de 1965 aponta surpreendentes 46.671 km e foi descoberto em um celeiro abandonado no final de 2021 e só tirado neste ano com a aparência até que condizente,levando em conta o tempo que ficou ‘hibernado’.

Pelas imagens, é possível ver que o Shelby parece estar em boas condições. A pintura descascou e há ferrugem na superfície da maioria dos painéis da carroceria, mas o carro está inteiro e parece estar completo.

O bom e velho motor V8 289 parece que “já falou mais alto’, mas em breve deve passar por uma completa revisão para reanimar os 306 cv, mas com uma equipe profissional e experiente, espera-se que logo esta lenda volte a brilhar pelas estradas norte-americanas.

Segundo o site norte-americano Autoevolution , “não há informações de como este GT350 acabou passando décadas nesta garagem. Da mesma forma, não há nada sobre quando e por que esta casa foi abandonada com um carro tão valioso dentro”.

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Seja como for, trata-se de um modelo original conforme o canal “American Mustangs” do YouTube e seu novo dono levou cerca de dois meses para fechar um acordo para o GT350. Veja um vídeo do carro já em pleno funcionamento.

O Shelby GT 350

Ford Mustang Shelby: esportivo americano é um dos mais cobiçados dos EUA até os dias atuais
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Ford Mustang Shelby: esportivo americano é um dos mais cobiçados dos EUA até os dias atuais

O GT350 de 1965 foi a primeira colaboração da Ford com Carroll Shelby . Essencialmente um Ford Mustang preparado para pista, o GT350 de 1965 veio com um 289 V8 reforçado bom para 306 cv de potência .

Todos os carros foram acabados em Wimbledon White com listras Guardsman Blue e a maioria apresentava saídas de escape laterais. Shelby montou 562 carros, 37 dos quais eram carros de corrida GT350R completos.

Hoje um Ford Mustang Shelby GT 350 1965 está avaliado, em aproximadamente, US$ 300.000, ou cerca de R$ 1.660.290 . Já no caso de modelos de concurso, o valor pode ultrapassar os US$ 600.000 , ou a quantia de, incríveis R$ 3.320.580 .

Fonte: IG CARROS

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A-Rider Crossover é meio patinete e bicicleta e reboca até SUVs

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A Ride Crossover: pode rebocar até um utilitário esportivo do porte do Ford Escape, conforme a fabricante
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A Ride Crossover: pode rebocar até um utilitário esportivo do porte do Ford Escape, conforme a fabricante

Ele mais parece com uma bicicleta comum, mas é um, se podemos dizer, meio de bicicleta elétrica e meio de um patinete elétrico. Estamos falando do A-Rider Crossover, um “híbrido” totalmente elétrico que tem força o suficiente até para rebocar um SUV de até 1.800 kg.

O veículo é um “e-scooter” veio das trilhas e de acordo com a fabricante Alpine Riding pode ser utilizada para inúmeras tarefas, incluindo levar os filhos à escola, mas também pode enfrentar qualquer terreno, graças aos seus pneus borrachudos de 24”, ideal para praia e trilhas acidentadas.

Quanto à potência , o scooter elétrica é equipado com um motor MAC de 1000 W que o mantém a 32 km/h na estrada, de acordo com a lei local. Essa limitação pode ser removida, porém, ao usar o scooter no modo off-road . Além dessa, há também uma versão com motor de 500W.

A primeira opção, a empresa ainda se orgulha de colocá-la à prova, fazendo do A-Ride rebocar até um Ford Escape.

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O A-Ride conta com rodas grandes e suspensão dupla com amortecedores que têm 120 mm de curso na frente e atrás, freios a disco hidráulicos e uma tela TFT de 3,5”, que mostra sua velocidade atual, velocidade máxima, distância total da viagem, tempo, nível da bateria, entre outros itens.

De acordo com a fabricante a autonomia é de 80 km com uma carga completa cujo processo demora aproximadamente cinco horas, falando especificamente na versão mais potente com motor de MAC de 1000 W.

O A-Ride é vendido nos EUA ao preço de US$ 4.700, ou algo em torno de R$ 26.000, numa conversão simples. Além disso, o cliente pode optar por acessórios como kit de guidão para crianças, racks de carga e conjuntos de para-lamas.

Fonte: IG CARROS

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